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Troca de óleo: veja 9 perigos que podem prejudicar seu veículo

 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Além de lubrificar, substância é responsável por prevenir desgaste, oxidação e corrosão das peças do motor


Leo Alves
Do Garagem360

10/10/2018 | 09:48


Além de lubrificar, o óleo é responsável por prevenir o desgaste, a oxidação e a corrosão das peças do motor, garantindo o seu bom desempenho. Por isso, uma lubrificação errada provoca sérios prejuízos desde a redução da performance do automóvel até o aumento no consumo de combustível. Em situações mais críticas, há ainda o risco de fundir o motor. Nesse caso, o custo de manutenção pode chegar a até 50% do valor do veículo.

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“Uma lubrificação ineficiente pode ser causada por vários fatores, desde o modo de aplicação no motor até a utilização de lubrificantes, que não seguem as especificações das montadoras do veículo”, afirma Denise Novaes, coordenadora de Assistência Técnica da Total Lubrificantes do Brasil.

LEIA MAIS: VW Saveiro é a picape compacta que menos desvaloriza

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Para o motorista não cair nessa e em outras armadilhas, a especialista da Total aponta os nove principais perigos na hora de substituir o óleo lubrificante.

Perigos da troca de óleo

1. Não respeitar o prazo para a troca do produto

Todo fabricante estipula um prazo no manual do proprietário que deve ser seguido. Normalmente o intervalo indicado é a cada 5 mil km ou 10 mil km. Utilizar o óleo além do período recomendado leva à formação de borra e compromete a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, já que aumenta o atrito e o desgaste precoce.

2. Completar o óleo

Ao fazer isso, o produto novo é misturado com o usado e acaba contaminado. O resultado é um lubrificante misto e bem diferente dos dois originais, comprometendo a eficácia e desempenho do motor. Por isso, deve-se trocar todo o óleo do cárter por um novo.

3. Usar aditivos

Além de comprometer as propriedades do lubrificante, gerando a formação de depósitos no motor, faz você desperdiçar dinheiro e energia. Isso porque os óleos de boa qualidade presentes no mercado já contêm um pacote de aditivos específicos em sua composição e atendem todas as necessidades do veículo.

4. Misturar lubrificantes

A prática é uma das principais armadilhas para os motoristas. Muitos misturam os produtos em situações de emergência, como um vazamento, por exemplo. Embora não seja recomendado, é possível misturar lubrificantes de marcas diferentes, desde que tenham a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), viscosidade e grau API e SAE. Caso contrário, prejudica a eficiência da lubrificação e gera sérios riscos ao motor.

5. Pingar óleo no motor

Afeta as áreas mais críticas, entre elas, velas, câmara de combustão e catalisador. Quando um desses componentes é afetado, há aumento nos custos de manutenção e nos gastos com combustível.

6. Bujão fechado indevidamente

Bujão é como o parafuso que fecha o dreno do cárter de óleo é conhecido. O item deve ser aparafusado corretamente para evitar vazamentos. Daí a importância de um profissional especializado fazer a troca de óleo para fechá-lo sem excesso de força, mas sem deixá-lo frouxo demais.

7. Não trocar o filtro do óleo

O filtro conserva em seu interior um volume residual de óleo oxidado que contamina o lubrificante novo acelerando o processo de envelhecimento. Por isso, deve ser trocado simultaneamente com o óleo para não carregar as impurezas retidas para dentro do motor novamente.

8. Rodar com lubrificante acima ou abaixo do nível

Deve ser evitado pois o óleo no nível mínimo compromete a lubrificação e aumenta a fricção entre as peças. Com isso, o desgaste dos componentes do motor é maior e resulta em perda de potência imediata, em excesso de calor ou mesmo na fundição do motor. E ao contrário, rodar com lubrificante acima do nível, leva o produto a transbordar e cair em locais fora do sistema de lubrificação.

9. Limpar a vareta com estopa

Jamais deve ser feito para não deixar os resíduos do óleo antigo contaminarem o novo lubrificante. O ideal é sempre usar papel absorvente para limpar a vareta durante a troca do lubrificante.

