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Importação de peças dobrou em um ano


Alexandre Calisto
Especial para o Diário

14/09/2011 | 07:00


Além dos consumidores de veículos, a China também está conquistando o setor de peças automotivas. É o que confirmam os dados dilvugados pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores). Segundo os números, a importação de peças para veículos vindas de lá para cá aumentou 58%. Presentes no mercado há mais de uma década, os componentes de reposição têm rendido debates sobre regulamentação e segurança.

De acordo com o vice-presidente do Sindipeças e coordenador do Grupo de Manutenção Automotiva, Antônio Carlos Bento, o principal motivo para tanto crescimento é o preço baixo dos componentes. "Os chineses vendem mais barato porque têm baixo custo de produção."

Mesmo conquistando os clientes brasileiros, Bento ressalta que a qualidade das peças é inferior à das produzidas no Brasil. Segundo ele, com durabilidade e resistência menor, muitas peças sequer são testadas e, algumas delas, podem acabar colocando a segurança dos motoristas e passageiros em risco por não atenderem à legislação.

Opinião também do diretor executivo da Anfape (Associação Nacional de Fabricantes de Autopeças). Para ele, são inegáveis os problemas que as peças chinesas podem apresentar, mas "mesmo em meio a muitos produtos de procedência duvidosa, há muita coisa boa. O essencial é que a peça atenda as normas de segurança", diz. "Vale lembrar que peças muito baratas podem acarretar prejuízos", conclui.



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Importação de peças dobrou em um ano

Alexandre Calisto
Especial para o Diário

14/09/2011 | 07:00


Além dos consumidores de veículos, a China também está conquistando o setor de peças automotivas. É o que confirmam os dados dilvugados pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores). Segundo os números, a importação de peças para veículos vindas de lá para cá aumentou 58%. Presentes no mercado há mais de uma década, os componentes de reposição têm rendido debates sobre regulamentação e segurança.

De acordo com o vice-presidente do Sindipeças e coordenador do Grupo de Manutenção Automotiva, Antônio Carlos Bento, o principal motivo para tanto crescimento é o preço baixo dos componentes. "Os chineses vendem mais barato porque têm baixo custo de produção."

Mesmo conquistando os clientes brasileiros, Bento ressalta que a qualidade das peças é inferior à das produzidas no Brasil. Segundo ele, com durabilidade e resistência menor, muitas peças sequer são testadas e, algumas delas, podem acabar colocando a segurança dos motoristas e passageiros em risco por não atenderem à legislação.

Opinião também do diretor executivo da Anfape (Associação Nacional de Fabricantes de Autopeças). Para ele, são inegáveis os problemas que as peças chinesas podem apresentar, mas "mesmo em meio a muitos produtos de procedência duvidosa, há muita coisa boa. O essencial é que a peça atenda as normas de segurança", diz. "Vale lembrar que peças muito baratas podem acarretar prejuízos", conclui.

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