Fechar
Publicidade

Domingo, 7 de Junho

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Previdência privada no Brasil supera R$ 200 bi



13/09/2010 | 07:15


A previdência privada aberta brasileira acaba de superar a marca de R$ 200 bilhões em ativos e virou modelo para outros países da América Latina. A Argentina planeja criar um sistema semelhante ao nacional, com a venda de planos do tipo PGBL e VGBL.

Para isso, os técnicos do país vizinho procuraram a Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa os bancos e seguradoras que vendem os planos.

Esta semana, a entidade foi a Buenos Aires apresentar o modelo brasileiro.

A previdência passou por uma reviravolta na Argentina nos últimos anos. Havia um sistema público e um privado, criado em 1994 durante o governo de Carlos Menem e baseado em fundos de pensão.

Em outubro de 2008, em meio à crise financeira mundial, ele foi estatizado pela presidente Cristina Kirchner. Com isso, só restou sistema público.

Antes da estatização, o sistema privado argentino contava com dez fundos de pensão, tinha cerca de 9,5 milhões de afiliados e US$ 30 bilhões em ativos. Mas a queda das bolsas mundiais provocou perdas de mais de 40% nos fundos.

A tentativa agora é voltar a ter a previdência privada, mas nos moldes do Brasil, com produtos complementares à previdência oficial. Por isso, a Avira (associação de previdência e seguro de vida da Argentina) desenvolveu em parceria com a Universidade de Buenos Aires um projeto de lei para a criação de dois produtos de previdência, semelhantes ao PGBL e ao VGBL.

Segundo o presidente da Fenaprevi, o país vizinho passa pelos mesmos problemas que o Brasil, como envelhecimento da população, aumento da expectativa de vida e taxa de natalidade caindo.

No Brasil, a previdência privada já atraiu 11,5 milhões de pessoas e cresce a ritmo avançado há dez anos. A perspectiva para os próximos cinco anos é positiva, graças à entrada das classes de menor renda, especialmente a C.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Previdência privada no Brasil supera R$ 200 bi


13/09/2010 | 07:15


A previdência privada aberta brasileira acaba de superar a marca de R$ 200 bilhões em ativos e virou modelo para outros países da América Latina. A Argentina planeja criar um sistema semelhante ao nacional, com a venda de planos do tipo PGBL e VGBL.

Para isso, os técnicos do país vizinho procuraram a Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa os bancos e seguradoras que vendem os planos.

Esta semana, a entidade foi a Buenos Aires apresentar o modelo brasileiro.

A previdência passou por uma reviravolta na Argentina nos últimos anos. Havia um sistema público e um privado, criado em 1994 durante o governo de Carlos Menem e baseado em fundos de pensão.

Em outubro de 2008, em meio à crise financeira mundial, ele foi estatizado pela presidente Cristina Kirchner. Com isso, só restou sistema público.

Antes da estatização, o sistema privado argentino contava com dez fundos de pensão, tinha cerca de 9,5 milhões de afiliados e US$ 30 bilhões em ativos. Mas a queda das bolsas mundiais provocou perdas de mais de 40% nos fundos.

A tentativa agora é voltar a ter a previdência privada, mas nos moldes do Brasil, com produtos complementares à previdência oficial. Por isso, a Avira (associação de previdência e seguro de vida da Argentina) desenvolveu em parceria com a Universidade de Buenos Aires um projeto de lei para a criação de dois produtos de previdência, semelhantes ao PGBL e ao VGBL.

Segundo o presidente da Fenaprevi, o país vizinho passa pelos mesmos problemas que o Brasil, como envelhecimento da população, aumento da expectativa de vida e taxa de natalidade caindo.

No Brasil, a previdência privada já atraiu 11,5 milhões de pessoas e cresce a ritmo avançado há dez anos. A perspectiva para os próximos cinco anos é positiva, graças à entrada das classes de menor renda, especialmente a C.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;