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Medo nas telonas paulistanas

E também o bizarro e o místico no novo festival de cinema SP Terror, que terá apresentação de 34 títulos


Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

24/06/2009 | 07:00


Seres e situações nada normais são tema do mais novo festival cinematográfico paulista. A partir de sexta, os fãs do grotesco poderão acompanhar o "SP Terror - Festival Internacional de Cinema Fantástico", que ocorre nas salas da Reserva Cultural (Avenida Paulista, 900. Tel.: 3287-3529).

A ideia de se criar um evento destinado especialmente para filmes trash veio da influência de atrações do tipo espalhadas por Estados Unidos, Espanha, Inglaterra e Portugal, entre outras partes do mundo. "Viajando por diversos lugares, descobri festivais por todos os cantos. Quando voltei a São Paulo, vi que temos potencial para abrigar um evento desses", explica Betina Goldman, idealizadora e diretora do SP Terror. Originalmente, ela trabalha como agente de vendas de produções de diversos diretores, entre eles José Mojica Marins, mestre do horror brasileiro.

O GÊNERO - Betina adianta o que o público vai encontrar no festival. "É um gênero do cinema que aborda coisas irreais, como as figuras dos vampiros e histórias de ficção científica. Ele é recheado de tudo que é exótico, esotérico e que tem hiper-realismo". Esse tipo de produção atrai a atenção principalmente dos jovens. "A cidade tem uma grande população jovem e bem informada. Trata-se de uma geração que vê o terror como algo divertido, uma espécie de transgressão."

Apesar de ser a primeira edição, o evento recebeu cerca de 550 produções querendo fazer parte da programação. No total, apenas 34 títulos, entre eles curtas e longa-metragens nacionais e internacionais, foram selecionados. Um júri presidido por José Mojica irá avaliar 15 filmes que participam das duas mostras competitivas, uma internacional e outra ibero-americana. O restante fará parte das apresentações de exibição. Haverá também uma mostra especial destinada a consagrados títulos nacionais e clássicos estrangeiros.

O acervo é vasto e promete agradar a um leque amplo de fãs. Será possível assistir a produções que mobilizaram público e crítica (seja de forma positiva ou negativa), como "Mangue Negro", do capixaba Rodrigo Aragão, e "O Gigante Japonês", do diretor Hitoshi Matsumoto. Algumas atrações inéditas, caso de "Os Matadores de Vampiras Lésbicas", Eden Log e Strange Girls, também fazem parte da programação.

"Esperamos que todos os jovens congreguem para a Avenida Paulista, grande símbolo da cidade, e aproveitem o terror ao máximo. Queremos que o público marque presença", diz a idealizadora do festival.

As apresentações dos longas e curtas-metragens ocorrem em diversas sessões até o dia 2. As entradas custam R$ 13 por filme, sendo possível adquirir um passaporte especial, que dá direito a assistir 10 produções a sua escolha (exceto as sessões de abertura e encerramento), ao preço de R$ 50. A programação completa do festival pode ser consultada no site (www.spterror.com).



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Medo nas telonas paulistanas

E também o bizarro e o místico no novo festival de cinema SP Terror, que terá apresentação de 34 títulos

Luís Felipe Soares
Do Diário do Grande ABC

24/06/2009 | 07:00


Seres e situações nada normais são tema do mais novo festival cinematográfico paulista. A partir de sexta, os fãs do grotesco poderão acompanhar o "SP Terror - Festival Internacional de Cinema Fantástico", que ocorre nas salas da Reserva Cultural (Avenida Paulista, 900. Tel.: 3287-3529).

A ideia de se criar um evento destinado especialmente para filmes trash veio da influência de atrações do tipo espalhadas por Estados Unidos, Espanha, Inglaterra e Portugal, entre outras partes do mundo. "Viajando por diversos lugares, descobri festivais por todos os cantos. Quando voltei a São Paulo, vi que temos potencial para abrigar um evento desses", explica Betina Goldman, idealizadora e diretora do SP Terror. Originalmente, ela trabalha como agente de vendas de produções de diversos diretores, entre eles José Mojica Marins, mestre do horror brasileiro.

O GÊNERO - Betina adianta o que o público vai encontrar no festival. "É um gênero do cinema que aborda coisas irreais, como as figuras dos vampiros e histórias de ficção científica. Ele é recheado de tudo que é exótico, esotérico e que tem hiper-realismo". Esse tipo de produção atrai a atenção principalmente dos jovens. "A cidade tem uma grande população jovem e bem informada. Trata-se de uma geração que vê o terror como algo divertido, uma espécie de transgressão."

Apesar de ser a primeira edição, o evento recebeu cerca de 550 produções querendo fazer parte da programação. No total, apenas 34 títulos, entre eles curtas e longa-metragens nacionais e internacionais, foram selecionados. Um júri presidido por José Mojica irá avaliar 15 filmes que participam das duas mostras competitivas, uma internacional e outra ibero-americana. O restante fará parte das apresentações de exibição. Haverá também uma mostra especial destinada a consagrados títulos nacionais e clássicos estrangeiros.

O acervo é vasto e promete agradar a um leque amplo de fãs. Será possível assistir a produções que mobilizaram público e crítica (seja de forma positiva ou negativa), como "Mangue Negro", do capixaba Rodrigo Aragão, e "O Gigante Japonês", do diretor Hitoshi Matsumoto. Algumas atrações inéditas, caso de "Os Matadores de Vampiras Lésbicas", Eden Log e Strange Girls, também fazem parte da programação.

"Esperamos que todos os jovens congreguem para a Avenida Paulista, grande símbolo da cidade, e aproveitem o terror ao máximo. Queremos que o público marque presença", diz a idealizadora do festival.

As apresentações dos longas e curtas-metragens ocorrem em diversas sessões até o dia 2. As entradas custam R$ 13 por filme, sendo possível adquirir um passaporte especial, que dá direito a assistir 10 produções a sua escolha (exceto as sessões de abertura e encerramento), ao preço de R$ 50. A programação completa do festival pode ser consultada no site (www.spterror.com).

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