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Para especialista, futuro presidente herdará País com divisão


Daniel Tossato

27/10/2018 | 06:34


Independentemente de quem vencer a eleição amanhã, o futuro presidente encontrará um País com população dividida. A análise foi feita pelo cientista político Eduardo Viveiros, que participou do programa Diálogo Diário, no DGABC TV, no dgabc.com.br, para falar sobre a conjuntura eleitoral no Brasil.

Amanhã, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) disputam a segunda etapa das eleições presidenciais. O primeiro turno foi vencido por Bolsonaro, que recebeu 46% dos votos válidos, enquanto Haddad obteve 29,3%.

Para o especialista, a polarização que ocorre no País já acontecia no início da campanha e acabou se intensificando com o segundo turno. “A polarização pode não ser resolvida. Temos um candidato com discurso agressivo, que queima pontes com alguns setores, o que já não garantiria a união”, afirmou Viveiros, em insinuação a Jair Bolsonaro.

Nas eleições presidenciais de 2014, o Brasil já tinha demonstrado grande divisão. A ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que se elegeu no segundo turno, recebeu 51,6% dos votos válidos, enquanto Aécio Neves (PSDB) alcançou 48,3%. A diferença foi de apenas 3 milhões de sufrágios.

Recentemente, Bolsonaro afirmou que poderia exilar inimigos políticos e que “fuzilaria a petralhada”, como o candidato se refere aos militantes do PT. Dias depois, recuou e disse que aceitaria oposição em seu governo.

“Dizer que vai perseguir inimigos por motivos ideológicos não é correto. É um discurso muito radical, que foi abordado até pela imprensa internacional, como algo que beira o fascismo”, pontuou o cientista político. “Ganhe quem ganhar, a política terá que ser feita com diálogo e debate de ideias”, afirmou. 



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Para especialista, futuro presidente herdará País com divisão

Daniel Tossato

27/10/2018 | 06:34


Independentemente de quem vencer a eleição amanhã, o futuro presidente encontrará um País com população dividida. A análise foi feita pelo cientista político Eduardo Viveiros, que participou do programa Diálogo Diário, no DGABC TV, no dgabc.com.br, para falar sobre a conjuntura eleitoral no Brasil.

Amanhã, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) disputam a segunda etapa das eleições presidenciais. O primeiro turno foi vencido por Bolsonaro, que recebeu 46% dos votos válidos, enquanto Haddad obteve 29,3%.

Para o especialista, a polarização que ocorre no País já acontecia no início da campanha e acabou se intensificando com o segundo turno. “A polarização pode não ser resolvida. Temos um candidato com discurso agressivo, que queima pontes com alguns setores, o que já não garantiria a união”, afirmou Viveiros, em insinuação a Jair Bolsonaro.

Nas eleições presidenciais de 2014, o Brasil já tinha demonstrado grande divisão. A ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que se elegeu no segundo turno, recebeu 51,6% dos votos válidos, enquanto Aécio Neves (PSDB) alcançou 48,3%. A diferença foi de apenas 3 milhões de sufrágios.

Recentemente, Bolsonaro afirmou que poderia exilar inimigos políticos e que “fuzilaria a petralhada”, como o candidato se refere aos militantes do PT. Dias depois, recuou e disse que aceitaria oposição em seu governo.

“Dizer que vai perseguir inimigos por motivos ideológicos não é correto. É um discurso muito radical, que foi abordado até pela imprensa internacional, como algo que beira o fascismo”, pontuou o cientista político. “Ganhe quem ganhar, a política terá que ser feita com diálogo e debate de ideias”, afirmou. 

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