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Andréa Iseki/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Wagner Oliveira
Do Diário do Grande ABC

22/09/2010 | 07:03


 

Emblemático, histórico, clássico... Sobram elogios quando nos deparamos com Jeep Wrangler. É que o veículo produzido pela Chrysler, agora em parceria com a Fiat, nos remete ao nostálgico modelo que chegou a ter cerca de 150 mil unidades produzidas pela Willys na fábrica de São Bernardo.

Só que as comparações - para o bem e para o mal - param por aí. Atualmente, o Wrangler não teve mais nada a ver com aquele rústico veículo, cujo nome, atualmente, é tomado emprestado para designar, aqui no Brasil, qualquer veículo utilitário esportivo -- classificados como jipões de luxo.

Aliás, jipão de luxo é a melhor definição para o Wrangler. Importado dos Estados Unidos, vem com elevado nível tecnológico e de conforto para proporcionar esportividade e aventura aos felizardos consumidores que puderem desembolsar R$ 130 mil para comprar um exemplar.

O Diário testou a versão Unlimited Sport de quatro portas. Com entreeixo alongado em 51 mm em relação a versão de duas portas, o modelo ganhou no Brasil o apelido de "Bernardão" - em alusão a um antigo modelo fabricado no Grande ABC.

O Wrangler é equipado com freios ABS, airbags de múltiplos estágios (as bolsas inflam na velocidade adequada à severidade do impacto), travamento para assentos infantis, ESP (programa eletrônico de estabilidade), anticapotamento eletrônico, pré-tensionadores e barras de impacto lateral nas portas.

Com câmbio automático de quatro velocidade e motor V6 de 3,8 litros, demonstra mais vocação para a terra do que para o asfalto - piso onde, em função de sua grande massa, desenvolve pouca velocidade e gasta muito. Auxiliado por tração 4x4, o Wrangler não chega a fazer sete quilômetros por litro. Na estrada.

O propulsor atinge 199 cavalos a 4.500 rpm. O torque chega a 32,1 mkgf a 3.400 rpm. É o DNA.

Fora o consumo exagerado, a diversão é garantida. Em fibra, o teto pode ser removido facilmente. Conversível, o veículo oferece ainda cobertura com capota de lona - como seus primeiros antepassados. A sensação de liberdade compensa ruídos. Para quem pode pagar, o Wrangler é um sonho de brinquedo.



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Wagner Oliveira
Do Diário do Grande ABC

22/09/2010 | 07:03


 

Emblemático, histórico, clássico... Sobram elogios quando nos deparamos com Jeep Wrangler. É que o veículo produzido pela Chrysler, agora em parceria com a Fiat, nos remete ao nostálgico modelo que chegou a ter cerca de 150 mil unidades produzidas pela Willys na fábrica de São Bernardo.

Só que as comparações - para o bem e para o mal - param por aí. Atualmente, o Wrangler não teve mais nada a ver com aquele rústico veículo, cujo nome, atualmente, é tomado emprestado para designar, aqui no Brasil, qualquer veículo utilitário esportivo -- classificados como jipões de luxo.

Aliás, jipão de luxo é a melhor definição para o Wrangler. Importado dos Estados Unidos, vem com elevado nível tecnológico e de conforto para proporcionar esportividade e aventura aos felizardos consumidores que puderem desembolsar R$ 130 mil para comprar um exemplar.

O Diário testou a versão Unlimited Sport de quatro portas. Com entreeixo alongado em 51 mm em relação a versão de duas portas, o modelo ganhou no Brasil o apelido de "Bernardão" - em alusão a um antigo modelo fabricado no Grande ABC.

O Wrangler é equipado com freios ABS, airbags de múltiplos estágios (as bolsas inflam na velocidade adequada à severidade do impacto), travamento para assentos infantis, ESP (programa eletrônico de estabilidade), anticapotamento eletrônico, pré-tensionadores e barras de impacto lateral nas portas.

Com câmbio automático de quatro velocidade e motor V6 de 3,8 litros, demonstra mais vocação para a terra do que para o asfalto - piso onde, em função de sua grande massa, desenvolve pouca velocidade e gasta muito. Auxiliado por tração 4x4, o Wrangler não chega a fazer sete quilômetros por litro. Na estrada.

O propulsor atinge 199 cavalos a 4.500 rpm. O torque chega a 32,1 mkgf a 3.400 rpm. É o DNA.

Fora o consumo exagerado, a diversão é garantida. Em fibra, o teto pode ser removido facilmente. Conversível, o veículo oferece ainda cobertura com capota de lona - como seus primeiros antepassados. A sensação de liberdade compensa ruídos. Para quem pode pagar, o Wrangler é um sonho de brinquedo.

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