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Opção pela serenidade


Da TV Press

19/06/2008 | 07:02


Christine Fernandes jura que a Rita de A Favorita (Globo, 21h) tem chances de se transformar em um dos principais papéis de sua carreira.

Segundo a atriz, é seu primeiro na TV que mais se aproxima da realidade brasileira. Além disso, Christine finalmente interpreta uma mãe, com direito aos conflitos esperados de uma mulher que assumiu uma gravidez sozinha. Uma surpresa para Christine, que só aos 40 anos experimenta este tipo de composição. "Já estava na hora de viver esse tipo de relação em uma novela. Até porque não sou mais nenhuma garotinha", diz.

Christine construiu a personagem a partir de seu histórico: mãe solteira com dificuldades financeiras. A idéia inicial do diretor Ricardo Waddington era de que Rita fosse uma mulher loura e de cabelos longos. A atriz chegou a colocar megahair nas madeixas em sua cor natural. Mas às vésperas de começarem as gravações, Ricardo intuiu que alguma coisa estava estranha naquele resultado. A saída foi escurecer os cabelos, deixando-a morena pela primeira vez. "Entrei em desespero e tive de mexer no comportamento dela. Mas foi melhor. O louro passa uma idéia de iluminação, de glamour. Assim me sinto mais dentro do papel", afirma.

A segurança aparente tem razão. Desde que aceitou interpretar uma das protagonistas de Essas Mulheres, na Record, Christine sente que sua carreira tomou rumos diferentes. "Ganhei o domínio completo da técnica de fazer TV com a Aurélia. Algumas personagens mudam nosso futuro e isso aconteceu comigo na Record."

Na época em que gravava para a Record, em São Paulo, Christine recebeu um e-mail do próprio autor Manoel Carlos com elogios a sua atuação. Além disso, Maneco disse que gostaria de voltar a trabalhar com a atriz, que estreou na TV em História de Amor, de 1995, escrita por ele. Não deu outra. Dividida entre a proposta de um contrato longo na Record e um papel no horário nobre da Globo, Christine ficou com a segunda.

"Nunca gostei de me preocupar com contratos longos. Vários colegas não têm e estão sempre no ar. Preferi optar pelo trabalho que me traria mais benefícios como atriz", lembra.

O convite para interpretar Rita em A Favorita veio alguns dias depois que João Emanuel Carneiro, autor da novela, assistiu ao espetáculo Hedda Gabler, que Christine encenou no Rio. E foi o próprio diretor, Ricardo Waddington, que dirigiu a então estreante atriz em História de Amor, quem ligou.

POR ACASO
Christine sempre sonhou em ser atriz. Tanto que era a mais exibidinha entre as amigas. Mas a família nunca deu apoio e seu caminho começou a ser traçado, como ela mesma diz, no susto. Ainda pequena, arriscou-se no vôlei, mas seu 1,70 m foi insuficiente para projetar uma carreira de sucesso. Foi quando surgiu um convite para um desfile que abriu as portas para a carreira de modelo internacional. "Em três meses eu já estava no Japão", recorda, com orgulho.

Foram sete anos de trabalho como modelo fotográfico até que alguns de seus comerciais chamaram a atenção de produtores de elenco da Globo. Convidada para um teste na emissora, não conseguiu um papel de cara, mas sim uma vaga na Oficina de Atores. Daí para interpretar a jovem Marininha em História de Amor foi um pulo.



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