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Nova heroína dos mares

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‘Moana' revela jornada contra maldição e para salvar a natureza


Tauana Marin

08/01/2017 | 07:05


Imagine famílias inteiras desbravando ilhas, cruzando os mares e se guiando pelas estrelas por meio de grandiosas embarcações. Há cerca de 3.000 anos, era assim a vida dos ancestrais de Moana, uma adolescente da Polinésia. Eles eram os melhores navegadores do mundo e cruzaram o vasto Pacífico Sul. Mas as viagens pararam com o tempo e o povo da jovem se fixou na Oceania, onde vivem, principalmente, da colheita de coco e da pesca. 

Muitos dos descendentes dessa população não têm conhecimento de detalhes do passado e a única coisa que sabem é que a grande ordem do pai da garota, Tui, é para que todos não ultrapassem os recifes de coral do local. É justamente a curiosidade da jovem que serve de ponto de partida para a animação Moana – Um Mar de Aventuras, nova produção dos estúdios Disney que já está em cartaz nos cinemas brasileiros.

O filme acompanha a história da protagonista, que não se conforma em viver ‘trancada’ na ilha onde mora. Ela é fascinada pelas histórias que sua avó conta, inclusive a lenda do semideus Maui. Tomado pela vaidade, ele roubou o coração da deusa criadora de toda vida afim de ter poderes sobre terra e mar. Ela, então, jogou maldição nas ilhas. 

Grande parte da magia por trás do filme está no fato de que Moana é a escolhida pelo oceano para quebrar o feitiço em torno dos companheiros – e uma mística pedra verde tem papel fundamental na jornada da personagem principal. Incentivada pela falta de peixes e por coisas estranhas que acontecem em sua tribo, a jovem conhece o espírito desbravador dos ancestrais e parte para salvar seu povo e resgatar as origens dos polinésios. 

Com direção dos mesmos responsáveis por sucessos como A Princesa e o Sapo (2009) e Aladdin (1992), Moana – Um Mar de Aventuras mostra lindamente a história dessa brava guerreira. Ela enfrenta criaturas inusitadas e até mesmo ferozes para trazer a essência dos ancestrais e salvar a natureza.

Curta-metragem mostra duelo entre razão e emoção

As sessões de Moana – Um Mar de Aventuras contam com atração extra. Antes da exibição, quem ganha espaço nas telonas é o curta-metragem Trabalho Interno, que mantém a tradição dos estúdios Disney/Pixar com pequenas – e criativas – histórias antes do conto principal.

Em pouco mais de seis minutos, o público observa como Paul se divide entre a razão e a emoção. Ele precisa enfrentar uma rotina chata no trabalho ao mesmo tempo em que deseja se divertir na praia.

A boa sacada da animação é mostrar como esse conflito ocorre dentro do personagem, com o cérebro tentando controlar tudo, seja o coração agitado por momentos na areia (e se aproximar de uma garota) ou o estômago ‘babando’ por um delicioso café da manhã. Cada órgão funciona de maneira separada, mas todos precisam se unir para que Paul encontre o equilíbrio certo.

 



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Nova heroína dos mares

‘Moana' revela jornada contra maldição e para salvar a natureza

Tauana Marin

08/01/2017 | 07:05


Imagine famílias inteiras desbravando ilhas, cruzando os mares e se guiando pelas estrelas por meio de grandiosas embarcações. Há cerca de 3.000 anos, era assim a vida dos ancestrais de Moana, uma adolescente da Polinésia. Eles eram os melhores navegadores do mundo e cruzaram o vasto Pacífico Sul. Mas as viagens pararam com o tempo e o povo da jovem se fixou na Oceania, onde vivem, principalmente, da colheita de coco e da pesca. 

Muitos dos descendentes dessa população não têm conhecimento de detalhes do passado e a única coisa que sabem é que a grande ordem do pai da garota, Tui, é para que todos não ultrapassem os recifes de coral do local. É justamente a curiosidade da jovem que serve de ponto de partida para a animação Moana – Um Mar de Aventuras, nova produção dos estúdios Disney que já está em cartaz nos cinemas brasileiros.

O filme acompanha a história da protagonista, que não se conforma em viver ‘trancada’ na ilha onde mora. Ela é fascinada pelas histórias que sua avó conta, inclusive a lenda do semideus Maui. Tomado pela vaidade, ele roubou o coração da deusa criadora de toda vida afim de ter poderes sobre terra e mar. Ela, então, jogou maldição nas ilhas. 

Grande parte da magia por trás do filme está no fato de que Moana é a escolhida pelo oceano para quebrar o feitiço em torno dos companheiros – e uma mística pedra verde tem papel fundamental na jornada da personagem principal. Incentivada pela falta de peixes e por coisas estranhas que acontecem em sua tribo, a jovem conhece o espírito desbravador dos ancestrais e parte para salvar seu povo e resgatar as origens dos polinésios. 

Com direção dos mesmos responsáveis por sucessos como A Princesa e o Sapo (2009) e Aladdin (1992), Moana – Um Mar de Aventuras mostra lindamente a história dessa brava guerreira. Ela enfrenta criaturas inusitadas e até mesmo ferozes para trazer a essência dos ancestrais e salvar a natureza.

Curta-metragem mostra duelo entre razão e emoção

As sessões de Moana – Um Mar de Aventuras contam com atração extra. Antes da exibição, quem ganha espaço nas telonas é o curta-metragem Trabalho Interno, que mantém a tradição dos estúdios Disney/Pixar com pequenas – e criativas – histórias antes do conto principal.

Em pouco mais de seis minutos, o público observa como Paul se divide entre a razão e a emoção. Ele precisa enfrentar uma rotina chata no trabalho ao mesmo tempo em que deseja se divertir na praia.

A boa sacada da animação é mostrar como esse conflito ocorre dentro do personagem, com o cérebro tentando controlar tudo, seja o coração agitado por momentos na areia (e se aproximar de uma garota) ou o estômago ‘babando’ por um delicioso café da manhã. Cada órgão funciona de maneira separada, mas todos precisam se unir para que Paul encontre o equilíbrio certo.

 

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