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5+2 = Grand Livina

Monovolume da Nissan tem capacidade para 7 pessoas e oferece preço competitivo com o IPI reduzido


Marcelo Monegato
Enviado a Campinas (SP)

24/06/2009 | 07:00


A Nissan, aos poucos, vai colocando as manguinhas de fora no mercado brasileiro. Após lançar o monovolume Livina, primeiro carro de passeio produzido no País, e de introduzir o motor flex no hatch Tiida, a marca apresentou o Grand Livina, outro monovolume feito em São José dos Pinhais (PR), mas com capacidade para sete ocupantes.

O veículo chega em quatro configurações - duas de acabamento e duas de transmissão. A versão de entrada 1.8 manual parte de R$ 54.890. A top 1.8 SL automática, por sua vez, custa R$ 65.390. Atenção: estes preços estão com o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido. Caso o imposto volte ao normal, os preços serão repassados ao consumidor.

Todas as configurações trazem ar-condicionado, direção com assistência elétrica variável, trava elétrica, air bag frontal (motorista), vidros elétricos, entre outros. A topo de linha, por sua vez, tem algumas diferenças, como ar-condicionado digital e automático, air bag duplo (motorista e passageiro), revestimento dos bancos e dos painéis da porta em couro, CD player com MP3, entre outros. Falta, porém, um computador de bordo.

ESPAÇO - No Grand Livina, o ‘Grand' é levado a sério. O espaço é significativo. Com 4,42 metros de comprimento - 2,60 metros só de distância entre os eixos -, o Nissan é um paraíso de conforto para as pernas dos passageiros.

A terceira fileira, que normalmente é prejudicada e capaz de atender apenas pessoas de baixa estatura, é confortável mesmo para um marmanjo de aproximadamente 1,75 metro de altura. O acesso também é satisfatório.

AVALIAÇÃO - Para entender melhor o Livinão, o Diário realizou test drive entre as cidades de Guarulhos e Campinas, no interior de São Paulo. Pegamos a versão 1.8 SL com transmissão manual de seis velocidades - isso mesmo, seis!

A primeira troca de olhares não entusiasma, afinal, o Grand Livina é idêntico ao Livina, com a grade cromada semelhante à do Murano, as linhas bastante retas, pouco ousadas, conjunto óptico dianteiro que remete ao do Clio e traseiro que lembra um pouco o do Mercedes Classe A.

Internamente - como dito antes - o espaço impressiona. No entanto, demoramos um pouco para sair, pois encontramos dificuldades para encontrar a melhor posição ao dirigir. Falta um controle de altura do banco do motorista, ideal para um veículo de porte mais avantajado.

Na Rodovia Ayrton Senna, sentido Interior, o Grand Livina mostrou desenvoltura. As seis marchas tornaram o modelo mais ágil. Mesmo em sexta marcha, as retomadas foram satisfatórias. Destaque para a suspensão muito bem acertada, um pouco mais rígida, mas com um toque de maciez.

O motor 1.8 16V Flex também revelou-se ideal para o modelo. Atenção especial para o torque de 17,5 mkgf a 4.800 rpm - 90% desta força já está disponível a 2.400 rpm.

No caminho de volta pegamos o automático. A comodidade agrada, mas as quatro marchas inibem o desempenho, deixando o modelo moroso.

Nissan planeja novos produtos

Com o lançamento do Grand Livina, chega ao fim o plano de negócios da Nissan SHIFT_mercosul, que previa o investimento de US$ 150 milhões em novos produtos e fortalecimento dos setores de vendas e pós-vendas. No entanto, de acordo com o presidente da marca no Mercosul, Thomas Besson, já há conversas para a elaboração de um novo plano para o triênio 2010, 2011 e 2012, visando, inclusive, novos modelos para o Brasil.

A próxima novidade da Nissan a desembarcar no mercado brasileiro será o Sentra Flex. Ainda não há data definida para sua chegada, mas os executivos da marca confirmaram que o sedã médio virá neste ano. Que se cuidem Civic, Corolla, Vectra, Pallas.

GRAND LIVINA - As projeções de vendas para o Grand Livina são ambiciosas. A montadora espera emplacar pelo menos 250 unidades por mês, fechando o ano com 1.500 carros comercializados. No entanto, alguns acreditam que este número possa ser um pouco maior, o que superaria qualquer expectativa.



