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População está sem telefone desde o dia 30

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Incêndio em cabine telefônica afetou o serviço em residências e comércios do bairro Capuava


Natália Scarabotto
Especial para o Diário

09/01/2016 | 07:00


Moradores e funcionários de empresas situadas no bairro Capuava, divisa de Santo André e Mauá, têm enfrentado problemas com as linhas telefônicas desde o dia 30 de dezembro. O motivo do transtorno foi incêndio, ainda de causa desconhecida, em duas cabines de distribuição telefônica no bairro. Desde então, as locações de oito ruas e da Avenida Comendador Wolters não conseguem realizar ou receber chamadas.

Na casa da costureira Graça Lima, 53 anos, o telefone está fazendo falta. Sem linha, ela não consegue marcar exames médicos e o marido não tem retorno de uma entrevista de emprego. O celular seria uma opção, mas ela afirma que, na casa dela, “está sempre fora de área”.

Os estabelecimentos comerciais perceberam o problema no dia 4, quando voltaram ao trabalho depois do recesso de fim de ano. A proprietária de uma lanchonete e restaurante Rosicléia Tavares Santos afirma que está perdendo clientes e tendo prejuízos. “Sem sistema na máquina de cartão, vou ter de pedir outro aparelho sem fio. É uma despesa a mais, porque a que eu tenho é R$ 58 por mês, agora, vou pagar R$ 110 mensais pelo aparelho sem fio.”

A empresa de transportes de Elizeu Goulart, 42, precisou avisar a clientela sobre o problema. “Estou até sem internet. Tive de pegar outro roteador, publicar no site e passar e-mail para os clientes com número do meu celular.”

O gerente industrial Vanderlei Pavani também está utilizando celular no trabalho como solução temporária. Mas a medida vai pesar na conta no fim do mês. “Enquanto eu gasto R$ 200 de fixo, por exemplo, com o celular sobe para R$ 500.”

Muitas pessoas já ligaram na Telefônica Vivo para reclamar. A moradora Cicera Brito Guedes, 55, tentou contato três vezes. Em todas as tentativas, o prazo estipulado não foi cumprido. Cansada de esperar, ela foi até uma unidade da empresa pedir esclarecimento. “Falaram que não tinha previsão para mandarem o técnico verificar o problema. E, a partir do momento em que verificassem, demoraria de um a dois meses para tudo voltar a funcionar”.

De acordo com Pavani, a empresa responsável pelas linhas não está tomando providências. “Disseram que iam resolver na quarta-feira passada e nada. Liguei e falaram que resolveriam no dia seguinte. Por enquanto, só retiraram a caixa de distribuição, mas não colocaram outra. Pelo jeito, não vamos ter telefone”.

A Telefônica Vivo informou, em nota, que o serviço está sendo restabelecido de forma gradual desde o dia 1º de janeiro. A empresa lamentou o ocorrido e reiterou que os clientes afetados terão crédito futuro em conta telefônica correspondente ao período em que ficaram sem serviço.



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População está sem telefone desde o dia 30

Incêndio em cabine telefônica afetou o serviço em residências e comércios do bairro Capuava

Natália Scarabotto
Especial para o Diário

09/01/2016 | 07:00


Moradores e funcionários de empresas situadas no bairro Capuava, divisa de Santo André e Mauá, têm enfrentado problemas com as linhas telefônicas desde o dia 30 de dezembro. O motivo do transtorno foi incêndio, ainda de causa desconhecida, em duas cabines de distribuição telefônica no bairro. Desde então, as locações de oito ruas e da Avenida Comendador Wolters não conseguem realizar ou receber chamadas.

Na casa da costureira Graça Lima, 53 anos, o telefone está fazendo falta. Sem linha, ela não consegue marcar exames médicos e o marido não tem retorno de uma entrevista de emprego. O celular seria uma opção, mas ela afirma que, na casa dela, “está sempre fora de área”.

Os estabelecimentos comerciais perceberam o problema no dia 4, quando voltaram ao trabalho depois do recesso de fim de ano. A proprietária de uma lanchonete e restaurante Rosicléia Tavares Santos afirma que está perdendo clientes e tendo prejuízos. “Sem sistema na máquina de cartão, vou ter de pedir outro aparelho sem fio. É uma despesa a mais, porque a que eu tenho é R$ 58 por mês, agora, vou pagar R$ 110 mensais pelo aparelho sem fio.”

A empresa de transportes de Elizeu Goulart, 42, precisou avisar a clientela sobre o problema. “Estou até sem internet. Tive de pegar outro roteador, publicar no site e passar e-mail para os clientes com número do meu celular.”

O gerente industrial Vanderlei Pavani também está utilizando celular no trabalho como solução temporária. Mas a medida vai pesar na conta no fim do mês. “Enquanto eu gasto R$ 200 de fixo, por exemplo, com o celular sobe para R$ 500.”

Muitas pessoas já ligaram na Telefônica Vivo para reclamar. A moradora Cicera Brito Guedes, 55, tentou contato três vezes. Em todas as tentativas, o prazo estipulado não foi cumprido. Cansada de esperar, ela foi até uma unidade da empresa pedir esclarecimento. “Falaram que não tinha previsão para mandarem o técnico verificar o problema. E, a partir do momento em que verificassem, demoraria de um a dois meses para tudo voltar a funcionar”.

De acordo com Pavani, a empresa responsável pelas linhas não está tomando providências. “Disseram que iam resolver na quarta-feira passada e nada. Liguei e falaram que resolveriam no dia seguinte. Por enquanto, só retiraram a caixa de distribuição, mas não colocaram outra. Pelo jeito, não vamos ter telefone”.

A Telefônica Vivo informou, em nota, que o serviço está sendo restabelecido de forma gradual desde o dia 1º de janeiro. A empresa lamentou o ocorrido e reiterou que os clientes afetados terão crédito futuro em conta telefônica correspondente ao período em que ficaram sem serviço.

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