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Lauro recua e veta portaria de funcionário de vereador

Nario Barbosa/DGABC:  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

10/10/2015 | 07:00


A Prefeitura de Diadema, chefiada por Lauro Michels (PV), anunciou ontem anulação da portaria do promotor de eventos Paulo Guerreiro, 47, que havia sido admitido para cargo de chefia na Secretaria de Finanças, mas que seguia dando expediente no gabinete do vereador Reinaldo Meira (PSC).<EM>

Guerreiro teve o nome publicado no Diário Oficial da administração no dia 5, com data retroativa de 15 de setembro, para exercer função de chefe de serviço na Pasta que é coordenada por Francisco José Rocha (PSDB), sogro de Lauro. No entanto, durante esse período, o promotor de eventos jamais compareceu à Prefeitura, seguindo regularmente com trabalho no gabinete de Meira, na Câmara, em função não remunerada. Se fosse ao Paço, teria vencimento entre R$ 4.000 e R$ 4.500 por mês.

Por nota, o governo Lauro informou que “publicará nova portaria que torna sem efeito o ato que havia nomeado o candidato”. A administração ainda detalhou que “a Secretaria de Gestão de Pessoas (chefiada por Gesiel Duarte, PV) fez contato com o promotor de eventos solicitando entrega de documentação para admissão, o que não ocorreu”.

A versão é contrária à adotada por Guerreiro e pelo parlamentar. Logo após o Diário revelar o episódio, em reportagem publicada ontem, Guerreiro garantiu que não tinha conhecimento da nomeação. “Falei logo de cara e reforço: não fui informado de nada pela Prefeitura nem pelo vereador.”

A Prefeitura ainda acrescentou que o assessor de Meira não foi integrado ao quadro de funcionários do governo, justamente “pela não entrega de documentação”. Por isso, não depositou valores na conta dele.


REPERCUSSÃO
Revelando chateação com a repercussão, o promotor de eventos disse que procurou a administração para revelar que não tem mais pretensão de assumir cargo. “Estava na expectativa de poder trabalhar, por conta da indicação do PSC. Não sou filiado ao partido e não tenho qualquer vínculo com o Reinaldo Meira. Apenas o apoiava e utilizava as dependências de seu gabinete, o que não pretendo mais fazer. Trabalho com eventos e sempre fui honesto. Nunca busquei nada que não fosse meu na vida”, desabafou.

Já Reinaldo Meira voltou a classificar o episódio como “erro”, citando o PSC e a administração do verde como responsáveis. “Não fiz nada de errado. Não houve má-fé. Apenas equívoco entre o partido e a Prefeitura, que não se comunicaram direito”. Sobre a exoneração de Guerreiro, o parlamentar voltou a envolver sua sigla e o governo Lauro, garantindo “que espera por desfecho entre eles”. 



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Lauro recua e veta portaria de funcionário de vereador

Leandro Baldini
Do Diário do Grande ABC

10/10/2015 | 07:00


A Prefeitura de Diadema, chefiada por Lauro Michels (PV), anunciou ontem anulação da portaria do promotor de eventos Paulo Guerreiro, 47, que havia sido admitido para cargo de chefia na Secretaria de Finanças, mas que seguia dando expediente no gabinete do vereador Reinaldo Meira (PSC).<EM>

Guerreiro teve o nome publicado no Diário Oficial da administração no dia 5, com data retroativa de 15 de setembro, para exercer função de chefe de serviço na Pasta que é coordenada por Francisco José Rocha (PSDB), sogro de Lauro. No entanto, durante esse período, o promotor de eventos jamais compareceu à Prefeitura, seguindo regularmente com trabalho no gabinete de Meira, na Câmara, em função não remunerada. Se fosse ao Paço, teria vencimento entre R$ 4.000 e R$ 4.500 por mês.

Por nota, o governo Lauro informou que “publicará nova portaria que torna sem efeito o ato que havia nomeado o candidato”. A administração ainda detalhou que “a Secretaria de Gestão de Pessoas (chefiada por Gesiel Duarte, PV) fez contato com o promotor de eventos solicitando entrega de documentação para admissão, o que não ocorreu”.

A versão é contrária à adotada por Guerreiro e pelo parlamentar. Logo após o Diário revelar o episódio, em reportagem publicada ontem, Guerreiro garantiu que não tinha conhecimento da nomeação. “Falei logo de cara e reforço: não fui informado de nada pela Prefeitura nem pelo vereador.”

A Prefeitura ainda acrescentou que o assessor de Meira não foi integrado ao quadro de funcionários do governo, justamente “pela não entrega de documentação”. Por isso, não depositou valores na conta dele.


REPERCUSSÃO
Revelando chateação com a repercussão, o promotor de eventos disse que procurou a administração para revelar que não tem mais pretensão de assumir cargo. “Estava na expectativa de poder trabalhar, por conta da indicação do PSC. Não sou filiado ao partido e não tenho qualquer vínculo com o Reinaldo Meira. Apenas o apoiava e utilizava as dependências de seu gabinete, o que não pretendo mais fazer. Trabalho com eventos e sempre fui honesto. Nunca busquei nada que não fosse meu na vida”, desabafou.

Já Reinaldo Meira voltou a classificar o episódio como “erro”, citando o PSC e a administração do verde como responsáveis. “Não fiz nada de errado. Não houve má-fé. Apenas equívoco entre o partido e a Prefeitura, que não se comunicaram direito”. Sobre a exoneração de Guerreiro, o parlamentar voltou a envolver sua sigla e o governo Lauro, garantindo “que espera por desfecho entre eles”. 

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