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Siglas do arco de Aidan seguem indecisas

Celso Luiz/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/10/2016 | 07:00


Partidos da coligação do ex-prefeito de Santo André Aidan Ravin (PSB) permanecem sem referendar o caminho eleitoral que irão defender no segundo turno do processo, disputado pelo atual prefeito Carlos Grana (PT) e o ex-vereador Paulinho Serra (PSDB). Oito legendas integraram o projeto socialista (PSB, PRB, PMN, PSDC, PRP, PEN, PP e PRTB). As siglas do arco com representação na Câmara, a exemplo do PRB e PMN, não definiram apoio na etapa derradeira, mantendo diálogo com os prefeituráveis.

Parte do PSB declarou apoio a Paulinho, como o vereador Almir Cicote. Em contrapartida, o presidente do PRB, vereador bispo Ronaldo de Castro, afirmou não ter nada decidido. Segundo ele, as conversas, até agora, “não prosperaram”. “Há possibilidade de tudo, Paulinho, PT ou neutro”. Além de Ronaldo, Roberto Rautenberg foi reeleito pela sigla. No PMN, o parlamentar Toninho de Jesus também alegou que não há qualquer posição. “Estamos em stand by. Vamos definir postura, mas por enquanto seguimos com bandeira branca.”

O arco do PT, de Grana, elegeu a maior bancada, fazendo sete das 21 cadeiras. Paulinho, que ficou na liderança na etapa inicial, formou bancada de seis parlamentares. Aidan garantiu quatro vagas. Repetindo tática de revelar quadros, Raimundo Salles (PPS) assegurou dois assentos, mesmo número conquistado por Ailton Lima (SD) em sua primeira participação majoritária. Alvarez e Rafael não conquistaram espaço.

O presidente do PT andreense, Luiz Turco, elencou que “tem gente das outras coligações” alinhada com Grana, referindo-se a Aidan, Ailton, Salles e Alvarez, porém, sem citar nomes. “Lideranças que não estavam conosco agora estão juntas”. Nenhum dos postulantes a prefeito derrotados encaminhou adesão ao projeto governista. Ailton formalizou apoio a Paulinho. Coordenador da campanha tucana, o vereador Donizeti Pereira (PV) frisou que em torno de 100 lideranças, entre candidatos e apoiadores de arcos diferentes, migraram para “fortalecer o time”. “Muitos (pleiteantes) estão nos procurando em apoio à proposta de gestão nova, com máquina enxuta, sem oferta de cargos.”

Grana não realizou atividade de rua ontem. Já Paulinho fez carreata pelo Centro e caminhada no Núcleo dos Ciganos, em Utinga. O tucano prometeu executar ações de reurbanização em 100 núcleos. “O PT abandonou a periferia. Nós retomaremos programa de urbanização, parado desde a época do prefeito Celso Daniel (morto em 2002)”, mencionou Paulinho. 



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Siglas do arco de Aidan seguem indecisas

Fabio Martins
Do Diário do Grande ABC

14/10/2016 | 07:00


Partidos da coligação do ex-prefeito de Santo André Aidan Ravin (PSB) permanecem sem referendar o caminho eleitoral que irão defender no segundo turno do processo, disputado pelo atual prefeito Carlos Grana (PT) e o ex-vereador Paulinho Serra (PSDB). Oito legendas integraram o projeto socialista (PSB, PRB, PMN, PSDC, PRP, PEN, PP e PRTB). As siglas do arco com representação na Câmara, a exemplo do PRB e PMN, não definiram apoio na etapa derradeira, mantendo diálogo com os prefeituráveis.

Parte do PSB declarou apoio a Paulinho, como o vereador Almir Cicote. Em contrapartida, o presidente do PRB, vereador bispo Ronaldo de Castro, afirmou não ter nada decidido. Segundo ele, as conversas, até agora, “não prosperaram”. “Há possibilidade de tudo, Paulinho, PT ou neutro”. Além de Ronaldo, Roberto Rautenberg foi reeleito pela sigla. No PMN, o parlamentar Toninho de Jesus também alegou que não há qualquer posição. “Estamos em stand by. Vamos definir postura, mas por enquanto seguimos com bandeira branca.”

O arco do PT, de Grana, elegeu a maior bancada, fazendo sete das 21 cadeiras. Paulinho, que ficou na liderança na etapa inicial, formou bancada de seis parlamentares. Aidan garantiu quatro vagas. Repetindo tática de revelar quadros, Raimundo Salles (PPS) assegurou dois assentos, mesmo número conquistado por Ailton Lima (SD) em sua primeira participação majoritária. Alvarez e Rafael não conquistaram espaço.

O presidente do PT andreense, Luiz Turco, elencou que “tem gente das outras coligações” alinhada com Grana, referindo-se a Aidan, Ailton, Salles e Alvarez, porém, sem citar nomes. “Lideranças que não estavam conosco agora estão juntas”. Nenhum dos postulantes a prefeito derrotados encaminhou adesão ao projeto governista. Ailton formalizou apoio a Paulinho. Coordenador da campanha tucana, o vereador Donizeti Pereira (PV) frisou que em torno de 100 lideranças, entre candidatos e apoiadores de arcos diferentes, migraram para “fortalecer o time”. “Muitos (pleiteantes) estão nos procurando em apoio à proposta de gestão nova, com máquina enxuta, sem oferta de cargos.”

Grana não realizou atividade de rua ontem. Já Paulinho fez carreata pelo Centro e caminhada no Núcleo dos Ciganos, em Utinga. O tucano prometeu executar ações de reurbanização em 100 núcleos. “O PT abandonou a periferia. Nós retomaremos programa de urbanização, parado desde a época do prefeito Celso Daniel (morto em 2002)”, mencionou Paulinho. 

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