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Roger diz 'aceitar pressão' no cargo e assume culpa por má fase do Palmeiras



31/05/2018 | 08:50


O Palmeiras adotou a autocrítica nesta quarta-feira à noite para avaliar o momento ruim vivido pelo time depois de perder por 1 a 0 para o Cruzeiro, no Mineirão, e chegar a três resultados negativos em quatro rodadas do Campeonato Brasileiro. O técnico Roger Machado, por exemplo, assumiu a responsabilidade pelo declínio da equipe, mas garantiu não temer uma possível pressão sobre o cargo.

Além do resultado e da cobrança, a equipe teve ainda um momento de irritação no elenco. O atacante Dudu saiu de campo inconformado ao ser substituído, no segundo tempo, e chutou uma mala com isotônicos ao chegar ao banco. "Isso vai ser resolvido de forma interna. Tenho certeza que não vai passar de uma insatisfação em função do jogo, de querer ficar em campo. É cabeça quente do momento, não quero levar para outro lado", afirmou o treinador em entrevista coletiva.

A equipe precisará se recuperar desses tropeços no clássico com o São Paulo, marcado para este sábado, às 21 horas, no Allianz Parque. O adversário do Palmeiras está invicto na competição, enquanto o time da casa vivencia a intensa cobrança para reagir. Antes do jogo com o Cruzeiro, o clube também havia perdido ao cair por 3 a 2 diante do Sport dentro da própria arena.

"A responsabilidade do mau momento é minha. Os jogadores entram para fazer o que é determinado. Quando não acontece, a responsabilidade é do comando", disse o treinador. O Palmeiras criou pouco em Belo Horizonte, perdeu com um gol marcado por Rafael Sóbis e soube que terá um desfalque para sábado. O lateral Marcos Rocha levou o terceiro cartão amarelo e não enfrenta o São Paulo.

O treinador admitiu que, mesmo depois de ter feito a melhor campanha na fase de grupos da Copa Libertadores, vive um momento de pressão. "É natural, não vejo uma pressão desmedida em função do momento de turbulência que a gente vive. A vida do treinador é essa, trabalhar para que a instabilidade não aconteça e, nos momentos de pressão, saber trabalhar. Eu aceito a pressão", disse.



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Roger diz 'aceitar pressão' no cargo e assume culpa por má fase do Palmeiras


31/05/2018 | 08:50


O Palmeiras adotou a autocrítica nesta quarta-feira à noite para avaliar o momento ruim vivido pelo time depois de perder por 1 a 0 para o Cruzeiro, no Mineirão, e chegar a três resultados negativos em quatro rodadas do Campeonato Brasileiro. O técnico Roger Machado, por exemplo, assumiu a responsabilidade pelo declínio da equipe, mas garantiu não temer uma possível pressão sobre o cargo.

Além do resultado e da cobrança, a equipe teve ainda um momento de irritação no elenco. O atacante Dudu saiu de campo inconformado ao ser substituído, no segundo tempo, e chutou uma mala com isotônicos ao chegar ao banco. "Isso vai ser resolvido de forma interna. Tenho certeza que não vai passar de uma insatisfação em função do jogo, de querer ficar em campo. É cabeça quente do momento, não quero levar para outro lado", afirmou o treinador em entrevista coletiva.

A equipe precisará se recuperar desses tropeços no clássico com o São Paulo, marcado para este sábado, às 21 horas, no Allianz Parque. O adversário do Palmeiras está invicto na competição, enquanto o time da casa vivencia a intensa cobrança para reagir. Antes do jogo com o Cruzeiro, o clube também havia perdido ao cair por 3 a 2 diante do Sport dentro da própria arena.

"A responsabilidade do mau momento é minha. Os jogadores entram para fazer o que é determinado. Quando não acontece, a responsabilidade é do comando", disse o treinador. O Palmeiras criou pouco em Belo Horizonte, perdeu com um gol marcado por Rafael Sóbis e soube que terá um desfalque para sábado. O lateral Marcos Rocha levou o terceiro cartão amarelo e não enfrenta o São Paulo.

O treinador admitiu que, mesmo depois de ter feito a melhor campanha na fase de grupos da Copa Libertadores, vive um momento de pressão. "É natural, não vejo uma pressão desmedida em função do momento de turbulência que a gente vive. A vida do treinador é essa, trabalhar para que a instabilidade não aconteça e, nos momentos de pressão, saber trabalhar. Eu aceito a pressão", disse.

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