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Bancários querem mudanças no projeto da Reforma Sindical


Da Agência Brasil

30/11/2004 | 18:14


O presidente do sindicato dos bancários de São Paulo, Osasco e região, Luis Cláudio Marcolini, disse nesta terça-feira, que temas como a representação em local de trabalho, lei de greves em serviços essenciais e questões que envolvem trabalhadores do serviço público não avançaram durante as reuniões do Fórum Nacional do Trabalho e precisam atingir o consenso. A afirmação foi feita após encontro com representantes do sindicato e da CNB (Confederação Nacional dos Bancários), em São Paulo, para discutir a Reforma Sindical.

"Nós continuaremos discutindo esses temas junto à Casa Civil para tentar fazer algumas sugestões. Não sendo possível, vamos fazer um debate junto ao Congresso Nacional, envolvendo os parlamentares", destacou Marcolini.

A Proposta de Emenda Constitucional e o anteprojeto de lei da Reforma Sindical estão em análise na Casa Civil e deverão ser encaminhados ao Congresso Nacional.

A OLT (Organização em Local de Trabalho) foi um dos temas mais discutidos durante o encontro. Os bancários criticam a proposta do governo e de empresários que prevê um representante para cada grupo de 30 a 80 funcionários. Marcolini avalia que 96% das empresas ficariam sem representação em local de trabalho.

A proposta do sindicato dos bancários prevê ainda que este representante seja sindicalizado e escolhido por votação em assembléia por funcionários sindicalizados. "Na proposta do governo, todos os trabalhadores têm direito de votar e ser votado. Desta forma, deixa de ser uma representação sindical e passa a ser uma representação de trabalhadores", afirmou.

O sindicalista também citou avanços nas discussões sobre Reforma Sindical, como a proposta que altera a estrutura sindical brasileira, incluindo o reconhecimento legal das centrais sindicais, e o reconhecimento do ato de greve como um direito, independentemente do julgamento de mérito, como prevê a atual legislação.

A plenária da CNB-CUT reúne líderes nacionais na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Na quarta-feira, os dirigentes sindicais farão um balanço da campanha salarial e da greve deste ano.



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Bancários querem mudanças no projeto da Reforma Sindical

Da Agência Brasil

30/11/2004 | 18:14


O presidente do sindicato dos bancários de São Paulo, Osasco e região, Luis Cláudio Marcolini, disse nesta terça-feira, que temas como a representação em local de trabalho, lei de greves em serviços essenciais e questões que envolvem trabalhadores do serviço público não avançaram durante as reuniões do Fórum Nacional do Trabalho e precisam atingir o consenso. A afirmação foi feita após encontro com representantes do sindicato e da CNB (Confederação Nacional dos Bancários), em São Paulo, para discutir a Reforma Sindical.

"Nós continuaremos discutindo esses temas junto à Casa Civil para tentar fazer algumas sugestões. Não sendo possível, vamos fazer um debate junto ao Congresso Nacional, envolvendo os parlamentares", destacou Marcolini.

A Proposta de Emenda Constitucional e o anteprojeto de lei da Reforma Sindical estão em análise na Casa Civil e deverão ser encaminhados ao Congresso Nacional.

A OLT (Organização em Local de Trabalho) foi um dos temas mais discutidos durante o encontro. Os bancários criticam a proposta do governo e de empresários que prevê um representante para cada grupo de 30 a 80 funcionários. Marcolini avalia que 96% das empresas ficariam sem representação em local de trabalho.

A proposta do sindicato dos bancários prevê ainda que este representante seja sindicalizado e escolhido por votação em assembléia por funcionários sindicalizados. "Na proposta do governo, todos os trabalhadores têm direito de votar e ser votado. Desta forma, deixa de ser uma representação sindical e passa a ser uma representação de trabalhadores", afirmou.

O sindicalista também citou avanços nas discussões sobre Reforma Sindical, como a proposta que altera a estrutura sindical brasileira, incluindo o reconhecimento legal das centrais sindicais, e o reconhecimento do ato de greve como um direito, independentemente do julgamento de mérito, como prevê a atual legislação.

A plenária da CNB-CUT reúne líderes nacionais na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Na quarta-feira, os dirigentes sindicais farão um balanço da campanha salarial e da greve deste ano.

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