Na galeria, confira todos os carros testados pelo Garagem360.

 
 
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Troca de óleo: veja 9 perigos que podem prejudicar seu veículo

Além de lubrificar, substância é responsável por prevenir desgaste, oxidação e corrosão das peças do motor

Leo Alves
Do Garagem360

10/10/2018 | 09:48


Além de lubrificar, o óleo é responsável por prevenir o desgaste, a oxidação e a corrosão das peças do motor, garantindo o seu bom desempenho. Por isso, uma lubrificação errada provoca sérios prejuízos desde a redução da performance do automóvel até o aumento no consumo de combustível. Em situações mais críticas, há ainda o risco de fundir o motor. Nesse caso, o custo de manutenção pode chegar a até 50% do valor do veículo.

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Para o motorista não cair nessa e em outras armadilhas, a especialista da Total aponta os nove principais perigos na hora de substituir o óleo lubrificante.

Perigos da troca de óleo

1. Não respeitar o prazo para a troca do produto

Todo fabricante estipula um prazo no manual do proprietário que deve ser seguido. Normalmente o intervalo indicado é a cada 5 mil km ou 10 mil km. Utilizar o óleo além do período recomendado leva à formação de borra e compromete a capacidade de lubrificação das peças internas do motor, já que aumenta o atrito e o desgaste precoce.

2. Completar o óleo

Ao fazer isso, o produto novo é misturado com o usado e acaba contaminado. O resultado é um lubrificante misto e bem diferente dos dois originais, comprometendo a eficácia e desempenho do motor. Por isso, deve-se trocar todo o óleo do cárter por um novo.

3. Usar aditivos

Além de comprometer as propriedades do lubrificante, gerando a formação de depósitos no motor, faz você desperdiçar dinheiro e energia. Isso porque os óleos de boa qualidade presentes no mercado já contêm um pacote de aditivos específicos em sua composição e atendem todas as necessidades do veículo.

4. Misturar lubrificantes

A prática é uma das principais armadilhas para os motoristas. Muitos misturam os produtos em situações de emergência, como um vazamento, por exemplo. Embora não seja recomendado, é possível misturar lubrificantes de marcas diferentes, desde que tenham a mesma base (sintético, semissintético ou mineral), viscosidade e grau API e SAE. Caso contrário, prejudica a eficiência da lubrificação e gera sérios riscos ao motor.

5. Pingar óleo no motor

Afeta as áreas mais críticas, entre elas, velas, câmara de combustão e catalisador. Quando um desses componentes é afetado, há aumento nos custos de manutenção e nos gastos com combustível.

6. Bujão fechado indevidamente

Bujão é como o parafuso que fecha o dreno do cárter de óleo é conhecido. O item deve ser aparafusado corretamente para evitar vazamentos. Daí a importância de um profissional especializado fazer a troca de óleo para fechá-lo sem excesso de força, mas sem deixá-lo frouxo demais.

7. Não trocar o filtro do óleo

O filtro conserva em seu interior um volume residual de óleo oxidado que contamina o lubrificante novo acelerando o processo de envelhecimento. Por isso, deve ser trocado simultaneamente com o óleo para não carregar as impurezas retidas para dentro do motor novamente.

8. Rodar com lubrificante acima ou abaixo do nível

Deve ser evitado pois o óleo no nível mínimo compromete a lubrificação e aumenta a fricção entre as peças. Com isso, o desgaste dos componentes do motor é maior e resulta em perda de potência imediata, em excesso de calor ou mesmo na fundição do motor. E ao contrário, rodar com lubrificante acima do nível, leva o produto a transbordar e cair em locais fora do sistema de lubrificação.

9. Limpar a vareta com estopa

Jamais deve ser feito para não deixar os resíduos do óleo antigo contaminarem o novo lubrificante. O ideal é sempre usar papel absorvente para limpar a vareta durante a troca do lubrificante.

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