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Rebeca Gusmão e Êga prometem títulos para São Caetano


Das Agências

13/03/2006 | 12:01


Duas atletas de modalidades diferentes, mas com objetivos idênticos: manter São Caetano no topo das competições que participa e brilhar nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Essas são a nadadora Rebeca Gusmão e a pivô da seleção brasileira de basquete Soeli Garvão Zakrzeski, a Êga. Ambas foram apresentadas oficialmente como novos reforços da cidade na tarde de sexta-feira (10/3), na sede da Diretoria de Esportes e Turismo (Detur) da Prefeitura.

O diretor da Detur, Mauro Chekin, informou que o papel das novas contratadas não se restringe apenas às competições, mas também a ações sociais. "Elas visitarão, esporadicamente, as escolinhas do Programa Esportivo Comunitário para incentivar as crianças a praticarem alguma modalidade esportiva."

Aos 21 anos e com os recordes sul-americanos dos 50 e 100m livres, e 50 e 100m peito, Rebeca Gusmão está ansiosa para competir por São Caetano, "o pólo dos melhores atletas do País". A fama que a cidade ganhou Brasil afora com o eneacampeonato dos Jogos Abertos do Interior, principal competição esportiva intercidades do Brasil, e com o octacampeonato dos Jogos Regionais, enche a nadadora de animação. "Sou caloura nestes torneios, mas sei da importância que eles têm para a cidade. Vou tentar fazer uma troca com meus colegas. Eles não me passam trote e eu ganho quatro medalhas", brincou.

A atleta, integrante da delegação brasileira nos Jogos Olímpicos de Atenas, vive o melhor momento de sua carreira. O recorde continental dos 50m peito (31seg31), foi obtido na etapa de Belo Horizonte da Copa do Mundo, em fevereiro – a marca lhe rendeu a medalha de prata. Na ocasião, conquistou ainda o ouro nos 50 (24seg71) e 100m livres (54seg08). Já no Sul-Americano da Colômbia, disputado entre os dias 3 e 5 de março, a nadadora subiu ao lugar mais alto do pódio nos 50 e 100m livres, e nos revezamentos 4x100m livres e medley.

Assim como quando desembarcou em sua primeira grande equipe, o Vasco da Gama, Rebeca espera obter resultados expressivos em sua nova equipe. "Cheguei ao Vasco em 1999, com 15 anos, e ganhei a medalha de bronze no revezamento 4x100m livre no Pan de Winnipeg, no Canadá. Tenho certeza que com a estrutura que São Caetano me oferece não será diferente", analisou a atleta, numa projeção ao Pan do Rio de Janeiro. Entre os dias 5 e 9 de abril, a nadadora participa do Mundial de Xangai, na China.

Amuleto – Há dois anos, Rebeca carrega um amuleto em suas principais competições: uma touca com a imagem das Meninas Superpoderosas (personagens de desenho infantil). "Sempre gostei delas e, em 2004, restava apenas uma seletiva para os Jogos de Atenas e ainda não tinha conquistado o índice. Nadei com a touca nesta última oportunidade e consegui ir para as Olimpíadas. A partir daí virou meu talismã", revelou.

Basquete – Já Êga, de 28 anos, revela ter feito um investimento em sua carreira, ao trocar o Fio/Pão de Açúcar/Unimed/Ourinhos (campeão paulista e brasileiro em 2005, ambos de forma invicta) pela Limpol/São Caetano, vice no último nacional. "A seriedade com que o esporte é tratado na cidade e a competência do Borracha (técnico do grupo sancaetanense) foram os motivos que pesaram para a troca", ressaltou – Norberto da Silva, o Borracha, é também auxiliar-técnico da seleção e trabalhou com a pivô no tricampeonato sul-americano de seleções conquistado pela atleta (2001, 2003, 2005).

A força do elenco formado pelas novas companheiras também foi exaltado pela jogadora, de 1,87m. "São Caetano já tinha um elenco muito bom no ano passado, que fez bonito na final do Nacional. Com os novos reforços, temos plenas condições de  desbancar a invencibilidade de Ourinhos", destacou. Os reforços a que Êga (cujo apelido é uma homenagem a uma ex-vizinha de sua cidade natal, Medianeira, no interior do Paraná) se referiu são as laterais Cinthia Luz e Fernanda Beling.

A pivô também aposta em seus ótimos resultados imediatos para conquistar títulos em São Caetano. Foi campeã estadual logo em seus anos de estréia por Ourinhos (2000) e Americana (2003). A jogadora esteve em quadra nas seis últimas decisões do Paulista e quatro últimas do Brasileiro (no total, tem quatro títulos estaduais e dois nacionais).



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