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Jogadores do Sto.André
reconquistam confiança


Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

29/03/2011 | 07:02


Nada como uma vitória no clássico regional para devolver o ânimo e o moral ao Santo André. De virtual rebaixado à Série A-2 do Campeonato Paulista, com um time que parecia desmotivado e entregue, o Ramalhão passou a uma equipe com plenas chances de seguir na elite. Segundo o técnico Sandro Gaúcho, isso tem a ver com a mudança de comportamento dos jogadores, que passaram a corresponder como o esperado e dar a resposta em campo.

"Tudo é questão de confiança. A gente vinha de uma série de empates, derrota em casa, a vitória não vinha, então alguns atletas se abalam. Mas o grupo voltou a acreditar no trabalho, o resultado veio e agora só dependemos de nós", afirmou o treinador.

A comissão técnica tem realizado trabalho que não se restringe apenas ao físico, técnico e tático, o que, segundo Sandro Gaúcho, tem feito a diferença. "Eu, o Geraldo e o Hugo (ambos auxiliares) temos promovido trabalho psicológico. Chamamos e conversamos individualmente com os jogadores, vemos as dificuldades e falamos sobre isso. Gosto de fazer essa atividade com eles e, a partir daí, percebemos melhora muito grande. Creio que é parte fundamental."

Ontem, os jogadores se reapresentaram após folga no domingo e treinaram fisicamente na academia do Estádio Bruno Daniel. De acordo com Sandro Gaúcho, o ambiente entre atletas e comissão técnica está melhor após o 1 a 0 sobre o São Caetano, no sábado. "Podemos constatar que o ambiente está muito bom e mudou até com os torcedores, nas ruas, que voltaram a acreditar. O resultado nos tira um peso grande, mas não significa que podemos nos acomodar. Já vimos melhora, disposição, mas temos que pensar que o próximo jogo é sempre o mais importante", afirmou Sandro Gaúcho.

Hoje, o time trabalha em dois períodos. Pela manhã, faz atividade física e, à tarde, treino técnico no Estância Santa Luzia, em Mauá. "É uma semana boa para trabalhar para duas semanas decisivas", concluiu o treinador, referindo-se às decisões no Paulistão (domingo, contra o Prudente) e na Copa do Brasil (dia 6, contra o Sampaio Correa).

Secretaria de Obras não tem projeto para o Bruno Daniel

O futuro do Bruno Daniel continua indefinido. Isso porque o secretário da Sosp (Secretaria de Obras e Serviços Públicos) de Santo André, Alberto Rodrigues Casalinho, afirmou ontem que não tem nada em mãos para realização das intervenções na praça esportiva, que desde janeiro está parcialmente interditada devido às más condições estruturais - sobretudo na marquise das cadeiras cobertas.

"Se o secretário de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo (Edson Salvo Melo) nos enviar o projeto, vamos executar o serviço. Não posso dizer mais nada além disso porque não é da minha competência. A Secretaria de Obras não tem nada a ver com o Estádio Bruno Daniel", explicou Casalinho.

"Como corintiano e torcedor do Santo André, gostaria de ter um estádio bonito para o time que aprecio, que acomodasse bem a todos, mas eu, Alberto Rodrigues Casalinho, como torcedor, e não como secretário", esquivou-se.

Há mais de uma semana, o Diário aguarda resposta do Diretor de Esportes, Almir Padalino, sobre o assunto.



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Jogadores do Sto.André
reconquistam confiança

Dérek Bittencourt
Do Diário do Grande ABC

29/03/2011 | 07:02


Nada como uma vitória no clássico regional para devolver o ânimo e o moral ao Santo André. De virtual rebaixado à Série A-2 do Campeonato Paulista, com um time que parecia desmotivado e entregue, o Ramalhão passou a uma equipe com plenas chances de seguir na elite. Segundo o técnico Sandro Gaúcho, isso tem a ver com a mudança de comportamento dos jogadores, que passaram a corresponder como o esperado e dar a resposta em campo.

"Tudo é questão de confiança. A gente vinha de uma série de empates, derrota em casa, a vitória não vinha, então alguns atletas se abalam. Mas o grupo voltou a acreditar no trabalho, o resultado veio e agora só dependemos de nós", afirmou o treinador.

A comissão técnica tem realizado trabalho que não se restringe apenas ao físico, técnico e tático, o que, segundo Sandro Gaúcho, tem feito a diferença. "Eu, o Geraldo e o Hugo (ambos auxiliares) temos promovido trabalho psicológico. Chamamos e conversamos individualmente com os jogadores, vemos as dificuldades e falamos sobre isso. Gosto de fazer essa atividade com eles e, a partir daí, percebemos melhora muito grande. Creio que é parte fundamental."

Ontem, os jogadores se reapresentaram após folga no domingo e treinaram fisicamente na academia do Estádio Bruno Daniel. De acordo com Sandro Gaúcho, o ambiente entre atletas e comissão técnica está melhor após o 1 a 0 sobre o São Caetano, no sábado. "Podemos constatar que o ambiente está muito bom e mudou até com os torcedores, nas ruas, que voltaram a acreditar. O resultado nos tira um peso grande, mas não significa que podemos nos acomodar. Já vimos melhora, disposição, mas temos que pensar que o próximo jogo é sempre o mais importante", afirmou Sandro Gaúcho.

Hoje, o time trabalha em dois períodos. Pela manhã, faz atividade física e, à tarde, treino técnico no Estância Santa Luzia, em Mauá. "É uma semana boa para trabalhar para duas semanas decisivas", concluiu o treinador, referindo-se às decisões no Paulistão (domingo, contra o Prudente) e na Copa do Brasil (dia 6, contra o Sampaio Correa).

Secretaria de Obras não tem projeto para o Bruno Daniel

O futuro do Bruno Daniel continua indefinido. Isso porque o secretário da Sosp (Secretaria de Obras e Serviços Públicos) de Santo André, Alberto Rodrigues Casalinho, afirmou ontem que não tem nada em mãos para realização das intervenções na praça esportiva, que desde janeiro está parcialmente interditada devido às más condições estruturais - sobretudo na marquise das cadeiras cobertas.

"Se o secretário de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo (Edson Salvo Melo) nos enviar o projeto, vamos executar o serviço. Não posso dizer mais nada além disso porque não é da minha competência. A Secretaria de Obras não tem nada a ver com o Estádio Bruno Daniel", explicou Casalinho.

"Como corintiano e torcedor do Santo André, gostaria de ter um estádio bonito para o time que aprecio, que acomodasse bem a todos, mas eu, Alberto Rodrigues Casalinho, como torcedor, e não como secretário", esquivou-se.

Há mais de uma semana, o Diário aguarda resposta do Diretor de Esportes, Almir Padalino, sobre o assunto.

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