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Donisete cobra IML e seccional

Prefeiturável do PT em Mauá faz pausa no pedido de votos para pressionar Estado


Mark Ribeiro
do Diário do Grande ABC

24/07/2012 | 07:00


Eternas bandeiras dos governos de Mauá, a instalação de unidade do IML (Instituto Médico Legal) e de delegacia seccional na cidade voltou à pauta ontem. Candidato a prefeito, o deputado estadual Donisete Braga (PT) fez pausa no pedido de votos para a eleição de outubro para tratar da chegada dos equipamentos ao município junto ao secretário estadual de Segurança, Antonio Ferreira Pinto.

Com a agenda, o prefeiturável começa a estruturar o diálogo com o governo Geraldo Alckmin (PSDB). No domingo, Donisete disse que, se eleito, terá como uma das metas estreitar a relação da Prefeitura com o Palácio dos Bandeirantes, garantindo investimentos do Estado para a cidade.

Na reunião fechada à imprensa, Donisete tentou convencer Ferreira Pinto de que Mauá é a única cidade, entre as aproximadamente 30 que pleiteiam receber delegacia seccional, em que se justifica a instalação do equipamento. Segundo ele, o secretário corroborou com a ideia, dando o exemplo de Santa Branca, município encravado no Vale do Paraíba que possui 14 mil habitantes e que cobra uma seccional - Mauá tem 417 mil moradores, 30 vezes mais.

"São medidas viáveis que devem se concretizar até o fim do ano", afirmou o candidato, complementando que a Prefeitura já ofereceu as áreas para receber os equipamentos: o IML ficaria próximo ao cemitério do Jardim Santa Lídia, enquanto que a seccional seria instalada no prédio da delegacia sede da Polícia Civil em Mauá, na Rua General Osório.

Donisete admitiu que pedirá apoio aos prefeitos Clóvis Volpi (PV - Ribeirão Pires) e Adler Kiko Teixeira (PSDB - Rio Grande da Serra) para acelerar os trâmites para que Mauá receba os equipamentos, já que as outras duas cidades também seriam beneficiadas - o IML e a seccional mais próximos ficam em Santo André. Ambos prefeitos são alinhados com Alckmin.

Paternidade - A chegada do IML e da delegacia seccional a Mauá é bandeira que vários políticos da cidade empunham, inclusive a principal adversária de Donisete Braga na eleição de outubro, a também deputada estadual Vanessa Damo (PMDB).

Para defender sua paternidade, o petista recorre ao tempo de atuação na Assembleia, afirmando que esta é uma luta sua desde 2001, quando exerceu o primeiro mandato no parlamento paulista - a peemedebista ingressou no legislativo estadual em 2007.



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Donisete cobra IML e seccional

Prefeiturável do PT em Mauá faz pausa no pedido de votos para pressionar Estado

Mark Ribeiro
do Diário do Grande ABC

24/07/2012 | 07:00


Eternas bandeiras dos governos de Mauá, a instalação de unidade do IML (Instituto Médico Legal) e de delegacia seccional na cidade voltou à pauta ontem. Candidato a prefeito, o deputado estadual Donisete Braga (PT) fez pausa no pedido de votos para a eleição de outubro para tratar da chegada dos equipamentos ao município junto ao secretário estadual de Segurança, Antonio Ferreira Pinto.

Com a agenda, o prefeiturável começa a estruturar o diálogo com o governo Geraldo Alckmin (PSDB). No domingo, Donisete disse que, se eleito, terá como uma das metas estreitar a relação da Prefeitura com o Palácio dos Bandeirantes, garantindo investimentos do Estado para a cidade.

Na reunião fechada à imprensa, Donisete tentou convencer Ferreira Pinto de que Mauá é a única cidade, entre as aproximadamente 30 que pleiteiam receber delegacia seccional, em que se justifica a instalação do equipamento. Segundo ele, o secretário corroborou com a ideia, dando o exemplo de Santa Branca, município encravado no Vale do Paraíba que possui 14 mil habitantes e que cobra uma seccional - Mauá tem 417 mil moradores, 30 vezes mais.

"São medidas viáveis que devem se concretizar até o fim do ano", afirmou o candidato, complementando que a Prefeitura já ofereceu as áreas para receber os equipamentos: o IML ficaria próximo ao cemitério do Jardim Santa Lídia, enquanto que a seccional seria instalada no prédio da delegacia sede da Polícia Civil em Mauá, na Rua General Osório.

Donisete admitiu que pedirá apoio aos prefeitos Clóvis Volpi (PV - Ribeirão Pires) e Adler Kiko Teixeira (PSDB - Rio Grande da Serra) para acelerar os trâmites para que Mauá receba os equipamentos, já que as outras duas cidades também seriam beneficiadas - o IML e a seccional mais próximos ficam em Santo André. Ambos prefeitos são alinhados com Alckmin.

Paternidade - A chegada do IML e da delegacia seccional a Mauá é bandeira que vários políticos da cidade empunham, inclusive a principal adversária de Donisete Braga na eleição de outubro, a também deputada estadual Vanessa Damo (PMDB).

Para defender sua paternidade, o petista recorre ao tempo de atuação na Assembleia, afirmando que esta é uma luta sua desde 2001, quando exerceu o primeiro mandato no parlamento paulista - a peemedebista ingressou no legislativo estadual em 2007.

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