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Diretoria corta gastos, mas não mexe na comissão



24/06/2009 | 07:00


O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, determinou corte de 15% dos gastos em todos os departamentos do clube. Isso desencadeou a especulação de que os salários da comissão técnica do time profissional de futebol poderiam ser revistos como parte dessa estratégia. Mas os dirigentes se apressaram em negar essa possibilidade.

"Não há qualquer plano para reduzir os gastos nesse setor. Nem poderíamos fazer isso com jogadores e comissão técnica porque há o princípio da irredutibilidade de salários", disse o diretor de futebol do Palmeiras, Savério Orlandi.

Para atingir a meta de corte nos gastos, Savério Orlandi afirmou que o futebol profissional vai restringir o número de pessoas em viagens do time, além de "outros cortes operacionais" - isso pode significar a saída de jogadores que não estão sendo aproveitados.

O Palmeiras opera no vermelho desde 2006. Nos últimos meses, o rombo é de R$ 2 milhões mensais. "Se seguir assim, serão R$ 24 milhões negativos até o fim do ano. Tem de haver corte de despesas radical", disse Roberto Frizzo, defendendo redução da comissão técnica, que conta com quase 20 profissionais.



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Diretoria corta gastos, mas não mexe na comissão


24/06/2009 | 07:00


O presidente do Palmeiras, Luiz Gonzaga Belluzzo, determinou corte de 15% dos gastos em todos os departamentos do clube. Isso desencadeou a especulação de que os salários da comissão técnica do time profissional de futebol poderiam ser revistos como parte dessa estratégia. Mas os dirigentes se apressaram em negar essa possibilidade.

"Não há qualquer plano para reduzir os gastos nesse setor. Nem poderíamos fazer isso com jogadores e comissão técnica porque há o princípio da irredutibilidade de salários", disse o diretor de futebol do Palmeiras, Savério Orlandi.

Para atingir a meta de corte nos gastos, Savério Orlandi afirmou que o futebol profissional vai restringir o número de pessoas em viagens do time, além de "outros cortes operacionais" - isso pode significar a saída de jogadores que não estão sendo aproveitados.

O Palmeiras opera no vermelho desde 2006. Nos últimos meses, o rombo é de R$ 2 milhões mensais. "Se seguir assim, serão R$ 24 milhões negativos até o fim do ano. Tem de haver corte de despesas radical", disse Roberto Frizzo, defendendo redução da comissão técnica, que conta com quase 20 profissionais.

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