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Com estreia hoje, mais um filme sobre Steve Jobs revela o homem que existia por trás da genialidade


Miriam Gimenes

14/01/2016 | 07:00


 John Sculley – CEO da Apple durante dez anos (1983 a 1993) – foi ‘pintado’ como o algoz de Steve Jobs. É que, após incompatibilidade de ideias, o executivo teve de demiti-lo, em 1985. Disse, anos mais tarde, que isso não passou de um mito. Verdade ou não, o antes, o durante e o depois da atitude de Sculley são de grande importância para a construção da história do gênio cofundador da empresa, retratado no filme que leva seu nome e estreia hoje. O longa, com direção de Danny Boyle (Quem Quer ser Um Milionário), acaba de faturar dois troféus do Globo de Ouro nas categorias melhor atriz de filme dramático (Kate Winslet) e melhor roteiro (Aaron Sorkin).

Muitos conhecem o legado de Jobs. Inclusive à época que ele morreu (outubro de 2011) pipocaram em redes sociais seus pensamentos, discursos feitos para universitários e até mesmo a sua fama de ser algoz de seus funcionários. E o longa – com roteiro inspirado no livro Steve Jobs, de Walter Isaacson, que ganhou um prêmio Pulitzer pelo trabalho – confirma sua genialidade, as tiradas bem-humoradas e mostra o homem que havia por trás daquela mente brilhante.

No elenco estão Michael Fassbender (Jobs), Kate Winslet (Joanna Hoffman, da equipe de desenvolvimento do Macintosh), Seth Rogen, Jeff Daniels, Katherine Waterston e Michael Stuhlbarg. “Ele mudou o jeito que o mundo funcionava”, disse Fassbender, indicado como melhor ator de drama no Globo de Ouro. É o que pensa também a colega de elenco Kate Winslet. “Ele era um verdadeiro gênio, um visionário.” Talvez até por conta de sua veia workaholic não tinha inteligência emocional para lidar com seus relacionamentos, principalmente com a filha mais velha, Lisa, de quem relutou assumir a paternidade.

Mas não julgue as atitudes do homem que criou o Macintosh (1984), o Next (1988) e o iMac (1998). sem antes assistir ao longa e analisar, principalmente, sua infância. Abandonado ainda bebê, disse certa vez que queria descobrir quem foi sua mãe biológica. “Queria conhecê-la, saber se está tudo bem e lhe agradecer por não ter me abortado”, declarou. Steve Jobs morreu aos 56 anos de câncer. Este é o terceiro filme sobre ele: o primeiro foi Jobs, de 2013, interpretado por Ashton Kutcher, e o segundo o documentário Steve Jobs: The Man in the Machine, de Alex Gibney, lançado em 2015.



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Com estreia hoje, mais um filme sobre Steve Jobs revela o homem que existia por trás da genialidade

Miriam Gimenes

14/01/2016 | 07:00


 John Sculley – CEO da Apple durante dez anos (1983 a 1993) – foi ‘pintado’ como o algoz de Steve Jobs. É que, após incompatibilidade de ideias, o executivo teve de demiti-lo, em 1985. Disse, anos mais tarde, que isso não passou de um mito. Verdade ou não, o antes, o durante e o depois da atitude de Sculley são de grande importância para a construção da história do gênio cofundador da empresa, retratado no filme que leva seu nome e estreia hoje. O longa, com direção de Danny Boyle (Quem Quer ser Um Milionário), acaba de faturar dois troféus do Globo de Ouro nas categorias melhor atriz de filme dramático (Kate Winslet) e melhor roteiro (Aaron Sorkin).

Muitos conhecem o legado de Jobs. Inclusive à época que ele morreu (outubro de 2011) pipocaram em redes sociais seus pensamentos, discursos feitos para universitários e até mesmo a sua fama de ser algoz de seus funcionários. E o longa – com roteiro inspirado no livro Steve Jobs, de Walter Isaacson, que ganhou um prêmio Pulitzer pelo trabalho – confirma sua genialidade, as tiradas bem-humoradas e mostra o homem que havia por trás daquela mente brilhante.

No elenco estão Michael Fassbender (Jobs), Kate Winslet (Joanna Hoffman, da equipe de desenvolvimento do Macintosh), Seth Rogen, Jeff Daniels, Katherine Waterston e Michael Stuhlbarg. “Ele mudou o jeito que o mundo funcionava”, disse Fassbender, indicado como melhor ator de drama no Globo de Ouro. É o que pensa também a colega de elenco Kate Winslet. “Ele era um verdadeiro gênio, um visionário.” Talvez até por conta de sua veia workaholic não tinha inteligência emocional para lidar com seus relacionamentos, principalmente com a filha mais velha, Lisa, de quem relutou assumir a paternidade.

Mas não julgue as atitudes do homem que criou o Macintosh (1984), o Next (1988) e o iMac (1998). sem antes assistir ao longa e analisar, principalmente, sua infância. Abandonado ainda bebê, disse certa vez que queria descobrir quem foi sua mãe biológica. “Queria conhecê-la, saber se está tudo bem e lhe agradecer por não ter me abortado”, declarou. Steve Jobs morreu aos 56 anos de câncer. Este é o terceiro filme sobre ele: o primeiro foi Jobs, de 2013, interpretado por Ashton Kutcher, e o segundo o documentário Steve Jobs: The Man in the Machine, de Alex Gibney, lançado em 2015.

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