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TRE adia votação do processo de Chiquinho


Fabrício Calado Moreira
Do Diário do Grande ABC

21/01/2006 | 08:04


O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) adiou a votação do processo de Francisco Carneiro, o Chiquinho do Zaíra (PSB), que pede a suspensão da proclamação de posse do prefeito de Mauá, Leonel Damo (PV), determinada em 6 de dezembro de 2005 pela juíza eleitoral do município, Ida Inês Del Cid. No processo, os advogados de Chiquinho também pedem a convocação de novo pleito na cidade entre o chefe do Executivo de Mauá e o socialista, terceiro colocado nas eleições de 2004. A primeira sessão da semana que vem é na terça-feira, às 16h, mas não há garantia de que o processo será votado pelo plenário.

Segundo o advogado de Chiquinho, Arnaldo Jesuíno da Silva, o próprio TRE decidiu adiar a votação que aconteceria nesta quinta, pois o presidente do tribunal, desembargador Álvaro Lazzarini, fora a Brasília para a cerimônia de despedida de Carlos Velloso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Antes disso, na última quarta-feira, o placar estava 1 a 1 quando o ministro Nuevo Campos pediu vistas ao processo. "Como a votação já foi iniciada, a tendência é terminar logo", acredita Jesuíno, que crê em decisão em breve.

Para o advogado de Damo, Tito Costa, a votação em si foi uma surpresa. "É estranho, porque estive ontem (quinta-feira) com o Leonel e ele não havia sido intimado sobre esse processo", recorda. Na avaliação de Costa, alguma etapa do processo foi queimada se o TRE já votou. "Não sei se a juíza já prestou informações ao TRE e sei que o Leonel também não foi ouvido." Segundo Arnaldo Jesuíno, apenas ele e José Carlos Assunção, outro advogado de Chiquinho, foram ao Tribunal acompanhar a votação desta semana.

Sobre o adiamento da votação pelo TRE, Chiquinho não falou muito. "Confio na Justiça", limitou-se a dizer. Paralelamente, sabe-se que o socialista estava esperançoso de que o Tribunal decidiria pela convocação de nova eleição ainda esta semana, e até andou sondando petistas da cidade em busca de apoio para uma eventual disputa contra Damo.



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TRE adia votação do processo de Chiquinho

Fabrício Calado Moreira
Do Diário do Grande ABC

21/01/2006 | 08:04


O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) adiou a votação do processo de Francisco Carneiro, o Chiquinho do Zaíra (PSB), que pede a suspensão da proclamação de posse do prefeito de Mauá, Leonel Damo (PV), determinada em 6 de dezembro de 2005 pela juíza eleitoral do município, Ida Inês Del Cid. No processo, os advogados de Chiquinho também pedem a convocação de novo pleito na cidade entre o chefe do Executivo de Mauá e o socialista, terceiro colocado nas eleições de 2004. A primeira sessão da semana que vem é na terça-feira, às 16h, mas não há garantia de que o processo será votado pelo plenário.

Segundo o advogado de Chiquinho, Arnaldo Jesuíno da Silva, o próprio TRE decidiu adiar a votação que aconteceria nesta quinta, pois o presidente do tribunal, desembargador Álvaro Lazzarini, fora a Brasília para a cerimônia de despedida de Carlos Velloso, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Antes disso, na última quarta-feira, o placar estava 1 a 1 quando o ministro Nuevo Campos pediu vistas ao processo. "Como a votação já foi iniciada, a tendência é terminar logo", acredita Jesuíno, que crê em decisão em breve.

Para o advogado de Damo, Tito Costa, a votação em si foi uma surpresa. "É estranho, porque estive ontem (quinta-feira) com o Leonel e ele não havia sido intimado sobre esse processo", recorda. Na avaliação de Costa, alguma etapa do processo foi queimada se o TRE já votou. "Não sei se a juíza já prestou informações ao TRE e sei que o Leonel também não foi ouvido." Segundo Arnaldo Jesuíno, apenas ele e José Carlos Assunção, outro advogado de Chiquinho, foram ao Tribunal acompanhar a votação desta semana.

Sobre o adiamento da votação pelo TRE, Chiquinho não falou muito. "Confio na Justiça", limitou-se a dizer. Paralelamente, sabe-se que o socialista estava esperançoso de que o Tribunal decidiria pela convocação de nova eleição ainda esta semana, e até andou sondando petistas da cidade em busca de apoio para uma eventual disputa contra Damo.

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