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PDT de Rio Grande corre risco de intervenção


Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

04/08/2020 | 00:01


Vice-presidente estadual e coordenador regional do PDT, Júnior Orosco admitiu que pode encaminhar pedido de intervenção no diretório do partido em Rio Grande da Serra depois que o ex-secretário Gilvan Mendonça, então pré-candidato a prefeito da sigla, desistiu da pré-campanha para apoiar o projeto do ex-vereador Claudinho da Geladeira (Podemos).

Segundo Orosco, a decisão de Gilvan e seu grupo político – no qual está incluso o vereador Israel Mendonça (PDT) – contrariou as discussões feitas com a estadual da legenda: de ter candidatura própria ou brigar pela vice do nome escolhido pelo governo para sucessão de Maranhão, a hoje vice-prefeita Marilza de Oliveira (PSD).

“Fui pego de surpresa com o vídeo do Gilvan declarando apoio ao Claudinho da Geladeira, com a vice do Claudinho no vídeo, sem nenhuma contrapartida política para o PDT. Não tem outra forma de reagir se não com indignação”, criticou Orosco, ao lembrar que, na publicação de apoio a Claudinho, Gilvan aparece ao lado de Penha Fumagalli (PTB), já escolhida como vice do pré-candidato do Podemos.

Conforme o dirigente pedetista, ele tentará convencer a direção do PDT em Rio Grande a mudar de ideia. “ Eu presto contas ao partido, sou vice-presidente estadual, presto contas do que faço no Grande ABC. Dou essa guinada sem argumento? É muito ruim. Vou tentar convencê-los de que eles fizeram bobagem, um loucura. O projeto do Claudinho não tem nada a ver com o PDT.”

Orosco disse que havia se afastado de Maranhão, mas ambos voltaram a conversar nos últimos meses. Ele salientou que, embora tivesse esse hiato político com o prefeito de Rio Grande, “é preciso reconhecer as transformações que esse grupo fez na cidade”, lembrando ainda da gestão de Adler Kiko Teixeira (PSDB) – o hoje prefeito de Ribeirão Pires rompeu com Maranhão, mas bancou suas campanhas em 2012 e 2016. “Não sou inocente na política. Às vezes, acontecem coisas no subterrâneo que é mais fácil tentar dar uma volta por cima para ver se pega. Se pegar, pegou. Comigo não. Não sou bobo”, disparou. 



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PDT de Rio Grande corre risco de intervenção

Junior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

04/08/2020 | 00:01


Vice-presidente estadual e coordenador regional do PDT, Júnior Orosco admitiu que pode encaminhar pedido de intervenção no diretório do partido em Rio Grande da Serra depois que o ex-secretário Gilvan Mendonça, então pré-candidato a prefeito da sigla, desistiu da pré-campanha para apoiar o projeto do ex-vereador Claudinho da Geladeira (Podemos).

Segundo Orosco, a decisão de Gilvan e seu grupo político – no qual está incluso o vereador Israel Mendonça (PDT) – contrariou as discussões feitas com a estadual da legenda: de ter candidatura própria ou brigar pela vice do nome escolhido pelo governo para sucessão de Maranhão, a hoje vice-prefeita Marilza de Oliveira (PSD).

“Fui pego de surpresa com o vídeo do Gilvan declarando apoio ao Claudinho da Geladeira, com a vice do Claudinho no vídeo, sem nenhuma contrapartida política para o PDT. Não tem outra forma de reagir se não com indignação”, criticou Orosco, ao lembrar que, na publicação de apoio a Claudinho, Gilvan aparece ao lado de Penha Fumagalli (PTB), já escolhida como vice do pré-candidato do Podemos.

Conforme o dirigente pedetista, ele tentará convencer a direção do PDT em Rio Grande a mudar de ideia. “ Eu presto contas ao partido, sou vice-presidente estadual, presto contas do que faço no Grande ABC. Dou essa guinada sem argumento? É muito ruim. Vou tentar convencê-los de que eles fizeram bobagem, um loucura. O projeto do Claudinho não tem nada a ver com o PDT.”

Orosco disse que havia se afastado de Maranhão, mas ambos voltaram a conversar nos últimos meses. Ele salientou que, embora tivesse esse hiato político com o prefeito de Rio Grande, “é preciso reconhecer as transformações que esse grupo fez na cidade”, lembrando ainda da gestão de Adler Kiko Teixeira (PSDB) – o hoje prefeito de Ribeirão Pires rompeu com Maranhão, mas bancou suas campanhas em 2012 e 2016. “Não sou inocente na política. Às vezes, acontecem coisas no subterrâneo que é mais fácil tentar dar uma volta por cima para ver se pega. Se pegar, pegou. Comigo não. Não sou bobo”, disparou. 

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