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5+2 = Grand Livina

Monovolume da Nissan tem capacidade para 7 pessoas e oferece preço competitivo com o IPI reduzido

Marcelo Monegato
Enviado a Campinas (SP)

24/06/2009 | 07:00


A Nissan, aos poucos, vai colocando as manguinhas de fora no mercado brasileiro. Após lançar o monovolume Livina, primeiro carro de passeio produzido no País, e de introduzir o motor flex no hatch Tiida, a marca apresentou o Grand Livina, outro monovolume feito em São José dos Pinhais (PR), mas com capacidade para sete ocupantes.

O veículo chega em quatro configurações - duas de acabamento e duas de transmissão. A versão de entrada 1.8 manual parte de R$ 54.890. A top 1.8 SL automática, por sua vez, custa R$ 65.390. Atenção: estes preços estão com o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido. Caso o imposto volte ao normal, os preços serão repassados ao consumidor.

Todas as configurações trazem ar-condicionado, direção com assistência elétrica variável, trava elétrica, air bag frontal (motorista), vidros elétricos, entre outros. A topo de linha, por sua vez, tem algumas diferenças, como ar-condicionado digital e automático, air bag duplo (motorista e passageiro), revestimento dos bancos e dos painéis da porta em couro, CD player com MP3, entre outros. Falta, porém, um computador de bordo.

ESPAÇO - No Grand Livina, o ‘Grand' é levado a sério. O espaço é significativo. Com 4,42 metros de comprimento - 2,60 metros só de distância entre os eixos -, o Nissan é um paraíso de conforto para as pernas dos passageiros.

A terceira fileira, que normalmente é prejudicada e capaz de atender apenas pessoas de baixa estatura, é confortável mesmo para um marmanjo de aproximadamente 1,75 metro de altura. O acesso também é satisfatório.

AVALIAÇÃO - Para entender melhor o Livinão, o Diário realizou test drive entre as cidades de Guarulhos e Campinas, no interior de São Paulo. Pegamos a versão 1.8 SL com transmissão manual de seis velocidades - isso mesmo, seis!

A primeira troca de olhares não entusiasma, afinal, o Grand Livina é idêntico ao Livina, com a grade cromada semelhante à do Murano, as linhas bastante retas, pouco ousadas, conjunto óptico dianteiro que remete ao do Clio e traseiro que lembra um pouco o do Mercedes Classe A.

Internamente - como dito antes - o espaço impressiona. No entanto, demoramos um pouco para sair, pois encontramos dificuldades para encontrar a melhor posição ao dirigir. Falta um controle de altura do banco do motorista, ideal para um veículo de porte mais avantajado.

Na Rodovia Ayrton Senna, sentido Interior, o Grand Livina mostrou desenvoltura. As seis marchas tornaram o modelo mais ágil. Mesmo em sexta marcha, as retomadas foram satisfatórias. Destaque para a suspensão muito bem acertada, um pouco mais rígida, mas com um toque de maciez.

O motor 1.8 16V Flex também revelou-se ideal para o modelo. Atenção especial para o torque de 17,5 mkgf a 4.800 rpm - 90% desta força já está disponível a 2.400 rpm.

No caminho de volta pegamos o automático. A comodidade agrada, mas as quatro marchas inibem o desempenho, deixando o modelo moroso.

Nissan planeja novos produtos

Com o lançamento do Grand Livina, chega ao fim o plano de negócios da Nissan SHIFT_mercosul, que previa o investimento de US$ 150 milhões em novos produtos e fortalecimento dos setores de vendas e pós-vendas. No entanto, de acordo com o presidente da marca no Mercosul, Thomas Besson, já há conversas para a elaboração de um novo plano para o triênio 2010, 2011 e 2012, visando, inclusive, novos modelos para o Brasil.

A próxima novidade da Nissan a desembarcar no mercado brasileiro será o Sentra Flex. Ainda não há data definida para sua chegada, mas os executivos da marca confirmaram que o sedã médio virá neste ano. Que se cuidem Civic, Corolla, Vectra, Pallas.

GRAND LIVINA - As projeções de vendas para o Grand Livina são ambiciosas. A montadora espera emplacar pelo menos 250 unidades por mês, fechando o ano com 1.500 carros comercializados. No entanto, alguns acreditam que este número possa ser um pouco maior, o que superaria qualquer expectativa.

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