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Governo opta por parceria para implantar banda larga



13/04/2010 | 07:09


Depois de quatro meses batendo na tecla de criar uma superestatal para massificar os serviços de internet rápida no País, o governo decidiu que o Plano Nacional de Banda Larga será implantado em parceria com as empresas de telefonia. Segundo fonte do governo, a Telebrás fará só a operação no atacado, oferecendo capacidade de transmissão de dados a empresas privadas, que podem ser desde pequenos provedores a operadoras de telefonia celular, por exemplo.

A confirmação do governo vem três dias depois de a Oi ter apresentado proposta, de assumir a dianteira do projeto, à ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. Para reforçar sua sugestão junto ao governo, o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, se reunirá hoje, às 14 horas, com o ministro das Comunicações, José Artur Filardi.

Segundo um técnico do setor, a Oi se propõe a cobrar R$ 35, pelos serviços de internet rápida, daqueles clientes que já têm linha telefônica da empresa. Nos locais onde as ligações ainda tiverem de ser feitas, o preço subiria para R$ 45. Os valores seriam possíveis com contrapartidas do governo, na forma liberação de recursos dos fundos setoriais e eventual desoneração tributária.



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Governo opta por parceria para implantar banda larga


13/04/2010 | 07:09


Depois de quatro meses batendo na tecla de criar uma superestatal para massificar os serviços de internet rápida no País, o governo decidiu que o Plano Nacional de Banda Larga será implantado em parceria com as empresas de telefonia. Segundo fonte do governo, a Telebrás fará só a operação no atacado, oferecendo capacidade de transmissão de dados a empresas privadas, que podem ser desde pequenos provedores a operadoras de telefonia celular, por exemplo.

A confirmação do governo vem três dias depois de a Oi ter apresentado proposta, de assumir a dianteira do projeto, à ministra da Casa Civil, Erenice Guerra. Para reforçar sua sugestão junto ao governo, o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco, se reunirá hoje, às 14 horas, com o ministro das Comunicações, José Artur Filardi.

Segundo um técnico do setor, a Oi se propõe a cobrar R$ 35, pelos serviços de internet rápida, daqueles clientes que já têm linha telefônica da empresa. Nos locais onde as ligações ainda tiverem de ser feitas, o preço subiria para R$ 45. Os valores seriam possíveis com contrapartidas do governo, na forma liberação de recursos dos fundos setoriais e eventual desoneração tributária.

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