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O conflito na Síria

Entenda a guerra civil que completou três anos


Do Diário do Grande ABC

14/09/2014 | 07:00


 Muito se fala sobre a guerra civil da Síria. Com a proximidade do Enem e do vestibular, vale a pena entender o que está acontecendo por lá. Afinal, já faz três anos que os conflitos começaram e resultaram na morte de 100 mil pessoas oficialmente. 

A guerra eclodiu em março de 2011 na cidade de Deraa, quando adolescentes foram presos, acusados de escrever na parede de uma escola frases revolucionárias com ideais contrários ao atual governo do presidente Bashar al-Assad. “Hoje, a guerra civil continua por motivações políticas”, explica o professor de Geopolítica, Décio Cavalheiro.

O professor de História Fernando Rodrigues, do Cursinho da Poli, explica que o governo não consegue reprimir os rebeldes, enquanto os opositores de Bashar al-Assad não têm êxito na tentativa de tirá-lo do poder. “Os rebeldes são apoiados por países ocidentais, como Inglaterra e Estados Unidos, ao passo que os líderes da Síria recebem armas e apoio da Rússia.” 

Hoje, o país enfrenta crise econômica, com grande número de desemprego e enorme destruição da infraestrutura. O cenário faz com que o povo deixe a região. “Cerca de 10% da população exilou-se nos países que fazem fronteira”, citou Cavalheiro. 

Para Rodrigues, não dá para prever quando a guerra vai acabar. “A reconstrução da Síria custará muitos bilhões de dólares, dinheiro que poderia ter sido gasto na modernização do país e não na sua recomposição. As próximas gerações serão afetadas por décadas pelos erros do passado.”



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O conflito na Síria

Entenda a guerra civil que completou três anos

Do Diário do Grande ABC

14/09/2014 | 07:00


 Muito se fala sobre a guerra civil da Síria. Com a proximidade do Enem e do vestibular, vale a pena entender o que está acontecendo por lá. Afinal, já faz três anos que os conflitos começaram e resultaram na morte de 100 mil pessoas oficialmente. 

A guerra eclodiu em março de 2011 na cidade de Deraa, quando adolescentes foram presos, acusados de escrever na parede de uma escola frases revolucionárias com ideais contrários ao atual governo do presidente Bashar al-Assad. “Hoje, a guerra civil continua por motivações políticas”, explica o professor de Geopolítica, Décio Cavalheiro.

O professor de História Fernando Rodrigues, do Cursinho da Poli, explica que o governo não consegue reprimir os rebeldes, enquanto os opositores de Bashar al-Assad não têm êxito na tentativa de tirá-lo do poder. “Os rebeldes são apoiados por países ocidentais, como Inglaterra e Estados Unidos, ao passo que os líderes da Síria recebem armas e apoio da Rússia.” 

Hoje, o país enfrenta crise econômica, com grande número de desemprego e enorme destruição da infraestrutura. O cenário faz com que o povo deixe a região. “Cerca de 10% da população exilou-se nos países que fazem fronteira”, citou Cavalheiro. 

Para Rodrigues, não dá para prever quando a guerra vai acabar. “A reconstrução da Síria custará muitos bilhões de dólares, dinheiro que poderia ter sido gasto na modernização do país e não na sua recomposição. As próximas gerações serão afetadas por décadas pelos erros do passado.”

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