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General pode ter barrado investigação de grampo



02/02/2001 | 00:52


O detetive particular Bechara Jalkh afirmou nesta quinta-feira, em depoimento ao juiz Alexandre Libonati de Abreu, da 2ª Vara Federal Criminal, que o ministro-chefe do gabinete de Segurança Institucional, general Alberto Cardoso, ordenou a suspensão das investigações sobre a autoria do grampo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao ser informado de que fitas ainda mais comprometedoras poderiam vir à tona. Segundo Jalkh, havia gravações de conversas do presidente Fernando Henrique Cardoso, e de seu genro, o diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, David Zylbersztajn.

Bechara Jalkh contou que, na época em que o caso do grampo começou a ser veiculado na imprensa, o general Cardoso esteve no Rio de Janeiro com ordens expressas da Presidência da República de investigar a autoria da escuta clandestina. “A ordem era punir os responsáveis”, disse. De acordo com o depoimento do detetive, o general teria tomado conhecimento de que a Agência Brasileira de Inteligência teria em mãos fitas que poderiam comprometer o presidente e, por isso, ordenou que o caso não fosse mais investigado. O detetive não revelou como soube da história.

Uma das principais testemunhas de acusação do grampo, o ex-funcionário da Telerj Waldeci Alves de Oliveira também prestou depoimento nesta quinta-feira.



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General pode ter barrado investigação de grampo


02/02/2001 | 00:52


O detetive particular Bechara Jalkh afirmou nesta quinta-feira, em depoimento ao juiz Alexandre Libonati de Abreu, da 2ª Vara Federal Criminal, que o ministro-chefe do gabinete de Segurança Institucional, general Alberto Cardoso, ordenou a suspensão das investigações sobre a autoria do grampo no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao ser informado de que fitas ainda mais comprometedoras poderiam vir à tona. Segundo Jalkh, havia gravações de conversas do presidente Fernando Henrique Cardoso, e de seu genro, o diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, David Zylbersztajn.

Bechara Jalkh contou que, na época em que o caso do grampo começou a ser veiculado na imprensa, o general Cardoso esteve no Rio de Janeiro com ordens expressas da Presidência da República de investigar a autoria da escuta clandestina. “A ordem era punir os responsáveis”, disse. De acordo com o depoimento do detetive, o general teria tomado conhecimento de que a Agência Brasileira de Inteligência teria em mãos fitas que poderiam comprometer o presidente e, por isso, ordenou que o caso não fosse mais investigado. O detetive não revelou como soube da história.

Uma das principais testemunhas de acusação do grampo, o ex-funcionário da Telerj Waldeci Alves de Oliveira também prestou depoimento nesta quinta-feira.

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