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Indústria química discute desafios do segmento


Leone Farias
do Diário do Grande ABC

26/09/2011 | 07:07


Discutir como o setor químico nacional pode enfrentar os desafios impostos por condições desiguais de competitividade em relação aos produtos importados e, ao mesmo tempo, como o segmento pode ter uma gestão segura e saudável das substâncias químicas. Esse são objetivos traçados pela conferência internacional ‘A indústria Química em 2020, Um Novo Rumo é Possível', que será realizada de hoje a quarta-feira, no Blue Tree Towers Santo André.

O evento, organizado pelo Sindicato dos Químicos do ABC, terá nomes de peso para debater os temas do ramo, entre os quais os ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e o especialista sênior em indústria química da Organização Internacional do Trabalho, Yasushiko Kamakura. Participam ainda representantes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, de entidades empresariais e dos trabalhadores, além de executivos das empresas Braskem, Grupo Ultra, Solvay, entre outras.

CIÊNCIA

A presença de Mercadante será uma oportunidade de sindicalistas e executivos do setor discutirem com o integrante do governo uma das reivindicações importantes da indústria nacional: a obtenção de incentivos para a pesquisa e desenvolvimento de produtos.

A inovação é chave para os produtores nacionais conseguirem diferenciação no mercado e se sobressaírem frente à concorrência. No entanto, estudos mostram que instrumentos legais existentes, como a Lei da Inovação e a Lei do Bem, não são acessíveis às empresas de pequeno porte.

No foco do segmento está o cumprimento de metas traçadas há dois anos por empresas e entidades dos trabalhadores no Pacto Nacional da Indústria Química. Uma dessas metas diz respeito à necessidade de investimentos para fazer o segmento brasileiro equilibrar a balança comercial, altamente deficitária. De acordo com o pacto, exige-se valor adicional de US$ 32 bilhões em pesquisa e desenvolvimento até 2020.

CICLO

A conferência integra o projeto do Sindicato dos Químicos do ABC ‘A Indústria Química em 2020', iniciado em junho com três ciclos de debates mensais, também visa preparar a entidade para as discussões da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que será realizada no Rio de Janeiro, em junho de 2012.

São esperados no evento cerca de 150 pessoas. As inscrições são gratuitas, mas limitadas. Inscrições e íntegra da programação no hotsite: quimica2020@mgiora.com.br



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Indústria química discute desafios do segmento

Leone Farias
do Diário do Grande ABC

26/09/2011 | 07:07


Discutir como o setor químico nacional pode enfrentar os desafios impostos por condições desiguais de competitividade em relação aos produtos importados e, ao mesmo tempo, como o segmento pode ter uma gestão segura e saudável das substâncias químicas. Esse são objetivos traçados pela conferência internacional ‘A indústria Química em 2020, Um Novo Rumo é Possível', que será realizada de hoje a quarta-feira, no Blue Tree Towers Santo André.

O evento, organizado pelo Sindicato dos Químicos do ABC, terá nomes de peso para debater os temas do ramo, entre os quais os ministros Fernando Pimentel (Desenvolvimento) e Aloizio Mercadante (Ciência e Tecnologia) e o especialista sênior em indústria química da Organização Internacional do Trabalho, Yasushiko Kamakura. Participam ainda representantes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, de entidades empresariais e dos trabalhadores, além de executivos das empresas Braskem, Grupo Ultra, Solvay, entre outras.

CIÊNCIA

A presença de Mercadante será uma oportunidade de sindicalistas e executivos do setor discutirem com o integrante do governo uma das reivindicações importantes da indústria nacional: a obtenção de incentivos para a pesquisa e desenvolvimento de produtos.

A inovação é chave para os produtores nacionais conseguirem diferenciação no mercado e se sobressaírem frente à concorrência. No entanto, estudos mostram que instrumentos legais existentes, como a Lei da Inovação e a Lei do Bem, não são acessíveis às empresas de pequeno porte.

No foco do segmento está o cumprimento de metas traçadas há dois anos por empresas e entidades dos trabalhadores no Pacto Nacional da Indústria Química. Uma dessas metas diz respeito à necessidade de investimentos para fazer o segmento brasileiro equilibrar a balança comercial, altamente deficitária. De acordo com o pacto, exige-se valor adicional de US$ 32 bilhões em pesquisa e desenvolvimento até 2020.

CICLO

A conferência integra o projeto do Sindicato dos Químicos do ABC ‘A Indústria Química em 2020', iniciado em junho com três ciclos de debates mensais, também visa preparar a entidade para as discussões da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que será realizada no Rio de Janeiro, em junho de 2012.

São esperados no evento cerca de 150 pessoas. As inscrições são gratuitas, mas limitadas. Inscrições e íntegra da programação no hotsite: quimica2020@mgiora.com.br

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