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Por dia, região tem 11 casos de sarampo

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Com 465 registros, foram 157 confirmações em duas semanas; S.Bernardo tem maior aumento


Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

13/09/2019 | 07:00


 Desde o dia 29 de agosto, o Grande ABC registrou 157 novos casos de sarampo, média de 11 confirmações por dia. São Bernardo foi a cidade que contabilizou o maior número de casos (98) no período. Entretanto, Santo André é o município com maior incidência da enfermidade, totalizando 215 doentes. Ao todo, são 465 ocorrências na região neste ano.

Em relação às campanhas, Santo André, São Bernardo, Ribeirão Pires e Diadema seguem vacinando o público-alvo, que envolve jovens entre 15 e 29 anos. Conforme determinação do Ministério da Saúde, a imunização prossegue apenas para crianças entre 6 meses e 1 ano incompleto nas sete cidades, assim como a realização de ações de bloqueio, onde vacinas são aplicadas independentemente da idade.

Não há tratamento específico para a doença, que é combatida apenas por anticorpos. A vacina que combate o sarampo é a tríplice viral, que também protege contra rubéola e caxumba. Ela integra o Programa Nacional de Imunizações e é aplicada aos 12 meses. O reforço é aos 15 meses com a tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Até os 29 anos, a recomendação é tomar duas doses. Entre 30 e 59 anos, a pessoa deve ser vacinada uma vez. 

Patrícia Montanheiro, biomédica e coordenadora do Laboratório de Análises Clínicas da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), destaca que a baixa imunização e o fato de o vírus ser extremamente infectocontagioso – é transmitido por gotículas, o que significa que pode ser passado pelo toque e beijo, por exemplo – agravam o cenário.

O período de incubação do vírus é de cinco dias, portanto, o indivíduo pode transmitir a doença sem apresentar os sintomas, que são: febre, manchas avermelhadas na pele, tosse persistente, mal-estar e irritação dos olhos. “Ao primeiro indício, a pessoa deve ir imediatamente ao pronto-socorro”, orienta a profissional.

CENÁRIO

Em todo Estado de São Paulo, até quarta-feira, foram 3.591 casos de sarampo confirmados, sendo 60% na Capital. O vírus circula em 134 municípios e a enfermidade foi responsável pelo óbito de três pessoas: uma menina de 4 meses em Osasco, um menino de 9 meses na Capital e um homem de 42 anos, também na Capital.

Na semana passada, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer para os Estados e o Distrito Federal cápsulas de vitamina A para bebês com a suspeita da enfermidade e menores de 6 meses, faixa etária que não pode ser vacinada e corre mais risco de ter complicações. (com agências)



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Por dia, região tem 11 casos de sarampo

Com 465 registros, foram 157 confirmações em duas semanas; S.Bernardo tem maior aumento

Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

13/09/2019 | 07:00


 Desde o dia 29 de agosto, o Grande ABC registrou 157 novos casos de sarampo, média de 11 confirmações por dia. São Bernardo foi a cidade que contabilizou o maior número de casos (98) no período. Entretanto, Santo André é o município com maior incidência da enfermidade, totalizando 215 doentes. Ao todo, são 465 ocorrências na região neste ano.

Em relação às campanhas, Santo André, São Bernardo, Ribeirão Pires e Diadema seguem vacinando o público-alvo, que envolve jovens entre 15 e 29 anos. Conforme determinação do Ministério da Saúde, a imunização prossegue apenas para crianças entre 6 meses e 1 ano incompleto nas sete cidades, assim como a realização de ações de bloqueio, onde vacinas são aplicadas independentemente da idade.

Não há tratamento específico para a doença, que é combatida apenas por anticorpos. A vacina que combate o sarampo é a tríplice viral, que também protege contra rubéola e caxumba. Ela integra o Programa Nacional de Imunizações e é aplicada aos 12 meses. O reforço é aos 15 meses com a tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Até os 29 anos, a recomendação é tomar duas doses. Entre 30 e 59 anos, a pessoa deve ser vacinada uma vez. 

Patrícia Montanheiro, biomédica e coordenadora do Laboratório de Análises Clínicas da USCS (Universidade Municipal de São Caetano), destaca que a baixa imunização e o fato de o vírus ser extremamente infectocontagioso – é transmitido por gotículas, o que significa que pode ser passado pelo toque e beijo, por exemplo – agravam o cenário.

O período de incubação do vírus é de cinco dias, portanto, o indivíduo pode transmitir a doença sem apresentar os sintomas, que são: febre, manchas avermelhadas na pele, tosse persistente, mal-estar e irritação dos olhos. “Ao primeiro indício, a pessoa deve ir imediatamente ao pronto-socorro”, orienta a profissional.

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Em todo Estado de São Paulo, até quarta-feira, foram 3.591 casos de sarampo confirmados, sendo 60% na Capital. O vírus circula em 134 municípios e a enfermidade foi responsável pelo óbito de três pessoas: uma menina de 4 meses em Osasco, um menino de 9 meses na Capital e um homem de 42 anos, também na Capital.

Na semana passada, o Ministério da Saúde anunciou que vai oferecer para os Estados e o Distrito Federal cápsulas de vitamina A para bebês com a suspeita da enfermidade e menores de 6 meses, faixa etária que não pode ser vacinada e corre mais risco de ter complicações. (com agências)

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