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China não tem como meta destronar os EUA nas Olimpíadas


Da AFP

20/03/2007 | 15:18


Destronar os Estados Unidos e transformar-se na nova superportência esportiva mundial nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 não é a prioridade da China, afirmou o presidente do comitê organizador do evento, Liu Qi.

"Sinceramente, o desenvolvimento do esporte na China avança mais rapidamente, mas nossa ambição não é ficar em primeiro em número de medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim", declarou Liu.

"É a competição, não os resultados, o que conta", acrescentou, ao garantir que seu país não pretende superar os Estados Unidos a qualquer preço. "Os estrangeiros só nos perguntam se esta é a nossa ambição, mas na China nem sequer falamos disso", afirmou.

O presidente do comitê organizador das Olimpíadas (BOCOG) explicou que o gigante asiático, quarta potência econômica mundial, está mais interessado na imagem de desenvolvimento que apresentará ao planeta.

"Queremos mostrar que a China tem uma grande riqueza por sua história e por sua civilização. Também queremos que o mundo inteiro veja o progresso econômico e social da China", destacou.

A China ficou em segundo lugar no quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Atenas-2004, seu melhor resultado histórico, com 32 medalhas de ouro, contra 35 dos Estados Unidos.

"Analisamos cuidadosamente nosso rendimento em Atenas e nos Jogos anteriores de Sydney (2000) e acredito que manteremos o mesmo nível em 2008, mas seria bom melhorar", explicou Liu Qi, membro do gabinete político do Partido Comunista da China e número um do partido em Pequim.


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China não tem como meta destronar os EUA nas Olimpíadas

Da AFP

20/03/2007 | 15:18


Destronar os Estados Unidos e transformar-se na nova superportência esportiva mundial nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008 não é a prioridade da China, afirmou o presidente do comitê organizador do evento, Liu Qi.

"Sinceramente, o desenvolvimento do esporte na China avança mais rapidamente, mas nossa ambição não é ficar em primeiro em número de medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim", declarou Liu.

"É a competição, não os resultados, o que conta", acrescentou, ao garantir que seu país não pretende superar os Estados Unidos a qualquer preço. "Os estrangeiros só nos perguntam se esta é a nossa ambição, mas na China nem sequer falamos disso", afirmou.

O presidente do comitê organizador das Olimpíadas (BOCOG) explicou que o gigante asiático, quarta potência econômica mundial, está mais interessado na imagem de desenvolvimento que apresentará ao planeta.

"Queremos mostrar que a China tem uma grande riqueza por sua história e por sua civilização. Também queremos que o mundo inteiro veja o progresso econômico e social da China", destacou.

A China ficou em segundo lugar no quadro de medalhas dos Jogos Olímpicos de Atenas-2004, seu melhor resultado histórico, com 32 medalhas de ouro, contra 35 dos Estados Unidos.

"Analisamos cuidadosamente nosso rendimento em Atenas e nos Jogos anteriores de Sydney (2000) e acredito que manteremos o mesmo nível em 2008, mas seria bom melhorar", explicou Liu Qi, membro do gabinete político do Partido Comunista da China e número um do partido em Pequim.

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