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A alternância das cores


Do Diário do Grande ABC

22/01/2021 | 23:59


Laranja durante o dia e vermelho no período noturno. Este é o resumo do que foi anunciado ontem pelo governo paulista. Na reclassificação do Plano São Paulo de combate à pandemia, todo o Estado estará, a partir de segunda-feira, na fase mais restritiva das 20h até as 6h, na qual só podem abrir farmácias, padarias, mercados, postos de combustíveis e hotéis. Das 6h às 20h, academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, escritórios e parques podem atender por até oito horas e com restrição de 50% do público.

As mudanças foram necessárias em razão do avanço do número de casos de Covid-19 e também das mortes causadas pela doença. Ontem, no Grande ABC, 23 pessoas perderam a vida em razão do vírus. Desde o início da pandemia, em março de 2020, já são 3.876 óbitos. Para efeito de comparação, este total corresponde à lotação de duas composições da Linha 10-Turquesa da CPTM, que corta as cidades da região, durante o horário de pico.

Na explicação sobre as novas regras, o coordenador executivo do centro de contingência do Palácio dos Bandeirantes, João Gabbardo, lembrou que a cada seis minutos ocorre o registro de uma vítima fatal em São Paulo.

O número excessivo de perdas deveria servir para que as pessoas se conscientizassem do perigo que todos estão correndo e, dessa forma, tomassem providências para evitar a contaminação.

A vacinação começou. Entretanto, o número de doses disponibilizadas pelo Instituto Butantan e o de frações que ontem desembarcaram no País, vindas da Índia, é insuficiente para uma cobertura mínima. Junte-se a isso a desconfiança quanto à eficácia dos medicamentos, incentivada por certas autoridades e amplificada por quem não tem noção do que diz, e está feita uma equação com resultados desastrosos.

Ainda não é hora de abusar. O uso de máscara e demais cuidados têm de ser mantidos. Pois os hospitais permanecem lotados. 



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A alternância das cores

Do Diário do Grande ABC

22/01/2021 | 23:59


Laranja durante o dia e vermelho no período noturno. Este é o resumo do que foi anunciado ontem pelo governo paulista. Na reclassificação do Plano São Paulo de combate à pandemia, todo o Estado estará, a partir de segunda-feira, na fase mais restritiva das 20h até as 6h, na qual só podem abrir farmácias, padarias, mercados, postos de combustíveis e hotéis. Das 6h às 20h, academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, escritórios e parques podem atender por até oito horas e com restrição de 50% do público.

As mudanças foram necessárias em razão do avanço do número de casos de Covid-19 e também das mortes causadas pela doença. Ontem, no Grande ABC, 23 pessoas perderam a vida em razão do vírus. Desde o início da pandemia, em março de 2020, já são 3.876 óbitos. Para efeito de comparação, este total corresponde à lotação de duas composições da Linha 10-Turquesa da CPTM, que corta as cidades da região, durante o horário de pico.

Na explicação sobre as novas regras, o coordenador executivo do centro de contingência do Palácio dos Bandeirantes, João Gabbardo, lembrou que a cada seis minutos ocorre o registro de uma vítima fatal em São Paulo.

O número excessivo de perdas deveria servir para que as pessoas se conscientizassem do perigo que todos estão correndo e, dessa forma, tomassem providências para evitar a contaminação.

A vacinação começou. Entretanto, o número de doses disponibilizadas pelo Instituto Butantan e o de frações que ontem desembarcaram no País, vindas da Índia, é insuficiente para uma cobertura mínima. Junte-se a isso a desconfiança quanto à eficácia dos medicamentos, incentivada por certas autoridades e amplificada por quem não tem noção do que diz, e está feita uma equação com resultados desastrosos.

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