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Ameaça: presidente do Paraguai redobra segurança pessoal


Da AFP

27/01/2004 | 15:07


O presidente do Paraguai, Nicanor Duarte Frutos, redobrou nesta terça-feira a segurança pessoal depois da denúncia desta segunda-feira de possíveis atentados contra sua vida.

Os locais próximos ao Palácio do Governo, às margens do rio Paraguai, amanheceram vazias, sem nenhum automóvel estacionado perto, informaram funcionários do Estado.

Duarte, um jornalista de 47 anos, que assumiu o poder no dia 15 de agosto de 2003, anunciou segunda-feira, em entrevista à imprensa, que existe uma conspiração para assassiná-lo.

A ameaça, segundo ele, provém de setores mafiosos afetados por sua campanha anticorrupção que já produziu vários detidos, especialmente nas Forças Armadas, na Polícia e nos setores empresariais ligados a políticos.

"É hora de dar um pouco de purgante ao poder, à burocracia estatal, ao Poder Judiciário, ao Legislativo e às Forças Públicas", destacou.

Duarte reiterou que continuará com sua campanha "de limpeza" apesar das ameaças.

Setores atingidos pela apreensão de milhares de toneladas de maconha nos últimos dois meses e grupos tradicionais que monopolizavam o setor do petróleo, são objeto de investigação pela inteligência paraguaia depois da ameaça, informou uma alta fonte oficial.

As denúncias do presidente Duarte foram minimizadas e até ridicularizadas por setores da oposição.

"O presidente deve dar nomes porque se não disser nada, tudo fica nebuloso", disse seu ex-adversário nas eleições presidenciais de 2003, o liberal Júlio César Franco.

Outro ex-adversário, Pedro Fadul, líder do Partido Pátria Querida, comentou com ironia: "ninguém quer matar o Presidente". "É um problema fictício", acrescentou.



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