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Hipopótamos semeiam o terror no rio Niger


Do Diário do Grande ABC

16/10/2000 | 10:17


Bandos de hipopótamos do rio Níger semeiam o terror há semanas na regiao de Tillabéry, a cerca de 20 km ao Norte da capital, onde eles já deixaram vários condutores de canoas gravemente feridos e comprometeram as colheitas de arroz.

O vice-prefeito de Tillabéry, Abdoulaye Saïdou Maïga, afirmou que os hipopótamos provocaram acidentes graves e devastaram imensas plantaçoes de arroz. Segundo ele, foram abatidos dois animais que deixaram um condutor de canoa ferido e causaram perdas na colheita de arroz.

Uma dezena de canoas foram quebradas pelos mamíferos, afirmou um habitante d'Ayorou, um dos numerosos pontos turísticos do rio. Os hipopótamos atacam também os animais domésticos, principalmente as vacas, acrescentou ele.

A navegaçao foi interditada em diversos pontos do rio onde os hipopótamos se instalaram e nao hesitam em perseguir os condutores de canoas para preservar seu território.

As populaçoes asseguram jamais ter visto tantos hipopótamos. Equipados com armas brancas e tochas, os habitantes das vilas montam guarda para proteger suas plantaçoes de arroz.

``Mas esta estratégia é ineficaz porque os guardas sao cassados durante a noite por estas bestas'', disse um vendedor ambulante.

Estes hipopótamos teriam vindo de áreas próximas de Mali ou foram perseguidos pela populaçao.

As autoridades locais alertaram o governo sobre o perigo e pediram o abate dos animais julgados agressivos.

``Existem limites: nao podemos para proteger os animais deixar que a populaçao corra riscos graves'', disse Saïdou Maïga.



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Hipopótamos semeiam o terror no rio Niger

Do Diário do Grande ABC

16/10/2000 | 10:17


Bandos de hipopótamos do rio Níger semeiam o terror há semanas na regiao de Tillabéry, a cerca de 20 km ao Norte da capital, onde eles já deixaram vários condutores de canoas gravemente feridos e comprometeram as colheitas de arroz.

O vice-prefeito de Tillabéry, Abdoulaye Saïdou Maïga, afirmou que os hipopótamos provocaram acidentes graves e devastaram imensas plantaçoes de arroz. Segundo ele, foram abatidos dois animais que deixaram um condutor de canoa ferido e causaram perdas na colheita de arroz.

Uma dezena de canoas foram quebradas pelos mamíferos, afirmou um habitante d'Ayorou, um dos numerosos pontos turísticos do rio. Os hipopótamos atacam também os animais domésticos, principalmente as vacas, acrescentou ele.

A navegaçao foi interditada em diversos pontos do rio onde os hipopótamos se instalaram e nao hesitam em perseguir os condutores de canoas para preservar seu território.

As populaçoes asseguram jamais ter visto tantos hipopótamos. Equipados com armas brancas e tochas, os habitantes das vilas montam guarda para proteger suas plantaçoes de arroz.

``Mas esta estratégia é ineficaz porque os guardas sao cassados durante a noite por estas bestas'', disse um vendedor ambulante.

Estes hipopótamos teriam vindo de áreas próximas de Mali ou foram perseguidos pela populaçao.

As autoridades locais alertaram o governo sobre o perigo e pediram o abate dos animais julgados agressivos.

``Existem limites: nao podemos para proteger os animais deixar que a populaçao corra riscos graves'', disse Saïdou Maïga.

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