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Santander pode comprar ABN Amro



26/09/2007 | 07:01


O Banco Santander deve subir para segundo ou terceiro lugar no ranking dos bancos no Brasil caso acerte a compra do ABN Amro.

A avaliação é do presidente do Bradesco, Márcio Cypriano, que afastou a possibilidade de seu banco perder a liderança em decorrência da compra do ABN Amro pelo Santander. Segundo ele, quando um banco adquire um concorrente ocorre a sobreposição de redes, de agências e clientes.

“Dois e dois não são quatro”, disse ele, sobre esse tipo de negócio. “Eles vão ter que se adequar.” O banqueiro lembrou ainda da possibilidade de o banco britânico Barclays, que ainda não opera no Brasil, comprar o ABN Amro. “A gente não sabe as intenções do Barclays.”

Cypriano refutou a hipótese de o crescimento do Santander levar à redução mais rápida dos juros bancários no Brasil. “Se fosse assim, a gente já teria visto isso quando o Santander comprou o Banespa (em 2000).”

Para o presidente do Bradesco, “os juros cairiam mais rapidamente com a queda dos compulsórios”. Ele lembrou que 45% dos depósitos em conta corrente ficam retidos no Banco Central.



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Santander pode comprar ABN Amro


26/09/2007 | 07:01


O Banco Santander deve subir para segundo ou terceiro lugar no ranking dos bancos no Brasil caso acerte a compra do ABN Amro.

A avaliação é do presidente do Bradesco, Márcio Cypriano, que afastou a possibilidade de seu banco perder a liderança em decorrência da compra do ABN Amro pelo Santander. Segundo ele, quando um banco adquire um concorrente ocorre a sobreposição de redes, de agências e clientes.

“Dois e dois não são quatro”, disse ele, sobre esse tipo de negócio. “Eles vão ter que se adequar.” O banqueiro lembrou ainda da possibilidade de o banco britânico Barclays, que ainda não opera no Brasil, comprar o ABN Amro. “A gente não sabe as intenções do Barclays.”

Cypriano refutou a hipótese de o crescimento do Santander levar à redução mais rápida dos juros bancários no Brasil. “Se fosse assim, a gente já teria visto isso quando o Santander comprou o Banespa (em 2000).”

Para o presidente do Bradesco, “os juros cairiam mais rapidamente com a queda dos compulsórios”. Ele lembrou que 45% dos depósitos em conta corrente ficam retidos no Banco Central.

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