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Diretoria do São Paulo se 'arma' para protestos de torcedores



24/06/2009 | 07:00


Nenhum sorriso, entrevistas que pareciam ensaiadas e muita apreensão. Assim foi o dia do São Paulo, ontem. E os próximos não devem ser diferentes. O clima está pesado depois da quarta eliminação consecutiva da Libertadores e da demissão do técnico Muricy Ramalho.

A Independente, principal torcida organizada do clube, promete ir ao CT hoje, quando acontece a apresentação oficial do novo treinador, Ricardo Gomes.

A organizada oferece até ônibus gratuito para levar os torcedores ao CT são-paulino na manhã de hoje. Mas ontem mesmo, temendo eventuais protestos, os dirigentes do São Paulo reforçaram o esquema de segurança do local.

Uma corrente foi colocada antes do portão de entrada do CT, para uma primeira abordagem pelos três seguranças do clube - ontem, só jogadores, funcionários e jornalistas podiam passar pelo local. A diretoria ainda contratou ao menos dez seguranças.

Para completar, o São Paulo enviou um ofício à Polícia Militar dizendo de seu temor. Assim, uma viatura com cinco policiais ficou estacionada no CT do vizinho e rival Palmeiras.

Os jogadores sabem que o clima não é bom, mas pediram um voto de confiança. "O torcedor tem o direito de protestar, mas acho que é o momento deles apoiarem o time", pediu o atacante Borges.

O discurso do jogador parecia ensaiado. Ele repetiu muitas vezes que o ambiente no clube era bom, que não existia qualquer problema de relacionamento com Washington ou qualquer outro companheiro.

"É na derrota que você mostra que tem coragem. Aqui tem um grupo de homens, não há jogador mau-caráter ou que foi problema em algum outro clube. Estou aqui dizendo que a gente vai superar este momento", avisou Borges.

Washington não fugiu muito do discurso do colega, mas admitiu que os jogadores precisam assumir sua parcela de culpa para dar certo.

"O time precisa ajudar o Ricardo Gomes (novo técnico) a ser feliz", afirmou o atacante. A fase não está boa, mas isso acontece em todo time. Precisamos ficar ainda mais unidos neste momento", comentou.



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Diretoria do São Paulo se 'arma' para protestos de torcedores


24/06/2009 | 07:00


Nenhum sorriso, entrevistas que pareciam ensaiadas e muita apreensão. Assim foi o dia do São Paulo, ontem. E os próximos não devem ser diferentes. O clima está pesado depois da quarta eliminação consecutiva da Libertadores e da demissão do técnico Muricy Ramalho.

A Independente, principal torcida organizada do clube, promete ir ao CT hoje, quando acontece a apresentação oficial do novo treinador, Ricardo Gomes.

A organizada oferece até ônibus gratuito para levar os torcedores ao CT são-paulino na manhã de hoje. Mas ontem mesmo, temendo eventuais protestos, os dirigentes do São Paulo reforçaram o esquema de segurança do local.

Uma corrente foi colocada antes do portão de entrada do CT, para uma primeira abordagem pelos três seguranças do clube - ontem, só jogadores, funcionários e jornalistas podiam passar pelo local. A diretoria ainda contratou ao menos dez seguranças.

Para completar, o São Paulo enviou um ofício à Polícia Militar dizendo de seu temor. Assim, uma viatura com cinco policiais ficou estacionada no CT do vizinho e rival Palmeiras.

Os jogadores sabem que o clima não é bom, mas pediram um voto de confiança. "O torcedor tem o direito de protestar, mas acho que é o momento deles apoiarem o time", pediu o atacante Borges.

O discurso do jogador parecia ensaiado. Ele repetiu muitas vezes que o ambiente no clube era bom, que não existia qualquer problema de relacionamento com Washington ou qualquer outro companheiro.

"É na derrota que você mostra que tem coragem. Aqui tem um grupo de homens, não há jogador mau-caráter ou que foi problema em algum outro clube. Estou aqui dizendo que a gente vai superar este momento", avisou Borges.

Washington não fugiu muito do discurso do colega, mas admitiu que os jogadores precisam assumir sua parcela de culpa para dar certo.

"O time precisa ajudar o Ricardo Gomes (novo técnico) a ser feliz", afirmou o atacante. A fase não está boa, mas isso acontece em todo time. Precisamos ficar ainda mais unidos neste momento", comentou.

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