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Ataque rebelde a posto policial mata 48 no Nepal


Da AFP

08/09/2002 | 12:33


Pelo menos 48 policiais morreram e 11 ficaram feridos, no sábado, vítimas de um ataque de rebeldes maoístas a um posto militar de Bhimad, no distrito oriental de Sindhuli, no Nepal. Foi a mais sangrenta agressão atribuída aos rebeldes desde a suspensão do estado de emergência, no dia 28 de agosto.

Outros 14 policiais do quartel estão desaparecidos desde o ataque, acrescentou o ministro do Interior, Devendra Raj Kandel. "No mínimo 48 policiais morreram e 11 ficaram feridos quando os maoístas atacaram o posto de Bhimad, em Sindhuli, no sábado por volta da meia noite", declarou, informando que o ataque foi feito por mil supostos rebeldes.

Um balanço anterior dava conta de 40 policiais mortos e 19 feridos.

"Trata-se do pior ataque dos rebeldes desde a suspensão do estado de emergência, no dia 28 de agosto", ressaltou um porta-voz da polícia. "Os terroristas e o policiais se enfrentaram durante mais de quatro horas", afirmou a rádio pública.

Os rebeldes maoístas lutam desde 1996 pela instauração de uma república comunista no Nepal, pequeno reino entre a Índia e a China. A rebelião, muita ativa no campo, já deixou mais de 4,4 mil mortos, segundo dados oficiais.

O estado de emergência foi imposto pelo rei em novembro de 2001, depois da quebra de um cessar-fogo, e foi suspenso no dia 28 de agosto para as eleições legislativas de 13 de novembro, as quais os rebeldes já declararam que vão boicotar.

A medida dava às autoridades locais e às forças de segurança amplos poderes para prender e interrogar. A oposição afirma que isso levou a uma piora da questão dos direitos humanos.

Uma equipe da Anistia Internacional vai investigar o país do dia 9 a 25 de setembro. A última ofensiva forte maoísta contra a polícia foi em 11 e 12 de abril, quando 84 agentes morreram em operações lançadas contra três postos diferentes.



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Ataque rebelde a posto policial mata 48 no Nepal

Da AFP

08/09/2002 | 12:33


Pelo menos 48 policiais morreram e 11 ficaram feridos, no sábado, vítimas de um ataque de rebeldes maoístas a um posto militar de Bhimad, no distrito oriental de Sindhuli, no Nepal. Foi a mais sangrenta agressão atribuída aos rebeldes desde a suspensão do estado de emergência, no dia 28 de agosto.

Outros 14 policiais do quartel estão desaparecidos desde o ataque, acrescentou o ministro do Interior, Devendra Raj Kandel. "No mínimo 48 policiais morreram e 11 ficaram feridos quando os maoístas atacaram o posto de Bhimad, em Sindhuli, no sábado por volta da meia noite", declarou, informando que o ataque foi feito por mil supostos rebeldes.

Um balanço anterior dava conta de 40 policiais mortos e 19 feridos.

"Trata-se do pior ataque dos rebeldes desde a suspensão do estado de emergência, no dia 28 de agosto", ressaltou um porta-voz da polícia. "Os terroristas e o policiais se enfrentaram durante mais de quatro horas", afirmou a rádio pública.

Os rebeldes maoístas lutam desde 1996 pela instauração de uma república comunista no Nepal, pequeno reino entre a Índia e a China. A rebelião, muita ativa no campo, já deixou mais de 4,4 mil mortos, segundo dados oficiais.

O estado de emergência foi imposto pelo rei em novembro de 2001, depois da quebra de um cessar-fogo, e foi suspenso no dia 28 de agosto para as eleições legislativas de 13 de novembro, as quais os rebeldes já declararam que vão boicotar.

A medida dava às autoridades locais e às forças de segurança amplos poderes para prender e interrogar. A oposição afirma que isso levou a uma piora da questão dos direitos humanos.

Uma equipe da Anistia Internacional vai investigar o país do dia 9 a 25 de setembro. A última ofensiva forte maoísta contra a polícia foi em 11 e 12 de abril, quando 84 agentes morreram em operações lançadas contra três postos diferentes.

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