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Festival de cinema Rio BR exibirá 400 produções


Patrícia Vilani
Do Diário do Grande ABC Redação

08/09/2002 | 18:00


O Festival do Rio BR tem obtido repercussão a cada ano e, na edição atual, que começa no próximo dia 26, se firma definitivamente como a maior festa do cinema internacional do país. Serão 15 dias, com exibição de 400 filmes em 25 salas de cinema que transformam a Cidade Maravilhosa na capital nacional da sétima arte. É um prato cheio para quem gosta de conferir com antecedência as produções que são e serão notícia no universo cultural.

Produções de diretores consagrados estão entre os mais esperados. A exibição acontece dentro da mostra Panorama do Cinema Mundial longas aguardadíssimos como Hollywood Ending, de Woody Allen; Hable con Ella, de Pedro Almodóvar; Amen, de Costa Gravas; e Lucky Break, de Peter Cattaneo (o mesmo diretor de Ou Tudo ou Nada). Outros títulos dentro da mesma seleção são Ararat, de Atom Egoyan; Vendredi Soir, de Claire Denis; Lasser Passez, de Bertrand Tavernier; The Cat’s Meow, de Peter Bogdanovich; Sex Is Comedy, de Catherine Breillat; 24 Hours Party People, de Michael Winterbotton; e Song for Martin, de Bille August.

Outra boa pedida de fitas estrangeiras é a mostra Expectativa 2001, destinada a diretores promissores do cinema contemporâneo. São eles o coreano Jeong Jae-Eun, com Take Care of my Cat; o italiano Marco Ponti, com Santa Maradona; o curdistanês Jano Rosebiani, com Jiyan; e a canadense Lynne Ramsay (a mesma de Ratcatcher), com Morvern Callar.

Na edição 2002, o Festival reservou uma seleção para os alemães, chamada Foco Alemanha. Foram escolhidas 25 fitas daquele país para o evento, entre elas Gettin my Brother Laid, de Steven Taddicken; Heaven, de Tom Tykwer (de Corra Lola, Corra); e Eclipse, de Herbert Brödl, que conta com brasileiros como Matheus Natchtergaele e Betty Gofman no elenco.

Entre as curiosidades estão as mostras Night Movies e Mundo Gay. A primeira, destinada a bizarrices, abriga títulos não publicáveis e alguns como Sacanagem não Tem Idade, de Michel Reihac. A segunda, sucesso nos últimos anos no festival não só entre o público GLS, contará com as fitas Venus Boyz, do norte-americano Gabriel Baur, e Drags não Mentem Jamais, da alemã Rosa Von Praunheim, que foi exibido no Festival de Berlim deste ano.

Brazucas – A nova safra de nacionais estará nas seleções de mais glamour e prestígio do festival – a Première Ficção e Première Documentários. Na categoria ficção, concorrem ao prêmio de R$ 200 mil Amarelo Manga, de Cláudio Assis; Desmundo, de Alain Fresnot; Dois Perdidos numa Noite Suja, de José Joffily; Madame Satã, de Karim Ainouz; Querido Estranho, de Ricardo Pinto Silva; Seja o que Deus Quiser, de Murilo Salles; e Separações, de Domingos Oliveira.

Para disputar os R$ 100 mil destinados ao melhor documentário, foram selecionados cinco títulos: Banda de Ipanema – Folia de Albino, de Paulo Cesar Saraceni; A Cobra Fumou, de Vinicius Reis; Edifício Master, de Eduardo Coutinho; Ônibus 174, de José Padilha; e Poeta de Sete Faces, de Paulo Thiago. O festival terá ainda três nacionais fora de competição: Durval Discos, de Anna Muylaert, vencedor de Gramado; Houve uma Vez Dois Verões, de Jorge Furtado, em cartaz em São Paulo; e A Festa de Margarete, de Renato Falcão.



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Festival de cinema Rio BR exibirá 400 produções

Patrícia Vilani
Do Diário do Grande ABC Redação

08/09/2002 | 18:00


O Festival do Rio BR tem obtido repercussão a cada ano e, na edição atual, que começa no próximo dia 26, se firma definitivamente como a maior festa do cinema internacional do país. Serão 15 dias, com exibição de 400 filmes em 25 salas de cinema que transformam a Cidade Maravilhosa na capital nacional da sétima arte. É um prato cheio para quem gosta de conferir com antecedência as produções que são e serão notícia no universo cultural.

Produções de diretores consagrados estão entre os mais esperados. A exibição acontece dentro da mostra Panorama do Cinema Mundial longas aguardadíssimos como Hollywood Ending, de Woody Allen; Hable con Ella, de Pedro Almodóvar; Amen, de Costa Gravas; e Lucky Break, de Peter Cattaneo (o mesmo diretor de Ou Tudo ou Nada). Outros títulos dentro da mesma seleção são Ararat, de Atom Egoyan; Vendredi Soir, de Claire Denis; Lasser Passez, de Bertrand Tavernier; The Cat’s Meow, de Peter Bogdanovich; Sex Is Comedy, de Catherine Breillat; 24 Hours Party People, de Michael Winterbotton; e Song for Martin, de Bille August.

Outra boa pedida de fitas estrangeiras é a mostra Expectativa 2001, destinada a diretores promissores do cinema contemporâneo. São eles o coreano Jeong Jae-Eun, com Take Care of my Cat; o italiano Marco Ponti, com Santa Maradona; o curdistanês Jano Rosebiani, com Jiyan; e a canadense Lynne Ramsay (a mesma de Ratcatcher), com Morvern Callar.

Na edição 2002, o Festival reservou uma seleção para os alemães, chamada Foco Alemanha. Foram escolhidas 25 fitas daquele país para o evento, entre elas Gettin my Brother Laid, de Steven Taddicken; Heaven, de Tom Tykwer (de Corra Lola, Corra); e Eclipse, de Herbert Brödl, que conta com brasileiros como Matheus Natchtergaele e Betty Gofman no elenco.

Entre as curiosidades estão as mostras Night Movies e Mundo Gay. A primeira, destinada a bizarrices, abriga títulos não publicáveis e alguns como Sacanagem não Tem Idade, de Michel Reihac. A segunda, sucesso nos últimos anos no festival não só entre o público GLS, contará com as fitas Venus Boyz, do norte-americano Gabriel Baur, e Drags não Mentem Jamais, da alemã Rosa Von Praunheim, que foi exibido no Festival de Berlim deste ano.

Brazucas – A nova safra de nacionais estará nas seleções de mais glamour e prestígio do festival – a Première Ficção e Première Documentários. Na categoria ficção, concorrem ao prêmio de R$ 200 mil Amarelo Manga, de Cláudio Assis; Desmundo, de Alain Fresnot; Dois Perdidos numa Noite Suja, de José Joffily; Madame Satã, de Karim Ainouz; Querido Estranho, de Ricardo Pinto Silva; Seja o que Deus Quiser, de Murilo Salles; e Separações, de Domingos Oliveira.

Para disputar os R$ 100 mil destinados ao melhor documentário, foram selecionados cinco títulos: Banda de Ipanema – Folia de Albino, de Paulo Cesar Saraceni; A Cobra Fumou, de Vinicius Reis; Edifício Master, de Eduardo Coutinho; Ônibus 174, de José Padilha; e Poeta de Sete Faces, de Paulo Thiago. O festival terá ainda três nacionais fora de competição: Durval Discos, de Anna Muylaert, vencedor de Gramado; Houve uma Vez Dois Verões, de Jorge Furtado, em cartaz em São Paulo; e A Festa de Margarete, de Renato Falcão.

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