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Ramon Velásquez critica Claudinho da Geladeira

André Henrriques/DGABC/Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vitória Rocha
Especial para o Diário

14/10/2016 | 07:00


Prefeito de Rio Grande da Serra entre 1999 e 2004 e único petista a governar a cidade, Ramon Velásquez criticou postura do coordenador regional do PT e ex-postulante ao Paço pelo partido, Claudinho da Geladeira, que afirmou cogitar saída da sigla.

O ex-chefe do Executivo disse não ter ficado surpreso com a declaração do correligionário. “Eu não esperava outra postura de Claudinho. Mais uma vez ele demonstrou que não merecia ter sido candidato. O caminho mais fácil é sair. É covardia. Das últimas duas vezes em que ele tentou chegar à Prefeitura, eu fui muito mal recebido entre meus companheiros e por isso me afastei. Hoje me sinto de alma lavada”, alfinetou.

Para o petista, faltou atitude por parte de ex-prefeiturável. “Apesar de eu ter respeito por ele, digo que ele não acrescentou nada, não entendeu a conjuntura política. Deveria ter feito debate neste momento crítico da economia e da política do País. Deveria ter impulsionado a discussão. Essa é hora em que temos que ter controle emocional porque precisamos fazer autocrítica do partido e voltar a dialogar com a sociedade.”

Conforme o Diário publicou ontem, Claudinho foi evasivo, mas deu a entender que poderia deixar a legenda. “Continuo na vida política porque tivemos quase 40% do eleitorado. Derrotado é aquele que desiste. É muito cedo para ter qualquer posicionamento (sobre permanecer ou não no PT). Temos de fazer uma reflexão juntos, com todos os companheiros, e avaliar.”

Em dezembro, Ramon chegou a cogitar disputar prévias contra Claudinho para ser o representante do partido a enfrentar o agora reeleito prefeito, Gabriel Maranhão (PSDB). Já naquele momento, o ex-prefeito criticou a direção municipal e o ex-prefeiturável. “Há muita intriga e discórdia no partido em Rio Grande e esse modus operandi não agrada a população. Não deveríamos ter só criticado o Maranhão, mas sim deveríamos ter proposto mais projetos”, disse Ramon, ressaltando seus antigos posicionamentos. 



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Ramon Velásquez critica Claudinho da Geladeira

Vitória Rocha
Especial para o Diário

14/10/2016 | 07:00


Prefeito de Rio Grande da Serra entre 1999 e 2004 e único petista a governar a cidade, Ramon Velásquez criticou postura do coordenador regional do PT e ex-postulante ao Paço pelo partido, Claudinho da Geladeira, que afirmou cogitar saída da sigla.

O ex-chefe do Executivo disse não ter ficado surpreso com a declaração do correligionário. “Eu não esperava outra postura de Claudinho. Mais uma vez ele demonstrou que não merecia ter sido candidato. O caminho mais fácil é sair. É covardia. Das últimas duas vezes em que ele tentou chegar à Prefeitura, eu fui muito mal recebido entre meus companheiros e por isso me afastei. Hoje me sinto de alma lavada”, alfinetou.

Para o petista, faltou atitude por parte de ex-prefeiturável. “Apesar de eu ter respeito por ele, digo que ele não acrescentou nada, não entendeu a conjuntura política. Deveria ter feito debate neste momento crítico da economia e da política do País. Deveria ter impulsionado a discussão. Essa é hora em que temos que ter controle emocional porque precisamos fazer autocrítica do partido e voltar a dialogar com a sociedade.”

Conforme o Diário publicou ontem, Claudinho foi evasivo, mas deu a entender que poderia deixar a legenda. “Continuo na vida política porque tivemos quase 40% do eleitorado. Derrotado é aquele que desiste. É muito cedo para ter qualquer posicionamento (sobre permanecer ou não no PT). Temos de fazer uma reflexão juntos, com todos os companheiros, e avaliar.”

Em dezembro, Ramon chegou a cogitar disputar prévias contra Claudinho para ser o representante do partido a enfrentar o agora reeleito prefeito, Gabriel Maranhão (PSDB). Já naquele momento, o ex-prefeito criticou a direção municipal e o ex-prefeiturável. “Há muita intriga e discórdia no partido em Rio Grande e esse modus operandi não agrada a população. Não deveríamos ter só criticado o Maranhão, mas sim deveríamos ter proposto mais projetos”, disse Ramon, ressaltando seus antigos posicionamentos. 

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