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Diadema nega problema com transporte até Apae

Pelo menos dez usuários reclamam de atraso e interrupção de serviço municipal gratuito

Leonardo Santos
especial para o Diário
15/10/2016 | 07:07
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A Prefeitura de Diadema negou problemas relacionados à oferta de transporte para crianças da cidade que realizam tratamento na Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais). Conforme o Diário noticiou na quinta-feira, pelo menos dez famílias do município que dependem do serviço reclamam de atrasos e não oferecimento de vans e ônibus.

A secretária municipal de Educação, Tatiane Ramos, afirmou que os veículos disponibilizados para os pacientes até a entidade estão regularizados e que não há transtornos. “Temos 281 alunos que, diariamente, são transportados à Apae, com micro-ônibus e van regularizados, prontos para atender todos os pacientes”, salientou.

Em relação à reclamação da falta de combustível e também sobre a manutenção dos veículos, problemas destacados pelos usuários, Tatiane diz que não há registros de ocorrências do tipo. “Nunca houve falta de gasolina e de veículos. Todos estão em dia e passam pontualmente nos pontos para levá-los”. A secretária também frisou que, desde 2013, não há lista de espera para o serviço.

Quanto às reclamações, como no caso de Dinamar Assis, 53, cuja filha Daíse do Nascimento Assis, 21, tem síndrome de Angelman, e é dependente do serviço, a secretária destaca que os responsáveis devem procurar a Secretaria de Educação para fazer reclamações. “Estamos à disposição para ouvir e orientar os pais sobre qualquer dúvida.”

A munícipe revela que a filha já chegou a perder dia de tratamento à espera do transporte. “Isso acontece faz tempo. Simplesmente não apareciam e não avisavam. Já fiquei mais de uma hora esperando, com chuva, no frio”, ressalta a moradora do bairro Campanário.




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