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Abono de R$ 200 pode concluir negociação salarial em Sto.André


Marco Borba
Do Diário do Grande ABC

12/07/2005 | 08:09


A Prefeitura de Santo André e o Sindiserv (Sindicato dos Servidores Públicos) estão prestes a entrar em acordo sobre o impasse que resultou na paralisação de alguns setores da administração, entre eles o de manutenção do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental). Em reunião realizada segunda-feira, a administração propôs abono de R$ 200, dividido em duas parcelas de R$ 100 (setembro e novembro), pagamento da primeira parcela do 13º salário em agosto e reposição dos dias parados. Os sindicalistas fazem assembléia nesta quarta-feira para decidir se aceitam a proposta. A principal reivindicação do funcionalismo - reposição de perda salarial de 47,31% que a categoria teria acumulado nos últimos 10 anos - foi engavetada. A greve, iniciada no dia 16 de junho, teve baixa adesão e durou 11 dias.

As negociações estavam suspensas porque não houve acordo no início deste mês durante reunião de conciliação entre as partes no TRT (Tribunal Regional do Trabalho). O encontro foi solicitado pelo Sindiserv para julgar o dissídio do funcionalismo, que ocorre em abril. Na ocasião, o comando de greve levou para o encontro, além do pedido de reposição, a sugestão de um abono de R$ 150 para quem ganha até R$ 1 mil e R$ 100 para os que ganham acima desse valor. A Prefeitura descartou as propostas. Com isso, o TRT deu prazo de cinco dias - vencido na última sexta-feira - para uma nova tentativa de acordo.

Segundo o diretor do Sindiserv, Jaime Almeida, caso a categoria aceite a proposta, o sindicato vai retirar do TRT o pedido de julgamento do dissídio e a Prefeitura, os processos abertos contra a entidade. Se não houver entendimento, o juiz do TRT vai avaliar o caso e marcar um dia para o julgamento. "Se dependesse da administração, o acordo teria sido assinado. Mas o sindicato pediu prazo para analisar nossa proposta", disse o coordenador da Comissão de Negociação Sindical da Prefeitura, Tomaz Martins.

Caso haja entendimento, a Prefeitura deverá enviar à Câmara novo projeto de lei prorrogando o acordo coletivo, vencido em maio, e que já havia sido prorrogado por 60 dias no mês passado.



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