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Marina Silva se contradiz ao falar sobre papel da Rede

Ex-senadora prega nova política do partido, mas libera alianças com siglas tradicionais


Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

20/07/2016 | 07:00


Ex-senadora e presidenciável derrotada em 2010 e 2014, Marina Silva se contradisse ao falar sobre o futuro eleitoral da Rede Sustentabilidade nas eleições deste ano. Ela, que esteve ontem em agenda no Grande ABC – mais especificamente em Diadema, Mauá e São Caetano –, afirmou que sua sigla tratará a política de maneira diferenciada, porém, liberou os diretórios locais a fazer alianças eleitorais nos modelos vigentes.

“A Rede é um partido pequeno, mas com uma grande capilaridade junto à sociedade brasileira. E nós trabalhamos ainda mais com a ideia de inovação na política. Queremos inovar, inclusive, na construção de alianças políticas. Em 2010 e 2014, inauguramos elos com professores. Agora com é preciso (se unir) com os trabalhadores da Saúde, empresários de bem e jovens. Obviamente, quando for preciso e compatível em termos programáticos, vamos fazer (alianças) com outros parceiros de partidos”, considerou a líder da Rede.

Senadora por dois mandatos, Marina foi ministra do Meio Ambiente no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após se desfiliar-se do PT em 2008, concorreu pela primeira vez à presidência em 2010 pelo PV. Quatro anos depois, disputou pelo PSB. Ambos os pleitos, que foram vencidos por Dilma Rousseff (PT), ficou em terceiro lugar.

Marina evitou falar sobre pré-candidatura ao Palácio do Planalto, embora seu nome tenha sido colocado em pesquisas de intenções de voto. Assegurou que a ampla presença em lançar candidatos à prefeituras – tem nomes para as 27 capitais no País – deve-se à adesão de pessoas ao projeto do partido. “A eleição deste ano não será usada como trampolim para 2018. Tem muita gente que lança candidatura a qualquer preço pensando em acumular dividendos políticos. Nascemos como uma alternativa a polarização que temos aí. Acho que contribuímos para isso. Em 2010, junto com o PV, foi possível levar a eleição para o segundo turno. E quatro anos depois, mesmo com a maior violência política praticada, com mentiras, levamos para mais um turno. Com prolongamento do processo eleitoral foi feito alinhamento políticos. No caso de 2014, não foi a Rede que deliberou e sim um posicionamento meu”, citando o apoio declarado ao candidato derrotado no segundo turno pelo PSDB, o senador Aécio Neves, de Minas Gerais.

PRÉ-CANDIDATURAS
A agenda de Marina prestigiou os projetos na região. Ela passou pelas cidades de São Caetano, da pré-candidata Sara Jane Zanetti, de Diadema, onde o projeto é encabeçado pelo advogado ambientalista Virgílio Alcides de Faria, e de Mauá, cuja chapa é liderada pelo vereador Rogério Santana. O partido também tem pré-candidaturas em Santo André, com a professora Aurilucia Leite, e Ribeirão Pires, representada por Rosana Figueiredo. 



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Marina Silva se contradiz ao falar sobre papel da Rede

Ex-senadora prega nova política do partido, mas libera alianças com siglas tradicionais

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

20/07/2016 | 07:00


Ex-senadora e presidenciável derrotada em 2010 e 2014, Marina Silva se contradisse ao falar sobre o futuro eleitoral da Rede Sustentabilidade nas eleições deste ano. Ela, que esteve ontem em agenda no Grande ABC – mais especificamente em Diadema, Mauá e São Caetano –, afirmou que sua sigla tratará a política de maneira diferenciada, porém, liberou os diretórios locais a fazer alianças eleitorais nos modelos vigentes.

“A Rede é um partido pequeno, mas com uma grande capilaridade junto à sociedade brasileira. E nós trabalhamos ainda mais com a ideia de inovação na política. Queremos inovar, inclusive, na construção de alianças políticas. Em 2010 e 2014, inauguramos elos com professores. Agora com é preciso (se unir) com os trabalhadores da Saúde, empresários de bem e jovens. Obviamente, quando for preciso e compatível em termos programáticos, vamos fazer (alianças) com outros parceiros de partidos”, considerou a líder da Rede.

Senadora por dois mandatos, Marina foi ministra do Meio Ambiente no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após se desfiliar-se do PT em 2008, concorreu pela primeira vez à presidência em 2010 pelo PV. Quatro anos depois, disputou pelo PSB. Ambos os pleitos, que foram vencidos por Dilma Rousseff (PT), ficou em terceiro lugar.

Marina evitou falar sobre pré-candidatura ao Palácio do Planalto, embora seu nome tenha sido colocado em pesquisas de intenções de voto. Assegurou que a ampla presença em lançar candidatos à prefeituras – tem nomes para as 27 capitais no País – deve-se à adesão de pessoas ao projeto do partido. “A eleição deste ano não será usada como trampolim para 2018. Tem muita gente que lança candidatura a qualquer preço pensando em acumular dividendos políticos. Nascemos como uma alternativa a polarização que temos aí. Acho que contribuímos para isso. Em 2010, junto com o PV, foi possível levar a eleição para o segundo turno. E quatro anos depois, mesmo com a maior violência política praticada, com mentiras, levamos para mais um turno. Com prolongamento do processo eleitoral foi feito alinhamento políticos. No caso de 2014, não foi a Rede que deliberou e sim um posicionamento meu”, citando o apoio declarado ao candidato derrotado no segundo turno pelo PSDB, o senador Aécio Neves, de Minas Gerais.

PRÉ-CANDIDATURAS
A agenda de Marina prestigiou os projetos na região. Ela passou pelas cidades de São Caetano, da pré-candidata Sara Jane Zanetti, de Diadema, onde o projeto é encabeçado pelo advogado ambientalista Virgílio Alcides de Faria, e de Mauá, cuja chapa é liderada pelo vereador Rogério Santana. O partido também tem pré-candidaturas em Santo André, com a professora Aurilucia Leite, e Ribeirão Pires, representada por Rosana Figueiredo. 

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