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Apesar de adesão à base tucana, PPS ficará sem Pasta

Divulgação  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Partido tem dois vereadores na Câmara, que confirmam postura governista na Casa


Fábio Martins

19/12/2016 | 06:07


Em tratativa firmada na posse da comissão provisória do PPS de Santo André, o prefeito eleito, Paulo Serra (PSDB), fechou acordo com a cúpula da legenda e sinalizou que abrirá participação na gestão tucana à sigla a partir de janeiro, sem assegurar espaço no primeiro escalão do Paço. Diante do ajuste, a bancada do partido, composta por Fábio Lopes, agora presidente da executiva municipal, e Rodolfo Donetti, ambos de primeiro mandato, confirmou postura governista na Câmara.

Lopes havia indicado, anteriormente, interesse em compor com o tucano, mas adiantou que, caso as conversas com o futuro prefeito não avançassem, o partido iria seguir linha de independência no Legislativo, apesar do apoio da dupla no segundo turno – prefeiturável do PPS, Raimundo Salles ficou na quinta colocação na disputa e pediu desfiliação logo após o resultado da etapa final do pleito. “Iremos participar do governo (Paulo Serra). Vamos trabalhar juntos com a equipe e definir juntos o espaço”, alegou Fábio Lopes.

A decisão deu-se com o aval do deputado federal Alex Manente, mandatário paulista do PPS. Na fase derradeira do páreo em Santo André, Paulo Serra rejeitou o apoio de Salles, assim como fez com o ex-prefeito Aidan Ravin (PSB), falando em ter auxílio das pessoas de bem de cada partido, evitando carregar a impopularidade dos então adversários eleitorais. Depois da vitória sobre o atual prefeito Carlos Grana (PT), o tucano já ampliou o leque de aliados na Casa, garantindo, ao menos, maioria simples para votação de projetos.

Paulo Serra considerou que o acerto é processo de construção, sem perder de vista as propostas de nova política e de enxugar a máquina administrativa, bandeiras levantadas durante a campanha. “Partido que tiver quadros com capacidade técnica poderá compor (o governo). É consequência. Não será traição ao que prometemos ao eleitor. Faremos composição para tirar o nosso programa do papel. Teremos ainda a ajuda do PTB, PV, SD”, elencou o tucano, sem dimensionar o tamanho que será concedido ao PPS. “Terão espaço, dentro desta lógica. O que não pode é abandonar os ideais”, pontuou.  



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