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PMDB entra no governo Avamileno


Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

12/04/2007 | 07:11


A participação do PMDB no governo petista de Santo André irá se concretizar. O partido acertou-se internamente e definiu o indicado para substituir Vladimir Rossi na superintendência da Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André). Trata-se do advogado Milton Lopes Santa Bárbara.

Atual secretário-geral da legenda, ele já ocupou por cinco vezes a presidência municipal da sigla. Na outra vez em que o PMDB administrou a autarquia – de 1997 a 2000, no segundo governo Celso Daniel –, Santa Bárbara foi supervisor de contabilidade.

A nomeação oficial deve ocorrer até o início de maio. Isso porque a executiva ainda não chegou a um consenso a respeito de quais peemedebistas serão indicados para ocupar as demais funções as quais tem direito na Craisa – cerca de dez cargos nas áreas administrativa e financeira. A parte operacional seguirá nas mãos dos petistas.

Os vereadores Sargento Juliano e José de Araújo, presidente e vice do diretório, respectivamente, justificam a escolha de Santa Bárbara por conta de sua militância, exercida durante 25 anos. “É um nome limpo. Ninguém tem nada para falar contra ele. Além de experiente, conta com a nossa confiança”, avalia Juliano.

“Ele sempre fez um trabalho voltado exclusivamente para o partido. Não defende os interesses de A ou B, apenas os do PMDB”, reforça Araújo.

O parlamentar diz ainda que o futuro superintendente da Craisa é respeitado por todos os membros da sigla. “Ele atende a todas as correntes internas. Sem contar o fato de estar capacitado para ocupar o cargo. Reúne todas as condições de fazer um bom trabalho”, ressalta.

Os dois representantes do PMDB no Legislativo fazem questão de esclarecer que a indicação de Santa Bárbara não foi imposição deles, e sim uma “decisão de todo o partido. Fizemos a sugestão, colocando o nome dele para discussão, e a executiva aclamou por unanimidade”, relata Araújo. Santa Bárbara prefere aguardar a nomeação antes de se pronunciar a respeito.

Insatisfação superada - Apesar do visível desconforto dos peemedebistas com relação ao acordo – a intenção era conseguir o comando de pelo menos uma secretaria –, os vereadores não reclamam de receber a autarquia.

“Ficou um pouco aquém do previsto. Mas é preciso ponderar que estamos no meio de uma gestão, o que dificulta mudanças. O PT teve jogo de cintura, bom senso e abriu espaço para nós”, lembra Juliano.

A mesma linha de raciocínio segue Araújo. “A administração já está montada e o governo tem de negociar com diversas legendas. Entendemos que o prefeito nos cedeu aquilo que poderia no atual momento”, ressalta. “Nada impede que até o final do mandato consigamos ampliar o espaço na administração. Há um bom entrosamento entre PMDB e PT”, entende o vereador, emendando que nas eleições de 2008 “os dois partidos deverão estar juntos”.

Presidente da sigla, Juliano descarta a possibilidade de o PMDB enfrentar problemas por ter aceitado o desafio de administrar novamente a Craisa – especialmente porque a autarquia foi alvo de CPI no ano passado. “Onde não há problemas?”



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PMDB entra no governo Avamileno

Leandro Laranjeira
Do Diário do Grande ABC

12/04/2007 | 07:11


A participação do PMDB no governo petista de Santo André irá se concretizar. O partido acertou-se internamente e definiu o indicado para substituir Vladimir Rossi na superintendência da Craisa (Companhia Regional de Abastecimento Integrado de Santo André). Trata-se do advogado Milton Lopes Santa Bárbara.

Atual secretário-geral da legenda, ele já ocupou por cinco vezes a presidência municipal da sigla. Na outra vez em que o PMDB administrou a autarquia – de 1997 a 2000, no segundo governo Celso Daniel –, Santa Bárbara foi supervisor de contabilidade.

A nomeação oficial deve ocorrer até o início de maio. Isso porque a executiva ainda não chegou a um consenso a respeito de quais peemedebistas serão indicados para ocupar as demais funções as quais tem direito na Craisa – cerca de dez cargos nas áreas administrativa e financeira. A parte operacional seguirá nas mãos dos petistas.

Os vereadores Sargento Juliano e José de Araújo, presidente e vice do diretório, respectivamente, justificam a escolha de Santa Bárbara por conta de sua militância, exercida durante 25 anos. “É um nome limpo. Ninguém tem nada para falar contra ele. Além de experiente, conta com a nossa confiança”, avalia Juliano.

“Ele sempre fez um trabalho voltado exclusivamente para o partido. Não defende os interesses de A ou B, apenas os do PMDB”, reforça Araújo.

O parlamentar diz ainda que o futuro superintendente da Craisa é respeitado por todos os membros da sigla. “Ele atende a todas as correntes internas. Sem contar o fato de estar capacitado para ocupar o cargo. Reúne todas as condições de fazer um bom trabalho”, ressalta.

Os dois representantes do PMDB no Legislativo fazem questão de esclarecer que a indicação de Santa Bárbara não foi imposição deles, e sim uma “decisão de todo o partido. Fizemos a sugestão, colocando o nome dele para discussão, e a executiva aclamou por unanimidade”, relata Araújo. Santa Bárbara prefere aguardar a nomeação antes de se pronunciar a respeito.

Insatisfação superada - Apesar do visível desconforto dos peemedebistas com relação ao acordo – a intenção era conseguir o comando de pelo menos uma secretaria –, os vereadores não reclamam de receber a autarquia.

“Ficou um pouco aquém do previsto. Mas é preciso ponderar que estamos no meio de uma gestão, o que dificulta mudanças. O PT teve jogo de cintura, bom senso e abriu espaço para nós”, lembra Juliano.

A mesma linha de raciocínio segue Araújo. “A administração já está montada e o governo tem de negociar com diversas legendas. Entendemos que o prefeito nos cedeu aquilo que poderia no atual momento”, ressalta. “Nada impede que até o final do mandato consigamos ampliar o espaço na administração. Há um bom entrosamento entre PMDB e PT”, entende o vereador, emendando que nas eleições de 2008 “os dois partidos deverão estar juntos”.

Presidente da sigla, Juliano descarta a possibilidade de o PMDB enfrentar problemas por ter aceitado o desafio de administrar novamente a Craisa – especialmente porque a autarquia foi alvo de CPI no ano passado. “Onde não há problemas?”

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