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Centro de reabilitação será ampliado em Mauá

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Equipamento que atende pessoas com deficiências física, auditiva, visual e intelectual será reformado em maio


Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

21/02/2015 | 07:00


Habilitado em dezembro de 2013 pelo Ministério da Saúde, o CER 4 (Centro Especializado em Reabilitação) de Mauá passará por obras de reforma e ampliação para melhor atender as pessoas com deficiência. A Prefeitura abriu neste mês o processo licitatório para contratação de empresa que executará as ações e o resultado sairá no dia 23 de março. Os recursos, da ordem de R$ 1,9 milhão, virão do governo federal, por meio do Fundo Nacional de Saúde. A previsão é que a obra seja iniciada em maio, com prazo de 12 meses para ser concluída.

O CER, instalado na Rua da Pátria, 237, no bairro Vila Magini, realiza diagnóstico, avaliação, orientação, estimulação precoce e atendimento especializado em quatro modalidades de reabilitação: física, auditiva, visual e intelectual. Porém, o espaço em que funciona limita as atividades. “O prédio onde está sediado o Centro Especializado em Reabilitação foi uma escola, então, tivemos que adaptar as salas de aulas para fazer os atendimentos”, explica a gestora da Atenção Especializada do município, Maíra Polydoro, referindo-se ao Cemei (Centro Municipal de Educação Inclusiva) Cléberson da Silva. Inaugurado em julho de 2003, possui 1.600 m² de área construída, divididos em nove salas de aula, 13 de atendimento, biblioteca, banheiros adaptados e quadra poliesportiva.

Instalações hidráulicas, elétricas e estruturais passarão por reformulação. Já no que se refere à ampliação, haverá espaço maior dedicado à fisioterapia. Os recursos não compreendem a compra de equipamentos, outra carência do CER 4. “Não temos cadeira oftalmológica, por exemplo, mas há proposta em análise para essa questão”, ressalta a gestora. Nesta área e também em otorrinolaringologia, os casos que precisam de mais estrutura são direcionados ao Cemma (Centro de Especialidades Médicas de Mauá).

Atualmente, 400 pessoas de todas as faixas etárias são atendidas por mês no CER 4. Os usuários são encaminhados pelas UBSs (Unidades Básicas de Saúde). A maior demanda são pacientes que necessitam de reabilitação física, parte deles com sequelas pós AVC (Acidente Vascular Cerebral).

De acordo com Maíra, a reforma e ampliação possibilitarão aumentar o número de atendimentos. “O CER 4 precisa atender, no mínimo, 200 pacientes por modalidade”, explica.

A reestruturação também prevê a oferta de órteses e próteses, já que hoje a única referência no Grande ABC é a Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência), em Ribeirão Pires. “Estamos fazendo repactuação com o Ministério da Saúde com relação ao financiamento de OPMs (Órteses, Próteses e Materiais Especiais), então, ainda não tenho previsão de quando será possível viabilizar, mas está no escopo das ações.”

Durante a execução das obras, o atendimento será mantido no local. “A gente não vai fazer toda a reforma ao mesmo tempo, faremos em uma sala enquanto atenderemos na outra. Vamos nos espremer um pouquinho, mas vai dar tudo certo”, garante Maíra.



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Centro de reabilitação será ampliado em Mauá

Equipamento que atende pessoas com deficiências física, auditiva, visual e intelectual será reformado em maio

Vanessa de Oliveira
Do Diário do Grande ABC

21/02/2015 | 07:00


Habilitado em dezembro de 2013 pelo Ministério da Saúde, o CER 4 (Centro Especializado em Reabilitação) de Mauá passará por obras de reforma e ampliação para melhor atender as pessoas com deficiência. A Prefeitura abriu neste mês o processo licitatório para contratação de empresa que executará as ações e o resultado sairá no dia 23 de março. Os recursos, da ordem de R$ 1,9 milhão, virão do governo federal, por meio do Fundo Nacional de Saúde. A previsão é que a obra seja iniciada em maio, com prazo de 12 meses para ser concluída.

O CER, instalado na Rua da Pátria, 237, no bairro Vila Magini, realiza diagnóstico, avaliação, orientação, estimulação precoce e atendimento especializado em quatro modalidades de reabilitação: física, auditiva, visual e intelectual. Porém, o espaço em que funciona limita as atividades. “O prédio onde está sediado o Centro Especializado em Reabilitação foi uma escola, então, tivemos que adaptar as salas de aulas para fazer os atendimentos”, explica a gestora da Atenção Especializada do município, Maíra Polydoro, referindo-se ao Cemei (Centro Municipal de Educação Inclusiva) Cléberson da Silva. Inaugurado em julho de 2003, possui 1.600 m² de área construída, divididos em nove salas de aula, 13 de atendimento, biblioteca, banheiros adaptados e quadra poliesportiva.

Instalações hidráulicas, elétricas e estruturais passarão por reformulação. Já no que se refere à ampliação, haverá espaço maior dedicado à fisioterapia. Os recursos não compreendem a compra de equipamentos, outra carência do CER 4. “Não temos cadeira oftalmológica, por exemplo, mas há proposta em análise para essa questão”, ressalta a gestora. Nesta área e também em otorrinolaringologia, os casos que precisam de mais estrutura são direcionados ao Cemma (Centro de Especialidades Médicas de Mauá).

Atualmente, 400 pessoas de todas as faixas etárias são atendidas por mês no CER 4. Os usuários são encaminhados pelas UBSs (Unidades Básicas de Saúde). A maior demanda são pacientes que necessitam de reabilitação física, parte deles com sequelas pós AVC (Acidente Vascular Cerebral).

De acordo com Maíra, a reforma e ampliação possibilitarão aumentar o número de atendimentos. “O CER 4 precisa atender, no mínimo, 200 pacientes por modalidade”, explica.

A reestruturação também prevê a oferta de órteses e próteses, já que hoje a única referência no Grande ABC é a Apraespi (Associação de Prevenção, Atendimento Especializado e Inclusão da Pessoa com Deficiência), em Ribeirão Pires. “Estamos fazendo repactuação com o Ministério da Saúde com relação ao financiamento de OPMs (Órteses, Próteses e Materiais Especiais), então, ainda não tenho previsão de quando será possível viabilizar, mas está no escopo das ações.”

Durante a execução das obras, o atendimento será mantido no local. “A gente não vai fazer toda a reforma ao mesmo tempo, faremos em uma sala enquanto atenderemos na outra. Vamos nos espremer um pouquinho, mas vai dar tudo certo”, garante Maíra.

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