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Tarifa de ônibus fica mais cara na região a partir de domingo


Vanessa Fajardo
Do Diário do Grande ABC

11/12/2008 | 07:00


As passagens de ônibus ficarão mais caras na região neste domingo, conforme antecipado pelo Diário. Em Santo André, Diadema e Mauá a tarifa passará de R$ 2,30 para R$ 2,50. São Caetano e Rio Grande da Serra terão passagens a R$ 2,30. Apesar de não confirmarem oficialmente, São Bernardo e Ribeirão Pires também devem ter cobrança de R$ 2,50.

A tarifa estava congelada desde abril do ano passado. Mesmo com as administrações negando a ação conjunta, a decisão foi um acordo regional junto à AETC/ABC (Associação das Empresas de Transporte Coletivo do ABC) e envolve todas as cidades. As administrações aplicaram praticamente o mesmo percentual de reajuste e iniciam a cobrança na mesma data.

São Caetano ensaia a mudança desde o início do mês passado quando chegou a anunciar reajuste de R$ 0,30, mas na ocasião resolveu "readequar a discussão ao cronograma do debate regional".

A Prefeitura de São Bernardo afirmou que não tem qualquer informação sobre o aumento. A Prefeitura de Ribeirão Pires informou que ainda estuda um possível reajuste. Nas demais administrações, o acréscimo foi confirmado.

DEFASAGEM - O percentual de acréscimo, que varia entre 6% a 9%, é resultado do pedido dos empresários, que desde maio tentam o aumento das tarifas.

O último reajuste foi repassado aos usuários em abril de 2007, quando a tarifa subiu de R$ 2,10 para R$ 2,30 em cinco cidades, com exceção de São Caetano e Rio Grande da Serra, que mantiveram tarifa em R$ 2 e R$ 2,10, respectivamente. A variação do IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado) desde o último acréscimo até novembro deste ano foi de 17,12%.

Para o presidente da AETC/ABC, Baltazar José de Souza, a mudança cobre uma defasagem, porém, o valor considerado ideal seria R$ 2,80. "Precisamos de uma tarifa justa, lutamos por isso desde o início do ano. Tudo aumentou muito nesse período: peças automotivas, pneus, lubrificantes e salários dos funcionários."

Além das despesas, Souza lembra que as empresas têm de arcar com a gratuidade de passageiros, como idosos e pessoas com deficiências. "Em um ônibus com 60 passageiros, por exemplo, 20 chegam a ser transportados de graça ou pagam metade das tarifas, como os estudantes."



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