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Mercado de flores da Craisa ainda sente os efeitos da crise sanitária

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Apesar da retomada, queda de 30% causada pela quarentena permanece


Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

27/06/2020 | 08:26


Com as atividades retomadas desde 8 de maio, o mercado de flores da Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André), aos poucos, movimenta o ritmo de vendas. Devido à pandemia, a comercialização registra queda de 30%, aproximadamente, segundo estimativa do superintendente da companhia, Reinaldo Messias.

“Pelo cenário que estamos atravessando, manter 70% das vendas das flores indica até bom desempenho.” De acordo com Messias, a reabertura aconteceu após decreto da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e do Ministério da Agricultura. “Eles avaliaram o mercado de flores como essencial. Tudo aconteceu conforme a autorização e com todos os cuidados que a pandemia exige.” Na Craisa, há 48 módulos destinados aos produtores de flores. Hoje, 42 estão ocupados, os demais devem retornar nas próximas semanas. “Alguns são mais idosos e preferiram aguardar para voltar à Craisa”, avalia.

Ainda segundo Messias, o Dia das Mães representou boa parte das vendas realizadas desde o início de maio. “Nos surpreendeu, porque, mesmo com as floriculturas fechadas, muitas adotaram o delivery, conseguindo assim movimentar o setor. Diante do cenário, o patamar de vendas foi bastante satisfatório.”

Os 30% das vendas que recuaram com a quarentena, segundo o especialista, são resultado da proibição das festividades, como casamentos, aniversários, formaturas e demais eventos com aglomerações. “Sendo liberado esse nicho, que acredito ser o último e não a curto prazo, retomamos nossos 100% de vendas.”

A maior parte dos compradores do mercado de flores é de atacadistas, que revendem a floriculturas, por exemplo. “A diferença do preço das flores aqui na Craisa para outros estabelecimentos varia entre 40% e 50% a menos, porque desconta-se a margem de lucro do lojista, custos com funcionários e o local, por isso, pessoas físicas também vêm ao local.” Além das flores, os produtores oferecem mudas de plantas, vasos e embalagens. As mercadorias vêm quase que 100% de Holambra, município próximo a Campinas.

O mercado de flores abre de terça e sexta-feira, das 17h às 21h. Há poucos dias o mercado de peixes ornamentais também retomou as atividades. “O movimento tem melhorado dia a dia.” O funcionamento é às quartas-feiras, das 13h às 17h. “Temos que ter paciência, porque com esse vírus não temos certeza do dia de amanhã. Vamos seguindo as determinações dos órgãos estadual, federal e municipal e tomando todas as precauções possíveis para continuar com os mercados abertos”, avalia o superientende da Craisa. 



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Mercado de flores da Craisa ainda sente os efeitos da crise sanitária

Apesar da retomada, queda de 30% causada pela quarentena permanece

Tauana Marin
Do Diário do Grande ABC

27/06/2020 | 08:26


Com as atividades retomadas desde 8 de maio, o mercado de flores da Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André), aos poucos, movimenta o ritmo de vendas. Devido à pandemia, a comercialização registra queda de 30%, aproximadamente, segundo estimativa do superintendente da companhia, Reinaldo Messias.

“Pelo cenário que estamos atravessando, manter 70% das vendas das flores indica até bom desempenho.” De acordo com Messias, a reabertura aconteceu após decreto da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e do Ministério da Agricultura. “Eles avaliaram o mercado de flores como essencial. Tudo aconteceu conforme a autorização e com todos os cuidados que a pandemia exige.” Na Craisa, há 48 módulos destinados aos produtores de flores. Hoje, 42 estão ocupados, os demais devem retornar nas próximas semanas. “Alguns são mais idosos e preferiram aguardar para voltar à Craisa”, avalia.

Ainda segundo Messias, o Dia das Mães representou boa parte das vendas realizadas desde o início de maio. “Nos surpreendeu, porque, mesmo com as floriculturas fechadas, muitas adotaram o delivery, conseguindo assim movimentar o setor. Diante do cenário, o patamar de vendas foi bastante satisfatório.”

Os 30% das vendas que recuaram com a quarentena, segundo o especialista, são resultado da proibição das festividades, como casamentos, aniversários, formaturas e demais eventos com aglomerações. “Sendo liberado esse nicho, que acredito ser o último e não a curto prazo, retomamos nossos 100% de vendas.”

A maior parte dos compradores do mercado de flores é de atacadistas, que revendem a floriculturas, por exemplo. “A diferença do preço das flores aqui na Craisa para outros estabelecimentos varia entre 40% e 50% a menos, porque desconta-se a margem de lucro do lojista, custos com funcionários e o local, por isso, pessoas físicas também vêm ao local.” Além das flores, os produtores oferecem mudas de plantas, vasos e embalagens. As mercadorias vêm quase que 100% de Holambra, município próximo a Campinas.

O mercado de flores abre de terça e sexta-feira, das 17h às 21h. Há poucos dias o mercado de peixes ornamentais também retomou as atividades. “O movimento tem melhorado dia a dia.” O funcionamento é às quartas-feiras, das 13h às 17h. “Temos que ter paciência, porque com esse vírus não temos certeza do dia de amanhã. Vamos seguindo as determinações dos órgãos estadual, federal e municipal e tomando todas as precauções possíveis para continuar com os mercados abertos”, avalia o superientende da Craisa. 

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