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Marcelo Oliveira barra pregões em concorrências do Legislativo

Modalidade garante economicidade e praticidade, diz especialista


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

14/02/2016 | 07:00


O presidente da Câmara de Mauá, Marcelo Oliveira (PT), tem barrado a modalidade pregão nas licitações realizadas na Casa. Esse tipo de concorrência pública, segundo especialista, garante economicidade e praticidade na aquisição de produtos para o Legislativo, já que o certame é uma espécie de leilão inverso, que prevê o alcance de menor preço para os gestores, além de permitir a realização da disputa por meio eletrônico.

Desde que assumiu o comando da Câmara, em 2015, Marcelo determinou a condução de modalidades tomada de preços ou carta convite nos processos do Parlamento, Pela Lei de Licitações (número 8.666/93), algumas licitações têm de ser feitas por meio dessas modalidades, já que obras e outros serviços de engenharia não se enquadram nos pregões.

O advogado especialista em direito público Alberto Rollo explica que os pregões dão “margem para negociações” no ato da abertura das propostas, ou seja, permite que o gestor escolha o menor valor. O inciso 8º do artigo 4º da lei número 10.50/2002, que regulamentou os pregões, versa que “no curso da sessão o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor”. “Em outras modalidades diferentes dos pregões, as propostas chegam em documento fechado, não permitem negociação. Além disso, o pregão eletrônico é uma modalidade moderna de licitação”. explica Rollo.

Marcelo admitiu que os pregões possibilitam a economia, mas destaca que “o barato sai caro”. “Fiz um pregão para compra de papel higiênico e os produtos vieram de qualidade ruim. Depois, os próprios funcionários da Câmara reclamaram”, justificou o petista. “Decidimos utilizar um modelo que, embora gastássemos um pouco mais, recebemos um produto de qualidade.”

Os pregões eram frequentemente adotados na gestão de Paulo Suares (PT), hoje vereador licenciado e superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), no biênio 2013-2014.



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Marcelo Oliveira barra pregões em concorrências do Legislativo

Modalidade garante economicidade e praticidade, diz especialista

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

14/02/2016 | 07:00


O presidente da Câmara de Mauá, Marcelo Oliveira (PT), tem barrado a modalidade pregão nas licitações realizadas na Casa. Esse tipo de concorrência pública, segundo especialista, garante economicidade e praticidade na aquisição de produtos para o Legislativo, já que o certame é uma espécie de leilão inverso, que prevê o alcance de menor preço para os gestores, além de permitir a realização da disputa por meio eletrônico.

Desde que assumiu o comando da Câmara, em 2015, Marcelo determinou a condução de modalidades tomada de preços ou carta convite nos processos do Parlamento, Pela Lei de Licitações (número 8.666/93), algumas licitações têm de ser feitas por meio dessas modalidades, já que obras e outros serviços de engenharia não se enquadram nos pregões.

O advogado especialista em direito público Alberto Rollo explica que os pregões dão “margem para negociações” no ato da abertura das propostas, ou seja, permite que o gestor escolha o menor valor. O inciso 8º do artigo 4º da lei número 10.50/2002, que regulamentou os pregões, versa que “no curso da sessão o autor da oferta de valor mais baixo e os das ofertas com preços até 10% superiores àquela poderão fazer novos lances verbais e sucessivos, até a proclamação do vencedor”. “Em outras modalidades diferentes dos pregões, as propostas chegam em documento fechado, não permitem negociação. Além disso, o pregão eletrônico é uma modalidade moderna de licitação”. explica Rollo.

Marcelo admitiu que os pregões possibilitam a economia, mas destaca que “o barato sai caro”. “Fiz um pregão para compra de papel higiênico e os produtos vieram de qualidade ruim. Depois, os próprios funcionários da Câmara reclamaram”, justificou o petista. “Decidimos utilizar um modelo que, embora gastássemos um pouco mais, recebemos um produto de qualidade.”

Os pregões eram frequentemente adotados na gestão de Paulo Suares (PT), hoje vereador licenciado e superintendente da Sama (Saneamento Básico do Município de Mauá), no biênio 2013-2014.

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