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Sangues nos olhos

Divulgação: Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Olho Seco, símbolo do punk nacional, celebra
hoje 35 anos com show em Santo André


Oscar Brandtneris

10/10/2015 | 07:00


 Punk é sinônimo de liberdade de expressão e resistência. Mesmo com a dificuldade de sobreviver de música no meio independente e fazer a cena de bandas se manter em pé, a força da música e a vontade de expressar as ideias ainda são maiores do que qualquer pedra no caminho.

Para a Olho Seco, que comemora 35 anos de banda com show hoje no Club 74, em Santo André, a caminhada está longe de chegar ao fim. Após pausa e nove discos lançados durante toda carreira, voltaram, em 2011, com força total marcando presença nos line-ups de festivais importantes por todo Brasil, entre eles, Virada Cultural, Araraquara Rock e Abril Pro Rock. Agora é hora de pensar em novidade.

O baixista Fabio Braga conta que foram compostas seis músicas para novo projeto e que elas já foram apresentadas ao vivo algumas vezes. “Tocamos nos shows, mas por sermos independentes, tivemos que fazer pausa. Estamos voltando agora com as gravações”, conta. A previsão de lançamento da obra é para o primeiro semestre de 2016. Além do álbum – que vai se chamar Viva Nóis –, também será lançado no primeiro semestre do ano que vem um disco ao vivo com a banda Cólera, gravado no Sesc Pompeia em setembro de 2014. Peso garantido.

CENA PUNK
Em 1982, o movimento punk em São Paulo se consolidou. Bandas importantes como Ratos de Porão e Inocentes nasceram com a principal missão de bater de frente ao regime militar. Grito Suburbano é coletânea montada na época por bandas do movimento e hoje é referência histórica. O primeiro grande festival,o Começo do Fim do Mundo, também foi um marco da época e envolvia bandas de São Paulo, do Grande ABC e terminou em confronto com a polícia. “Hoje as coisas estão mais fáceis, por isso não se dá o mesmo valor para uma cena. Além do mais, tudo muda conforme o passar do tempo. Na época não tinha equipamento nem estrutura. Por isso, somos a resistência pura”, define o baixista.

Olho Seco – Show. Hoje, às 19h. 74 Club – Rua Itobi, 325, Vila Alpina, em Santo André. Ingr.: R$ 20. Lotação máxima de 100 pessoas.



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Sangues nos olhos

Olho Seco, símbolo do punk nacional, celebra
hoje 35 anos com show em Santo André

Oscar Brandtneris

10/10/2015 | 07:00


 Punk é sinônimo de liberdade de expressão e resistência. Mesmo com a dificuldade de sobreviver de música no meio independente e fazer a cena de bandas se manter em pé, a força da música e a vontade de expressar as ideias ainda são maiores do que qualquer pedra no caminho.

Para a Olho Seco, que comemora 35 anos de banda com show hoje no Club 74, em Santo André, a caminhada está longe de chegar ao fim. Após pausa e nove discos lançados durante toda carreira, voltaram, em 2011, com força total marcando presença nos line-ups de festivais importantes por todo Brasil, entre eles, Virada Cultural, Araraquara Rock e Abril Pro Rock. Agora é hora de pensar em novidade.

O baixista Fabio Braga conta que foram compostas seis músicas para novo projeto e que elas já foram apresentadas ao vivo algumas vezes. “Tocamos nos shows, mas por sermos independentes, tivemos que fazer pausa. Estamos voltando agora com as gravações”, conta. A previsão de lançamento da obra é para o primeiro semestre de 2016. Além do álbum – que vai se chamar Viva Nóis –, também será lançado no primeiro semestre do ano que vem um disco ao vivo com a banda Cólera, gravado no Sesc Pompeia em setembro de 2014. Peso garantido.

CENA PUNK
Em 1982, o movimento punk em São Paulo se consolidou. Bandas importantes como Ratos de Porão e Inocentes nasceram com a principal missão de bater de frente ao regime militar. Grito Suburbano é coletânea montada na época por bandas do movimento e hoje é referência histórica. O primeiro grande festival,o Começo do Fim do Mundo, também foi um marco da época e envolvia bandas de São Paulo, do Grande ABC e terminou em confronto com a polícia. “Hoje as coisas estão mais fáceis, por isso não se dá o mesmo valor para uma cena. Além do mais, tudo muda conforme o passar do tempo. Na época não tinha equipamento nem estrutura. Por isso, somos a resistência pura”, define o baixista.

Olho Seco – Show. Hoje, às 19h. 74 Club – Rua Itobi, 325, Vila Alpina, em Santo André. Ingr.: R$ 20. Lotação máxima de 100 pessoas.

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