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Professora é assassinada no estacionamento de escola


Do Diário do Grande ABC

06/09/1999 | 20:32


A professora de história Vasiliki Tritsis Cadamuro, de 35 anos, morreu nesta segunda-feira depois de levar quatro tiros num suposto assalto no estacionamento da escola municipal Doutor Naoki Sumita, no Jardim Vila Formasa, na zona leste de Sao Paulo. O suposto assalto ocorreu pouco depois das 13 horas, quando Vasiliki deixou a sala de aula e foi até o seu carro pegar objetos pessoais - o Polo 1.8, placas CJS 7637. Nao havia segurança na escola nesta segunda-feira. O guarda civil metropolitano, que deveria chegar às 15 horas, foi transferido nesta segunda-feira para o Cemitério da 4.ª Parada. O motivo é que nao haveria aula, por causa do feriado desta terça-feira (07).

Dois rapazes, um branco e outro negro com idades entre 17 e 20 anos, saíram pelo portao principal da escola. Eles foram vistos por mais de quatro testemunhas, cujos nomes nao foram revelados por motivo de segurança. Vassiliki foi atingida no abdome, no braço e duas vezes na lateral do tórax. Um dos projéteis, que segundo os policiais é de um revólver calibre 38, perfurou o corpo da professora. Atingiu o volante, a maçaneta da porta do passageiro e foi encontrado na parte de trás do carro.

Os funcionários ouviram os disparos, mas acharam que ocorriam na rua. A assistente de diretoria, Yone Maria Dapait, de 43 anos, disse que foi avisada por um ex-aluno que passava em frente da escola. Ao chegar no estacionamento, viu o corpo de Vassilik caído ao lado do carro, ainda com vida. O sargento Jair Pereira, que atendeu o chamado, usou o carro da vítima para levá-la ao pronto-socorro do Hospital Maternidade da Vila Carrao. No hospital, o médico constatou que Vassilik já estava morta.

O pai da professora, Charalambe Tritsis, discorda da tese de assalto porque ela teve problema com alguns na semana passada. "Acho que foi vingança de alunos com os quais ela teve problema", afirmou Charalambe. O delegado plantonista do 41.º Distrito Policial, Drauzio Fernandes de Souza, nao descarta nenhuma hipótese. "Pode ter sido roubo, homicídio ou vingança" disse Souza.



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Professora é assassinada no estacionamento de escola

Do Diário do Grande ABC

06/09/1999 | 20:32


A professora de história Vasiliki Tritsis Cadamuro, de 35 anos, morreu nesta segunda-feira depois de levar quatro tiros num suposto assalto no estacionamento da escola municipal Doutor Naoki Sumita, no Jardim Vila Formasa, na zona leste de Sao Paulo. O suposto assalto ocorreu pouco depois das 13 horas, quando Vasiliki deixou a sala de aula e foi até o seu carro pegar objetos pessoais - o Polo 1.8, placas CJS 7637. Nao havia segurança na escola nesta segunda-feira. O guarda civil metropolitano, que deveria chegar às 15 horas, foi transferido nesta segunda-feira para o Cemitério da 4.ª Parada. O motivo é que nao haveria aula, por causa do feriado desta terça-feira (07).

Dois rapazes, um branco e outro negro com idades entre 17 e 20 anos, saíram pelo portao principal da escola. Eles foram vistos por mais de quatro testemunhas, cujos nomes nao foram revelados por motivo de segurança. Vassiliki foi atingida no abdome, no braço e duas vezes na lateral do tórax. Um dos projéteis, que segundo os policiais é de um revólver calibre 38, perfurou o corpo da professora. Atingiu o volante, a maçaneta da porta do passageiro e foi encontrado na parte de trás do carro.

Os funcionários ouviram os disparos, mas acharam que ocorriam na rua. A assistente de diretoria, Yone Maria Dapait, de 43 anos, disse que foi avisada por um ex-aluno que passava em frente da escola. Ao chegar no estacionamento, viu o corpo de Vassilik caído ao lado do carro, ainda com vida. O sargento Jair Pereira, que atendeu o chamado, usou o carro da vítima para levá-la ao pronto-socorro do Hospital Maternidade da Vila Carrao. No hospital, o médico constatou que Vassilik já estava morta.

O pai da professora, Charalambe Tritsis, discorda da tese de assalto porque ela teve problema com alguns na semana passada. "Acho que foi vingança de alunos com os quais ela teve problema", afirmou Charalambe. O delegado plantonista do 41.º Distrito Policial, Drauzio Fernandes de Souza, nao descarta nenhuma hipótese. "Pode ter sido roubo, homicídio ou vingança" disse Souza.

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