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Empresas apostam na criatividade para 'driblar' recessão


Emerson Coelho
Do Diário do Grande ABC

23/06/2009 | 07:00


Entre as micro empresas atingidas pela crise na região está a Fledlaz Indústria Metalúrgica Ltda., de Ribeirão Pires. Especializada em estamparia de metais e soldagem, a empresa fornece seus produtos para as principais montadoras do País. "Nosso volume de vendas caiu cerca de 40% com a crise econômica. De 50 mil peças passamos a vender cerca de 30 mil", explica o diretor comercial, Adriano Damas.

O impacto da crise fez a empresa demitir cerca de 20% do seu quadro de funcionários. Mas de uns dois meses para cá, a metalúrgica resolveu enfrentar o problema. "A solução encontrada foi aumentar a gama de produtos", comenta o executivo. Com a medida o faturamento da empresa atingiu quase o mesmo patamar de antes da crise, e o número de funcionários aumentou.

O diretor do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) regional de Santo André), Shotoku Yamamoto, foi enfático: "Claro que a indústria foi muito mais afetada do que outros segmentos, pois as exportações despencaram. E as grandes exportadoras, como as montadoras e fornecedoras de máquinas e equipamentos, pararam de comprar das pequenas e médias".

Segundo ele, as micro e pequenas operam em mercados de alta competição, embora, na maioria dos casos, não detenham alta tecnologia. Além disso, o crédito está disponível, mas ainda é escasso para as menores.



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Empresas apostam na criatividade para 'driblar' recessão

Emerson Coelho
Do Diário do Grande ABC

23/06/2009 | 07:00


Entre as micro empresas atingidas pela crise na região está a Fledlaz Indústria Metalúrgica Ltda., de Ribeirão Pires. Especializada em estamparia de metais e soldagem, a empresa fornece seus produtos para as principais montadoras do País. "Nosso volume de vendas caiu cerca de 40% com a crise econômica. De 50 mil peças passamos a vender cerca de 30 mil", explica o diretor comercial, Adriano Damas.

O impacto da crise fez a empresa demitir cerca de 20% do seu quadro de funcionários. Mas de uns dois meses para cá, a metalúrgica resolveu enfrentar o problema. "A solução encontrada foi aumentar a gama de produtos", comenta o executivo. Com a medida o faturamento da empresa atingiu quase o mesmo patamar de antes da crise, e o número de funcionários aumentou.

O diretor do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) regional de Santo André), Shotoku Yamamoto, foi enfático: "Claro que a indústria foi muito mais afetada do que outros segmentos, pois as exportações despencaram. E as grandes exportadoras, como as montadoras e fornecedoras de máquinas e equipamentos, pararam de comprar das pequenas e médias".

Segundo ele, as micro e pequenas operam em mercados de alta competição, embora, na maioria dos casos, não detenham alta tecnologia. Além disso, o crédito está disponível, mas ainda é escasso para as menores.

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