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Maranhão volta atrás e declara à Justiça sua microempresa

Presidente do PP entra com representação contra tucano


Lukas Kenji
Especial para o Diário

14/09/2012 | 07:04


Após omitir microempresa em declaração de bens disposta no portal do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), como noticiado pelo jornal A Tribuna da Serra e depois pelo Diário, o aspirante ao Paço de Rio Grande da Serra Gabriel Maranhão (PSDB) decidiu atualizar seu cadastro junto à 382ª zona eleitoral e passou a mencionar o bem.

Com acréscimo de R$ 50 mil referente ao negócio, o tucano declara agora patrimônio de R$ 725 mil.

Apesar da atualização dos dados, representação junto ao Ministério Público foi impetrada contra Maranhão. Ela partiu do presidente do PP e candidato a vereador, Elias Freitas. "É afronta aos moradores de Rio Grande. Espero que a denúncia seja julgada ainda antes da eleição", afirma Freitas, que compõe chapa em prol do prefeiturável Claudinho da Geladeira (PT). O petista, por sua vez, nega qualquer envolvimento com a ação, mas aprova.

A omissão de Maranhão fere o artigo 350 do Código Eleitoral. Se for apreciado como relevante pelo Poder Judiciário, ele pode ficar inelegível por oito anos por se enquadrar na Lei da Ficha Limpa. Entretanto, caberia recurso ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) e ao TSE.



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Maranhão volta atrás e declara à Justiça sua microempresa

Presidente do PP entra com representação contra tucano

Lukas Kenji
Especial para o Diário

14/09/2012 | 07:04


Após omitir microempresa em declaração de bens disposta no portal do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), como noticiado pelo jornal A Tribuna da Serra e depois pelo Diário, o aspirante ao Paço de Rio Grande da Serra Gabriel Maranhão (PSDB) decidiu atualizar seu cadastro junto à 382ª zona eleitoral e passou a mencionar o bem.

Com acréscimo de R$ 50 mil referente ao negócio, o tucano declara agora patrimônio de R$ 725 mil.

Apesar da atualização dos dados, representação junto ao Ministério Público foi impetrada contra Maranhão. Ela partiu do presidente do PP e candidato a vereador, Elias Freitas. "É afronta aos moradores de Rio Grande. Espero que a denúncia seja julgada ainda antes da eleição", afirma Freitas, que compõe chapa em prol do prefeiturável Claudinho da Geladeira (PT). O petista, por sua vez, nega qualquer envolvimento com a ação, mas aprova.

A omissão de Maranhão fere o artigo 350 do Código Eleitoral. Se for apreciado como relevante pelo Poder Judiciário, ele pode ficar inelegível por oito anos por se enquadrar na Lei da Ficha Limpa. Entretanto, caberia recurso ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) e ao TSE.

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