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Carro-bomba mata cinco soldados espanhóis no Líbano


Da AFP

24/06/2007 | 18:50


Cinco militares do contingente espanhol da Finul (Força Interina das Nações Unidas no Líbano) morreram e outros três ficaram feridos neste domingo na explosão de um carro-bomba no sul do país, informaram fontes oficiais.

O ataque matou os soldados colombianos Jefferson Vargas Moya, 21 anos, Jackson Castaño Abadía, 20, e Juan Erickson Posada, também de 20, e os espanhóis Jonathan Galea García,18 anos, e Juan Vidoria Díaz, 20.

Em uma entrevista coletiva em Madri, o ministro da Defesa espanhol, José Antonio Alonso, afirmou que as vítimas integravam a brigada pára-quedista do contingente espanhol na Finul.

De acordo com fontes oficiais, os soldados morreram quando o blindado em que viajavam foi atingido por uma bomba colocada em outro carro estacionado à margem de uma estrada no vale de Marjayoun-Jiam, no sul do Líbano. Segundo as primeiras investigações, a bomba foi acionada a distância e destruiu o veículo dos militares.

Um coronel, oficial de ligação do batalhão espanhol da Finul, disse que o ataque foi muito bem preparado. “Os corpos das vítimas foram projetados a vários metros devido à força da explosão, que provocou um incêndio”, revelou o oficial que pediu para não ser identificado.

Atentados - Trata-se do primeiro atentado contra os combatentes da ONU desde o fim da guerra entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah, no verão de 2006.

O movimento xiita libanês Hezbollah condenou a agressão contra os militares espanhóis, em comunicado divulgado em Beirute. “O Hezbollah denuncia firmemente a agressão, da qual a Finul foi vítima no sul do Líbano, e considera que se trata de um ato suspeito que representa uma afronta para o sul libanês e seus habitantes”. “Este ato de agressão tem por objetivo aumentar a instabilidade no Líbano, em particular no sul do país”, acrescentou o movimento xiita.

Representantes de Israel, Estados Unidos, Itália e França também condenaram o ato.



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Carro-bomba mata cinco soldados espanhóis no Líbano

Da AFP

24/06/2007 | 18:50


Cinco militares do contingente espanhol da Finul (Força Interina das Nações Unidas no Líbano) morreram e outros três ficaram feridos neste domingo na explosão de um carro-bomba no sul do país, informaram fontes oficiais.

O ataque matou os soldados colombianos Jefferson Vargas Moya, 21 anos, Jackson Castaño Abadía, 20, e Juan Erickson Posada, também de 20, e os espanhóis Jonathan Galea García,18 anos, e Juan Vidoria Díaz, 20.

Em uma entrevista coletiva em Madri, o ministro da Defesa espanhol, José Antonio Alonso, afirmou que as vítimas integravam a brigada pára-quedista do contingente espanhol na Finul.

De acordo com fontes oficiais, os soldados morreram quando o blindado em que viajavam foi atingido por uma bomba colocada em outro carro estacionado à margem de uma estrada no vale de Marjayoun-Jiam, no sul do Líbano. Segundo as primeiras investigações, a bomba foi acionada a distância e destruiu o veículo dos militares.

Um coronel, oficial de ligação do batalhão espanhol da Finul, disse que o ataque foi muito bem preparado. “Os corpos das vítimas foram projetados a vários metros devido à força da explosão, que provocou um incêndio”, revelou o oficial que pediu para não ser identificado.

Atentados - Trata-se do primeiro atentado contra os combatentes da ONU desde o fim da guerra entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah, no verão de 2006.

O movimento xiita libanês Hezbollah condenou a agressão contra os militares espanhóis, em comunicado divulgado em Beirute. “O Hezbollah denuncia firmemente a agressão, da qual a Finul foi vítima no sul do Líbano, e considera que se trata de um ato suspeito que representa uma afronta para o sul libanês e seus habitantes”. “Este ato de agressão tem por objetivo aumentar a instabilidade no Líbano, em particular no sul do país”, acrescentou o movimento xiita.

Representantes de Israel, Estados Unidos, Itália e França também condenaram o ato.

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