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Moradores cobram manutenção de praça pública na Vila Eldizia

Claudinei Plaza/DGABC  Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Área verde está tomada por mato alto e lixo, o que impede uso do espaço


Matheus Angioleto
Especial para o Diário

26/01/2017 | 07:00


 Única opção de lazer na Rua Juquiá, na Vila Eldizia, em Santo André, a Praça Iwao Ito, está abandonada. O local tem mato alto e sacos de lixo espalhados, problemas que limitam o uso do playground e dos aparelhos para exercício ao ar livre. Árvore caída na madrugada da terça-feira e deslocada por moradores para a calçada complementa o cenário de descaso.

Árvores sem poda, calçadas esburacadas e iluminação precária fazem com que moradores do bairro evitem circular pela área verde. Alguns, inclusive, apontaram que, ao anoitecer, usuários de drogas ocupam o espaço.

Edivete Fassina, 53 anos, mora no local há 31 e frequentava a praça quatro vezes por semana para fazer exercícios. No entanto, ela reclama que foi obrigada a abandonar a atividade devido aos problemas. Além disso, ela também evita deixar a neta – Isabella, 4, – brincar no local. A menina foi surpreendida por uma taturana, que grudou na sua perna, enquanto estava na área.

“Isso aqui está uma porcaria, não tem Prefeitura que arrume”, diz o vigilante Luiz Sousa, 54. Ele destaca que as árvores do local foram plantadas por moradores, mas a ferrugem, sujeira e falta de manutenção dos equipamentos de lazer deveriam receber atenção da administração pública.

Morador do bairro desde 1963, Maurilio Januzzi, 67, conta que tem medo que a árvore que caiu cause acidentes, já que ocupa parte da via pública. “Os motoristas que precisam entrar na rua ao lado fecham a curva”, diz.

Januzzi já plantou diversas árvores na praça, algo que ele considera lazer. “Antes, colocavam areia aqui para melhorar o chão. Aqui tem pai que é inocente e não enxerga que não dá para usar esses brinquedos. Além do mau cheiro, fezes são problemas”, pondera.

A moradora Neusa Gobetti, 51, acredita que a colmeia existente na árvore que desabou tenha prejudicado a estrutura, fator agravado pela chuva. Ela reclama ainda da dificuldade com a iluminação no período noturno, devido à falta de manutenção. O receio é o de que a escuridão propicie a ação de criminosos. “Já ouvi o barulho de pessoas usando os galhos para subir no muro e tentar entrar na minha casa”, afirma.

Procurada, a Prefeitura de Santo André não se pronunciou sobre os problemas destacados.



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